PREVISAO DO TEMPO

sábado, 7 de janeiro de 2012

Negociação com delegados é modelo

O Palácio Piratini já definiu o que vai apresentar, na mesa de negociação, aos servidores da Segurança e aos da Educação. O modelo é semelhante ao das tratativas com os delegados de Polícia, apontado como projeto-piloto, com um valor simbólico final ou "conta de chegada" (termo usado nas negociações), ponto de partida para fixar os reajustes, de trás para a frente. Pode levar em conta a média e não a base do salário, além de transformar o vencimento em subsídio. Para todos, o prazo final é 2018.

A proposta do governo prevê que, na segurança, os salários sejam próximos, para criar "certa isonomia". A partir do momento em que a meta de estruturação das carreiras for alcançada, contudo, o objetivo é estabelecer um corte entre as da Polícia Civil e as da Brigada Militar, de forma que um grupo pare de usar os vencimentos de outro como argumento na mesa de negociação.

O governo previa que o acordo com os delegados seria usado por outras categorias nas reivindicações, por isso as tratativas se estenderam. Ao final, o impacto sobre as contas do Estado foi mínimo: R$ 85 milhões (0,6% da folha de pagamento) em 2018. Para parte da categoria, o aumento foi mais simbólico do que real. Delegados de primeira classe terão aumento superior a 100% até 2018, mas os de quarta classe, por exemplo, terão 60%, próximo à inflação acumulada prevista. Isso ocorreu porque a negociação não tomou por referência o básico, mas a média salarial. Hoje um delegado de quarta classe tem um básico na faixa de R$ 8 mil. A média, porém, fica em torno de R$ 15 mil. Em 2018, eles receberão R$ 24 mil. Terão também alcançado a almejada equivalência com os procuradores de Estado que era sua "conta de chegada".

Fonte: Correio do Povo 08jan2012

Governo gaúcho tenta pacificar servidores

Ambicioso plano de negociações será colocado em prática ainda este mês

Pestana: 'questão complexa'<br /><b>Crédito: </b> pedro revillion / cp memória
Pestana: 'questão complexa'
Crédito: pedro revillion / cp memória
O governo gaúcho se movimenta para barrar protestos prometidos por servidores da segurança e do magistério como represália ao resultado das negociações com os delegados de Polícia. Descontentes, agentes policiais prometem manifestações por todo o Estado. O Cpers, que representa os servidores da educação, espalha desde a madrugada deste sábado centenas de outdoors com críticas pesadas ao governo, em nova campanha. Para deter ações mais agressivas, o governo prepara para as próximas semanas um ambicioso plano de negociações. O objetivo é que, até meados de março, as pendengas salariais da segurança pública e do magistério (80% do funcionalismo), estejam "equacionadas".

Pacificar as relações com os servidores é fundamental para que o governo consiga se focar em outros temas, como atração de investimentos, obras e qualificação de serviços. "Se conseguirmos, nestas áreas, ter uma perspectiva de médio e longo prazo, resolveremos o problema e poderemos nos dedicar a outras pautas", diz Carlos Pestana, chefe da Casa Civil.

O secretário tem a agenda tomada pelas pautas salariais até as férias que pretende tirar no início de fevereiro. Após finalizar as tratativas com os delegados de Polícia, Pestana reúne-se, no dia 13, com os sindicatos de escrivães, inspetores, investigadores, agentes e comissários da Polícia Civil. No dia 17, com os oficiais da Brigada Militar (BM). No dia 21, com sargentos, subtenentes e tenentes da BM. A estratégia é evitar, a qualquer custo, as piores situações enfrentadas em 2011: protestos violentos promovidos por servidores da segurança e o embate com o magistério sobre o piso nacional.

Enquanto estuda um projeto de longo prazo para a segurança, o Executivo faz uma série de simulações a respeito do que vai oferecer aos professores. A proposta estará pronta antes do início do ano letivo, para evitar uma greve. "A questão do magistério é mais complexa porque o número de servidores é bem maior e com remunerações inferiores aos da segurança", explica Pestana. Além do reajuste, o governo tentará, a exemplo do que fez com os delegados, estabelecer um cronograma que deixe claras as etapas até o piso nacional. Para isso, aguarda o anúncio do reajuste a ser concedido ao piso. "Se for pelo INPC, facilita a condição de projeção. Se for pelo cálculo do fundo, é mais difícil, porque é um cenário muito diferente da projeção da inflação e da arrecadação, mas mesmo assim trabalhamos uma opção."
 
Fonte: Correio do Povo 08jan2012

Pará: Policiais militares podem parar atividades por reajuste

A ameaça de greve bate à porta da Polícia Militar do Pará. Ontem, circularam informações não oficiais de uma convocação de soldados, cabos e sargentos para cruzar os braços no próximo dia 19. O Comando da PM no Estado disse desconhecer essa movimentação. Nem todas as 13 instituições que representam os policiais militares e bombeiros no Estado estão envolvidas na mobilização. O dirigente de uma dessas associações, ouvido pela reportagem, não concorda com o movimento paredista, mas confirmou que existe uma movimentação, cuja finalidade, segundo ele, 'é desestabilizar o governo estadual'. Já a liderança de outra associação afirmou que os PMs do Pará estão se movimentando com os de outros estados para uma greve nacional, sem confirmar a data de convocação que vazou ontem.

A Polícia Militar é proibida de fazer greve por força de lei, mas a greve de seis dias da PM do Ceará, que gerou avanços para o segmento, serve de modelo a militares de todo o País. 'A greve está sendo discutida em Roraima, no Rio de Janeiro, Goiás, Brasília e Minas Gerais', disse uma fonte. No caso da greve se concretizar no Pará, o governo do Estado poderá requerer a Força Nacional e o Exército para suprir a Segurança Pública, como ocorreu no Ceará. 'O Pará tem o 23º menor salário do País. É o salário mais baixo das regiões Norte e Nordeste, perdemos até para o Maranhão', afirma.

Um dos principais nós na questão salarial da categoria paraense é o soldo (salário) do soldado que, em 2006, passou a ser regulado ao salário mínimo. Como a mesma regra não contempla o chamado escalonamento vertical, ou seja, não prevê dispositivo idêntico às patentes superiores, o salário dos soldados vai superando os de cabos e sargentos. Segundo um dirigente de associação, o soldo do soldado passa a valer R$ 622,00 com o reajuste do mínimo que passou a vigorar em 1º de janeiro, enquanto que o soldo do cabo está em R$ 545,00. Outra fonte revelou que, hoje, o soldo do sargento é apenas R$ 50,00 maior que o do cabo.

Uma das lideranças reclama que a categoria não vai aguentar esperar até a data-base, que é abril, para resolver esse problema. A situação exigiria que o Estado concedesse reajuste à PM e aos bombeiros superior ao índice inflacionário dos últimos 12 meses, passando a acompanhar a evolução do salário mínimo, que foi de 13,5%. 'Todos os estados estão se movimentando e o Pará não pode ficar de fora', diz uma fonte. Além do soldo, os militares e bombeiros recebem 50% de adicional de risco de vida, 20% de auxílio moradia, 20% de indenização de tropa, R$ 325,00 de auxílio-alimentação e um adicional por localidade especial, que varia conforme a lotação do policial.

'Em abril é que o negócio vai pegar', diz fonte sobre mobilização

A categoria também está de olho em melhores condições de trabalho e na valorização profissional. Segundo os policiais, o Pará também tem um dos maiores índices de morte de militares, com 20 a 25 PMs mortos por ano, sendo que a maioria é assassinada fora do expediente, quando está prestando serviços de segurança a particulares, mais conhecidos como 'bicos'.

'Em abril (data-base) é que o negócio vai pegar. Isso eu posso garantir. Esperamos que a resposta do governo contemple a categoria. Existe o limite (para gasto com pessoal) da Lei de Responsabilidade Fiscal e as outras categorias também têm necessidades, mas a gente precisa avançar porque é a PM que cuida da vida das pessoas. A maioria dos militares mora na periferia, em condições ruins e sob risco, pois está nas mesmas áreas que os traficantes e bandidos. Além disso, é alto o índice de estresse (entre a categoria). O Pará é um dos estados mais violentos do País. É necessário que o policial faça ‘bicos’ para sobreviver, porque só com o soldo não consegue sustentar a família', justificou um informante.

Em nota, a PM declarou o seguinte: 'O Comando da Polícia Militar do Pará não tomou conhecimento de quaisquer movimentações grevistas por parte de sua tropa, bem como não identificou tensões envolvendo o aumento do salário mínimo, deixando de manifestar-se a respeito da política salarial por ser assunto alheio às competências do Comando da corporação'.

Fonte: Amazônia

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Aumento para delegados gera insatisfações na base da Polícia Civil


presidente da Ugeirm diz que há "clima de revolta muito grande" na polícia: "Ninguém aguenta mais. Se o governo não contemplar todos, entramos em greve”| Ramiro Furquim/Sul21

Samir Oliveira
O acordo firmado entre o Palácio Piratini e os delegados gaúchos nesta quarta-feira (4), que estabeleceu um calendário de reajustes salariais até 2018, colocou as demais categorias da Polícia Civil em pé de guerra com o governo do Estado. Inconformados, agentes exigem que os mesmos critérios sejam utilizados para conceder aumento aos outros integrantes da corporação.
Ao estabelecer que, de 2013 a 2018, os delegados terão a mesma remuneração que um procurador estadual, o governo atendeu à principal reivindicação da categoria: a isonomia salarial com os membros da Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Para que isso ocorra, os delegados aceitaram não ganhar reajuste até 2013, quando os pagamentos começarão a ser feitos.
Mas enquanto a cúpula do governo celebrava o pacto com os delegados, as demais categorias da Polícia Civil articulavam uma intensa agenda de pressão junto ao Piratini. Nesta quinta-feira (5), o Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores (Ugeirm) convocou uma reunião de diretoria para discutir o tema e já protocolou um pedido de reunião junto à Casa Civil. Eles acusam o governo de querer ampliar ainda mais a diferença salarial que existe entre delegados e demais categorias. E dão um ultimato de uma semana para que a administração comandada por Tarso Genro (PT) sinalize propostas.
O tom das declarações é forte e os sindicalistas falam inclusive na possibilidade de uma greve. “Há um clima de revolta muito grande na polícia com esse reajuste, ninguém aguenta mais. Se o governo não contemplar todos, entramos em greve”, ameaça o presidente da Ugeirm, Isaac Ortiz. Ele lembra da greve que ocorre no estado do Ceará, onde até as Forças Armadas tiveram que ser chamadas para fazer o policiamento nas ruas, especialmente na capital Fortaleza. “Se o governo não contemplar o que estamos pedindo, nossa greve não será muito diferente do que é a do Ceará”, alerta Ortiz.
Um inspetor da Policia Civil em Santa Maria conta que os colegas estão furiosos com a falta de sinalização do Piratini para a categoria. “O clima é de revolta. A mobilização dos agentes é algo que nunca foi visto antes na história da polícia”, comenta
Ele avalia que foi uma “decisão política” atender ao pleito dos delegados. Apesar das críticas, o policial acredita que o Piratini acabará atendendo às reivindicações das outras categorias. “Não acredito que o governo irá cometer um suicídio político de não conceder os reajustes. Quem toca a polícia são os agentes. As delegacias funcionam sem delegados, mas não sem agentes”, compara.
Em média, um agente policial em início de carreira, recebe cerca de R$ 1,8 mil e pode chegar a pouco mais de R$ 5 mil. Na estrutura salarial, os delegados estão divididos em primeira classe (R$ 7.094), segunda classe (R$ 7.538), terceira classe (R$ 7.981) e quarta classe (R$ 8.425). Com os reajustes, até 2018 um delegado de quarta classe receberá R$ 24 mil.

“Não queremos ampliar diferenças”, defende Airton Michels

O secretário estadual de Segurança Pública, Airton Michels (PT), acredita que não haverá maiores tensionamentos entre o governo e os agentes da Polícia Civil. E informa que quando a proposta aos delegados foi concluída, já era esperado que as demais categorias intensificassem a pressão. “Eles não precisam bater na porta do Palácio Piratini, pois serão chamados a negociar. De modo algum iremos aumentar as diferenças salariais entre delegados e agentes”, explica o petista.
Ele evita comentar se o governo atenderá à reivindicação de estabelecer os mesmos índices de reajustes a todos, mas diz que a proporcionalidade será garantida. “Daremos um aumento proporcional ao que foi concedido aos delegados”, projeta.
O secretário garante que não está preocupado com a possibilidade de uma greve na área da segurança. “Não tenho preocupação de que venha a ocorrer algo semelhante ao que houve no Ceará pelo nível de diálogo que temos mantido e pelas ações concretas que temos demonstrado”, defende Michels.
O tom é o mesmo na Casa Civil. O chefe da pasta, Carlos Pestana (PT), conversou na tarde desta quarta-feira (5) com o presidente da Ugeirm, Isaac Ortiz, e diz que “há tranquilidade” para conduzir as negociações. “Quando fizemos a negociação com os delegados tínhamos presente o compromisso com as outras  categorias.Temos tempo e tranquilidade para tratar de todos os temas de maneira adequada”, avalia. Pestana lembra que já foi concedido um reajuste de 10% aos agentes em 2011 – cujas parcelas ainda estão sendo pagas.
Para o chefe da Casa Civil, o principal desafio é consolidar as carreiras das demais categorias. “Querem construir uma carreira e esse é o desafio da nossa discussão”, comenta. Uma nova reunião com a Ugeirm deve ocorrer na próxima sexta-feira (13).

Fonte:

Autor do blog agraciado com troféu 66 anos da ASSTBM

Na data de hoje ocorreu na colônia de férias da ASSTBM em Cidreira evento alusivo aos 66 anos da Associação de Sargentos Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar. Presentes o presidente Santelano, os vices Bosi e Olivo e os demais conselheiros e integrantes da diretoria além de diversos convidados e autoridades civis e militares.  No mencionado evento muito bem conduzido pelo sargento Marcos tive a honra e a surpresa de ser agraciado com o troféu alusivo à data e que me servirá de incentivo para continuar na luta classista. O trofféu entregue aos amigos e ou parceiros que de uma maneira ou de outra se destacaram colaborando com a ASSTBM me foi entregue pela minha colaboração e participação em movimentos classistas em prol de melhoria salarial da nossa familia brigadiana.

Autor: Dagoberto Valteman

Cpers cria outdoors contra o governo Tarso


Cartazes começaram a ser instalados na manhã de sábado Foto: Lauro Alves Cartazes começaram a ser instalados na manhã de sábado, em Porto Alegre

Cpers cria outdoors contra o governo Tarso Lauro Alves/Os cartazes começaram a ser instalados na manhã de sábado, em Porto Alegre. Ao todo, serão 200, espalhados também na Região Metropolitana e no Litoral Norte. A campanha é a primeira ação do Cpers em 2012 e tem como objetivo denunciar a forma como o governo estaria tratando a categoria, definida como sem "transparência" pelo comando da entidade.

_ É tudo às pressas, sem anúncio, sem debate. O governo não tem agilidade nenhuma para garantir aquilo que ele prometeu, que é direito dos trabalhadores, como a lei do piso nacional, mas muita agilidade para atacar os nossos direitos _ diz a presidente do sindicato, Rejane de Oliveira.

Em um dos outdoors o Cpers diz que o governo "não paga o piso nacional, desconta os dias de greve, não respeita o plano de carreira, quer desmontar o ensino médio". Em novembro, quando estava sendo votada proposta de greve dos professores, o governador foi retratado com nariz de Pinóquio em cartazes espalhados pelo sindicato.

Fonte: Zero Hora

Promoções geram embate judicial

O Cpers protocolou ontem no Tribunal de Justiça mandado de segurança coletivo contra atos dos secretários estaduais de Educação e Fazenda relacionados a promoções na carreira do Magistério. Na ação, o sindicato atua como substituto de associados. Nesta semana, o TJ suspendeu os mandados de segurança individuais. Pela repetitividade do tema, pode ser aprovada súmula base para decisões sobre mesma matéria.

Fonte: Correio do Povo 07jan2012

União libera recursos para Segurança do RS

Sérgio Abreu (E) é recebido por Veríssimo de Jesus (C) e Solange Calderon<br /><b>Crédito: </b> VINÍCIUS RORATTO
Sérgio Abreu (E) é recebido por Veríssimo de Jesus (C) e Solange Calderon
Crédito: VINÍCIUS RORATTO
A Segurança pública do Rio Grande do Sul já garantiu 13 milhões para serem aplicados em projetos ao longo deste ano. Os recursos são provenientes do Fundo Nacional de Segurança Pública e do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça. Os projetos foram aprovados no fim do ano, em Brasília.

A bancada federal gaúcha propôs ainda emendas parlamentares que totalizam outros R$ 25 milhões, que deverão ser destinados, por exemplo, à compra de equipamentos e viaturas para a Brigada Militar, à Polícia Civil e ao Instituto-Geral de Perícias. Os dados foram apresentados pelo comandante-geral da Brigada Militar, coronel Sérgio Roberto de Abreu, durante visita ao Correio do Povo, onde foi recebido pelo vice-presidente do Grupo Record RS, Veríssimo de Jesus, e pela diretora da Rádio Guaíba, Solange Calderon. No encontro estiveram presentes também outros diretores do CP e da emissora.

Em relação à expansão do programa RS na Paz, Abreu disse que Caxias do Sul será o próximo município beneficiado, a exemplo de ações que ocorrem em Canoas, Passo Fundo e Vacaria. Em Porto Alegre, o programa está instalado nos bairros Restinga, Santa Teresa, Rubem Berta e Bom Jesus. Destacando os resultados positivos da iniciativa, com queda do número de ocorrências, o comandante da Brigada Militar ressaltou que o Vale do Sinos será beneficiado futuramente. Em Caxias, antes da instalação do RS na Paz, será implementado um projeto piloto de policiamento comunitário.

Sobre o aumento do efetivo da BM, o comandante-geral lembrou que estão abertas, até o final deste mês, as inscrições para os concursos que preveem o preenchimento de 1,4 mil para soldados do policiamento ostensivo, 600 para bombeiros e cem para capitães. Segundo ele, o ingresso dos novos policiais deve ocorrer em 2013, após receberem formação de oito a nove meses. A prova deverá ser aplicada em março.

Para o Mundial de Futebol de 2014, que terá partidas em Porto Alegre, Abreu afirmou que, ainda em 2012, serão testadas as ações planejadas para 2014 em alguns jogos que ocorrerão na Capital. "Serão ensaios", resumiu, acrescentando que rotas turísticas receberão atenção da BM.
 
Fonte: Correio do Povo 07jan2012

Segurança: reuniões definirão reajuste

Pestana (D) argumentou que precisa de tempo para ajustar propostas<br /><b>Crédito: </b> Paulo Rogério da Silva / divulgação / cp
Pestana (D) argumentou que precisa de tempo para ajustar propostas
Crédito: Paulo Rogério da Silva / divulgação / cp
O governo do Estado se comprometeu ontem a apresentar um calendário de reajuste salarial às categorias da segurança pública que reivindicam tratamento isonômico com os delegados de Polícia. Para isso, o governo marcará reuniões com as entidades a partir da próxima semana a fim de debater o índice de correção dos vencimentos.

A informação foi passada ontem pelo chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, ao presidente da Associação de Cabos e Soldados (Abamf), Leonel Lucas, durante encontro o Palácio Piratini. Lucas saiu satisfeito do encontro com Pestana. "Ele confirmou que irá apresentar um calendário de reajuste", disse Lucas.

O presidente da Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM), Aparício Santellano, no entanto, não está tão otimista. Ele declarou ontem que a categoria está "indignada" e com forte sentimento de discriminação por parte do governo, pois esperava um contato telefônico da Casa Civil até a noite de quinta-feira para agendar uma data para retomar as negociações, o que não aconteceu até a tarde de ontem.

Santellano ressaltou a importância de sargentos e tenentes. "Em torno de 90% das unidades da BM em pequenas e médias cidades do RS são comandadas por sargentos e tenentes", disse.
 
Fonte: Correio do Povo 07jan2012

Coluna da Taline Opptiz

Averiguação obrigatória
A ameaça feita por servidores da Assembleia, insatisfeitos com a redução em seus vencimentos, deixou a Casa em situação delicada. O corte de abono nos contracheques ocorreu por decisão da Mesa Diretora, atendendo a apontamento do Tribunal de Contas do Estado. Numa espécie de contra-ataque, servidores atingidos pela medida estariam dispostos, após o recesso, a denunciar supostas irregularidades cometidas por deputados, como o pagamento de funcionários que não comparecem ao trabalho. A acusação é grave e agora que veio à tona deve ser averiguada pela própria Mesa Diretora e pelo TCE. O episódio ainda deixa no ar uma pergunta: se fossem atendidos em suas reivindicações ou se não tivessem os vencimentos reduzidos, servidores que agora fazem a pressão calariam perante as irregularidades e o descaso com a coisa pública? Caso a resposta seja positiva, estão sendo, para dizer o mínimo, coniventes.

Mesmo tratamento

Técnicos-Científicos iniciam segunda-feira ofensiva contra o governo. Depois de meses de negociação, conseguiram pagamento da gratificação aprovada pela Assembleia. Querem agora mesmo tratamento dado a outras categorias de nível superior do Executivo.

Previdência

Estudo que está em andamento, com cenários sobre a Previdência gaúcha, será apresentado ao governador Tarso Genro após suas férias. A intenção é que a base aliada conheça as alternativas no início de fevereiro.

Campanha na rua

Ganham as ruas hoje, em Porto Alegre, região Metropolitana e Litoral, 200 outdoors do Cpers. A campanha de "caracterização" da gestão Tarso será ampliada ao longo da semana, com a distribuição de material no Interior. "É o início da reação aos ataques que sofremos deste governo", disse a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira.

Apartes

Clima era de apreensão ontem à noite no Piratini em função da informação de que outdoors do Cpers, contra o governo, começariam a ser colocados a partir desta madrugada.

Fonte: Correio do Povo 07jan2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Santini presta informações sobre lei dos precatórios

Adriana Davoglio - MTB 7617 | PTB - 17:22-06/01/2012 - Foto: Ederson da Rocha
 Santini informou detalhes do projeto aos representantes de David CanabarroUma lei de autoria do deputado Ronaldo Santini (PTB), que autoriza o pagamento de dívidas do Estado mediante dação em pagamento de imóveis públicos, é a principal alternativa para amenizar a problemática dos precatórios. Sancionada em 30 de agosto de 2011 pelo governador Tarso Genro, a Lei 13.778 deverá ser regulamentada em breve pelo Palácio Piratini, para que os credores possam finalmente ter direito a abater seus saldos a receber.

Nesta sexta-feira (6), o parlamentar recebeu em seu gabinete o sargento Sebastião Brum e o motorista Gilberto Agenol, de David Canabarro, que buscaram informações a respeito da nova lei. “Há muitos anos, os servidores aguardam uma solução para esta questão que causa grande prejuízo e sofrimento”, frisou o deputado.

Conforme a Lei nº 13.778, todas as dívidas do Estado, incluídas as da administração indireta e os precatórios judiciais, poderão ser pagas por meio de dação em pagamento de imóveis dominicais (que não estão destinados a uma finalidade de uso comum ou especial de Estado), de acordo com autorização da Assembleia Legislativa. Já os ônus decorrentes da lavratura do processo de transferência serão de responsabilidade do credor.

Ronaldo Santini também é autor do Projeto de Lei 157/2011, que prevê o regramento do uso de créditos em precatórios para compra de bens imóveis. A intenção é transformar os valores devidos pelo Estado em saldos para aquisição da casa própria junto ao Banrisul, com o objetivo de minimizar os efeitos do não pagamento dos precatórios judiciais pelo Estado. A proposta tramita na Assembleia Legislativa e deverá ser analisada e votada após o recesso parlamentar.
 
Fonte:  Agência de Notícias
As matérias assinadas pelos partidos políticos são de inteira responsabilidade dos coordenadores de imprensa das bancadas da Assembleia Legislativa. A Agência de Notícias não responde pelo conteúdo das mesmas.

Ceará: Capitão Wagner é sondado para disputar Prefeitura

Os convites, segundo o suplente de deputado e líder da greve militar no Estado, seriam para encabeçar chapa ou disputar como candidato a vice-prefeito em Fortaleza. Ele deverá estender sua permanência na Assembleia

A sucessão municipal de Fortaleza em 2012 pode ganhar um novo e inesperado personagem. Alçado à condição de líder repentino do movimento grevista que impôs a maior derrota ao governador Cid Gomes (PSB), o suplente de deputado estadual Capitão Wagner (PR) já pensa em voos mais altos. Ontem, ao O POVO, o parlamentar admitiu que foi procurado por dirigentes partidários no Ceará. Teor das conversas: convites para ele disputar a cadeira hoje ocupada pela prefeita Luizianne Lins (PT).
Nas interlocuções políticas, disse Capitão Wagner, haveria a possibilidade de o deputado ser cabeça de chapa ou disputar a vice-Prefeitura. Ele não quis informar quem o procurou nem quantos líderes o teriam proposto o desafio. Segundo ele, os possíveis cenários ainda não foram discutidos com o PR.
Outras opções não estariam descartadas, segundo o capitão. “Pode ser o Executivo ou o Legislativo”, declarou ele, sobre a possibilidade de concorrer à Câmara Municipal. “Quem vai decidir é o partido”, ponderou. No Ceará, o PR é presidido pelo ex-governador Lúcio Alcântara, desafeto de Cid, e tem como principal gestor o prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa.

Fonte: 

Deputado paraibano dispara: “A PEC 300 não vai ser votada nunca!”

Parlamentar afirma que presidente Dilma tem ampla vantagem na Câmara para barrar a proposta.
O deputado federal Rui Carneiro (PSDB/PB) disse alto e em bom som na tarde desta quarta-feira (4) o que se passa na cabeça da presidente Dilma Rousself (PT), acerca da famosa PEC 300.
De acordo com Ruy, a Câmara Federal tem em terno de 100 parlamentares da oposição e mais de 400 apoiando o governo federal.
Por isso, os policiais deste país podem esquecer qualquer tipo de esperança no governo petista, no sentido de aprovar a proposta de reajuste salarial.
- Existe uma orientação do governo em não votar a PEC 300. Essa PEC não vai ser votada nunca! – disparou o deputado, durante entrevista à Rádio Tabajara.
Como a declaração foi uma resposta à participação de um ouvinte, Rui fez questão de reforçar a afirmação. “Estou sendo sincero com você”.
PEC 300. Alguém acredita?...

ParaibaemQAP | 04 JAN 2012 | 14:12

Novo modelo de Polícia: a exigência de uma proposta.

Começam a ganhar fluxo avaliações nacionais sobre a questão da segurança pública a partir dos recentes acontecimentos verificados no Ceará. Em debate, o modelo mais adequado de Polícia que possa substituir as atuais corporações estaduais – militar e civil.

Algumas análises nacionais tendem a fixar-se no aspecto formal quando condenam os termos do acordo que pôs fim à greve por não ter levado em conta a infração de determinações legais e as consequências que disso poderiam advir para outros Estados.
Acontece que, injunções concretas (sociais e políticas) imperativas, em decorrência de falhas clamorosas na condução pretérita do problema pelas autoridades estaduais inviabilizaram alternativas outras, que não um acordo nos termos propostos e pressionado pelos anseios pacifistas da população.
Certo, havia outra opção: um confronto armado de custos e desdobramentos imprevisíveis – solução prontamente rejeitada pela opinião pública. Ou seja: no estágio extremo a que chegou o movimento, por conta da inépcia do governo (frise-se), uma solução truculenta encontraria o repúdio da sociedade civil democrática. Render-se a essa realidade foi realismo político.
Haverá implicações residuais, desestabilizantes, tanto do ponto de vista interno como para outras unidades federadas? Certamente, sim. Mas é ilusão imaginar uma trégua definitiva nessa questão, por mais que os governos se antecipem às crises. E a razão é evidente: a incongruência de se colocar uma atividade de natureza civil - como a policial - nas mãos de um aparato militar. Essa é a questão fundamental. Enquanto não for resolvida – com a transformação da polícia militar em civil (fardada e voltada para o policiamento ostensivo ) e a adequação da atual Polícia Civil à mesma corporação, formando um corpo civil único, esse problema continuará a entravar o avanço da cultura democrática no País e a ser permanente foco de desestabilização.
Cabe ao Ceará colocar a questão na pauta nacional. Articula-se um fórum de discussão - formado a partir do núcleo de instituições que mediaram o fim da greve - para formular um documento a ser apresentado ao Governo Federal como proposta.

Fonte: O Povo - 06.01.2011

http://policialbr.com/profiles/blogs/novo-modelo-de-pol-cia-a-exig-ncia-de-uma-proposta?xg_source=msg_mes_network

POLICIA CIVIL: Diferença entre salário inicial de agentes e delegados chegará a 720%




Sem nenhum calendário de reajuste conhecido até o momento, os agentes policiais já podem calcular o tamanho do abismo que será criado pelo governo se não houver cumprimento da tabela de verticalidade encaminhada, em novembro, para o Palácio Piratini.

A diferença de cerca de 300% entre o vencimento inicial de agentes e delegados vai saltar para 720%. O Palácio Piratini tem dado declarações à imprensa de que, ao contrário do tratamento dispensado ao topo da hierarquia remuneratória da Polícia Civil, teria “todo o ano de 2012” para negociar com os agentes policiais.
 Leia na íntegra, acompanham áudio e  tabela salarial

ABAMF reivindica correção da gratificação do CVMI

Ofício foi protocolado na Casa Civil

 A ABAMF  protocolou na Casa Civil, dia 6 de janeiro, o ofício 001/2012 reivindicando a correção da gratificação do quadro do CVMI. O último reajuste aconteceu em 2008 e o valor atual é de R$ 519,20, menor que o salário mínimo nacional de R$ 622,00. O governo reconheceu que o valor está defasado, analisará a questão e dará retorno a ABAMF.
O CVMI - Corpo  de Voluntários dos Militares Inativos -  foi criado pela lei 10.297/94, a fim de realizar o policiamento em escolas públicas, prédios do estado, Ministério Público e Tribunal de Contas.
A ABAMF, em breve, publicará a solução da questão.



Paulo Rogério N. da Silva
Jornalista ABAMF

Governo do Estado define calendário de reajuste salarial para BM

Proposta feita na manhã de hoje agradou a Associação de Cabos e Soldados

O governo do Estado definiu na manhã desta sexta-feira um cronograma de política salarial para a Brigada Militar (BM). O presidente da Associação de Cabos e Soldados, Leonel Lucas, saiu satisfeito do encontro com o chefe de gabinete da Casa Civil, Flávio Helman, que ocorreu no Palácio Piratini, em Porto Alegre . “Temos um calendário até 2014 para todas as categorias”, informou Lucas.

Segundo o presidente da associação, o governo garantiu que não haverá “um abismo” entre salários dentro da corporação. A entidade defende que um praça receba entre 20% e 30% do salário de um oficial, o que chegaria próximo aos R$ 3 mil. Cabos e soldados exigem também a verticalidade dos salários, tendo como base o vencimento de um coronel, como ocorria na década de 1990.

A próxima reunião entre representantes da associação e do governo do Estado deve ocorrer em 15 dias. 

     Ouça o áudio: Leonel Lucas saiu satisfeito de reunião com a Casa Civil
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=378529

Fonte: Jimmy Azevedo / Rádio Guaíba 

Agentes da Polícia Civil descartam protestos até novo posicionamento do governo sobre reajuste salarial

"Nós não abrimos mão da nossa verticalidade", garantiu o presidente da Ugeirm, Isaac Ortiz

O Piratini se antecipou aos protestos e começou a agendar reuniões com integrantes da Polícia Civil e da Brigada Militar. A maratona de negociações salariais visa acalmar as categorias, que ficaram revoltadas com o reajuste oferecido aos Delegados de Polícia. Com o posicionamento do governo, foi descartada, por enquanto, a possibilidade de protestos por parte dos agentes da Polícia Civil.

A categoria pede a chamada verticalidade com os delegados, para vincular reajustes entre as categorias.

— Ficam suspensos (os protestos) até o dia 13, quando o governo vai detalhar a proposta salarial para os agentes de polícia. Nós não abrimos mão da nossa verticalidade. Nós queremos um calendário no qual sejam contemplados todos os agentes de polícia, assim como foram contemplados os delegados — disse o presidente da Ugeirm, Issac Ortiz.

A intenção do governo é apresentar calendários de reajustes semelhantes para melhorar os salários de quem ganha menos na área da segurança. Nesta quinta, cerca de 30 integrantes do Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia (Ugeirm/Sindicato) foram até a Casa Civil para entregar exigências ao secretário Carlos Pestana.

Nesta sexta-feira, a Associação dos Cabos e Soldados da Brigada Militar será recebida na Casa Civil para apresentar pedido de aumento salarial.

Fonte: RÁDIO GAÚCHA

Policia Civil: Assembleia mantém indicativo de greve e governo agenda audiência para dia 13



Não existe hipótese de os agentes policiais aceitarem o abismo salarial. A categoria tampouco vai aguardar ao longo de um ano para conhecer calendário de reajuste que assegure a verticalidade: salário na proporção certa para todos.

Durante assembleia extraordinária realizada hoje, dia 5 de janeiro, os agentes mantiveram indicativo de greve caso não seja apresentada proposta. A Casa Civil agendou audiência para sexta-feira da próxima semana, dia 13 de janeiro. Tabela de verticalidade já apresentada ao governo há mais de dois meses foi rigorosamente cumprida: para os delegados.
 Hoje, ao cobrar audiência com a Casa Civil, a Ugeirm reencaminhou a tabela para agentes policiais. “Queremos calendário pronto na semana que vem”, disse o presidente da Ugeirm, Isaac Ortiz, em entrevista à Rádio Gaúcha.
 Ortiz assinalou que esta é a negociação mais importante que a categoria tem pela frente. “Vai repercutir por muito tempo e não podemos repetir o erro de 1992”, disse.
 A decisão de manter o indicativo de greve foi unânime. O sindicato, em reiteradas oportunidades, alertou o governo sobre a grave crise institucional que será aberta se não for definida uma política salarial que contemple todos os policiais civis.
 Também por unanimidade, foi aprovada chamada extra, tal como havia sido sinalizado nas plenárias de Santa Maria e de Caxias do Sul. Serão três parcelas de 18 reais. Os recursos vão custear campanha de mídia e atividades de mobilização.
 O sindicato vai percorrer o litoral durante a Operação Verão, amplificando a possibilidade de greve caso o governo não apresente proposta com calendário para a verticalidade. “É importante manter a mobilização até que a proposta seja conhecida e contemple nossa reivindicação”, frisa Fábio Castro, vice-presidente da Ugeirm.
 Cumpra-se a lei
 A Ugeirm vai encaminhar documento para a Chefia de Polícia e para todos os diretores de departamento sobre a campanha “Operação Cumpra-se a Lei”, que deve ser respeitada por todos os policiais. O departamento jurídico do sindicato está à disposição para saldar dúvidas e orientar como proceder em eventuais retaliações.


Fiscalização de velocidade não precisa mais de placa sinalizadora do limite

Os órgãos responsáveis pela sinalização das vias só serão obrigados a sinalizar os limites de velocidade nos casos de valores inferiores aos estabelecidos pelo artigo 61, e aí a distância entre os medidores de velocidade e as placas, nas vias urbanas, será de 400 a 500 metros, para locais de velocidade regulamentada maior ou igual a 80 km/h e de cem a 300 metros, nos casos de velocidade inferior a 80 metros. Nas vias rurais, a distância poderá ser de até dois mil metros, para os casos de velocidade regulamentar maior ou igual a 80km/h, ou de até mil metros, nos casos de velocidade máxima inferior a 80km/h.
Trata-se de uma medida que há muito deveria estar em vigor, haja vista o assustador índice de acidentes no trânsito em virtude de excesso de velocidade. Um ganho para todos.

Leia na íntegra:

Ceará - Policiais civis enviam proposta de acordo ao governador e greve pode encerrar em 24 horas

Uma proposta de um termo de compromisso será entregue pela Polícia Civil, ainda nesta quinta-feira, 5, às mãos do governador do Estado, Cid Gomes. Se assinada, fica acordado que, no prazo de 24 horas, a paralisação da categoria será encerrada.

O documento foi elaborado durante reunião na noite desta quinta-feira, 5, na sede do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Ceará (Sinpoci), para tratar das negociações entre a categoria e o Estado.
 
Participaram do encontro o advogado da entidade, Holanda Segundo; o representante da Anistia Internacional, Mário Albuquerque; o presidente da OAB-CE, Valdetário Monteiro; o deputado federal Chico Lopes, representantes de entidades sindicais, o presidente da Força Sindical (CE), Raimundo e a ex-prefeita de Fortaleza, Maria Luiza Fontenele. 

Veja a proposta na íntegra:
"- Não punição ao policial civil que participou do movimento grevista desde julho de 2011
- Devolução do dinheiro dos 199 policiais civis que tiveram seus salários descontados no início do mês de dezembro de 2011

- Alteração do artigo 35, referente às promoções a policiais civis que tenham nível superior. A diretoria almeja a retirada desse artigo para que a lei possa beneficiar a todos os policiais civis, não somente aos que tenham nível superior. Bem como dos artigos 1º e 4º da mesma lei, que prejudicaram os operadores de telecomunicações policiais e técnicos de telecomunicações policiais.

- Hora-extra constitucional. Extinguir o serviço extraordinário, se no caso as horas trabalhadas excederem às 40 horas será analisado como hora-extra.

- Reajuste salarial. Salário do policial civil equivalente a 60% do subsídio de um delegado."

 

Piratini sob pressão por novos reajustes

Ariane Leitão, assessora da Casa Civil, recebeu servidores no Piratini<br /><b>Crédito: </b> cristiano estrela

Entidades da segurança reivindicam paridade salarial com delegados

Ariane Leitão, assessora da Casa Civil, recebeu servidores no Piratini
Crédito: cristiano estrela
A apresentação de um calendário de reajustes salariais para os delegados de polícia iniciou um levante de entidades de servidores da área de segurança pública. Uma comitiva do Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia (Ugeirm) entregou ontem um documento requerendo uma audiência com o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, e saiu de lá com a promessa de que, no dia 13 de janeiro, Pestana apresentará um calendário de reajustes à categoria.

Os integrantes do sindicato, vestidos com camisetas com inscrições que pediam a verticalidade de salários entre agentes e delegados, confirmaram que haverá forte mobilização da categoria até o dia 13. Para Isaac Ortiz, presidente da Ugeirm, os agentes não desistirão da equivalência salarial. "Não abriremos mão da verticalidade. É muita distância entre salários e por mais que seja em seis anos (a proposta para os delegados), hoje já se consegue ver os números. É isto que queremos", disse. A Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (Asstbm) também exige que seja cumprida a lei que prevê a simetria salarial entre inspetores de primeira classe e os primeiros sargentos da Brigada. "Se a lógica do PT é dar mais para quem ganha menos, como podemos ter um percentual de reajuste menor que os delegados?", questionou Alex Caiel, diretor da Asstbm.

A primeira reunião de negociação com as entidades da segurança será feita hoje, quando a Casa Civil receberá o presidente da Associação de Cabos e Soldados da Brigada Militar (Abamf), Leonel Lucas. Ele se diz preocupado com o rumo das negociações. "O governo dizia priorizar os menores salários, mas não é isso que vem acontecendo", declarou ontem.

Fonte: Correio do Povo 06jan2012

''Negociações serão feitas com cautela''

A série de reivindicações de entidades ligadas à segurança pública não impressionou o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana. Ele declarou ontem que o governo manterá a tranquilidade para negociar com as categorias. "Já conversamos com quase todas as entidades e estamos encarando com naturalidade as reivindicações."

Pestana informou que o governo trata as questões da segurança como prioridade. "Este é um governo que tem um compromisso muito forte com os servidores da segurança. Estão entre as nossas prioridades a saúde e a segurança", afirmou. O chefe da Casa Civil confirmou que há perspectivas de apresentação de um calendário para as categorias, mas destacou que as negociações serão feitas com cautela. "São negociações complexas e delicadas. Com os delegados, por exemplo, duraram três meses", disse.

Os pedidos de reajustes por servidores da área da segurança pública repercutiram na oposição. O deputado Giovani Feltes (PMDB) declarou ontem que lhe causou estranheza a postura do Piratini. Segundo ele, o fato de fechar acordo primeiro com os delegados, que detêm os vencimentos mais altos, vai contra o discurso feito quando o PT não estava no poder. "O governo Tarso está sendo incoerente e está fazendo diferente do tempo que era oposição." Feltes defendeu que todas categorias tenham reajustes. "Sou favorável a que todos servidores ganhem mais, mas o que o governo está criando é uma enorme expectativa nas categorias e não sei se isso (aumentos) vai se materializar", disse.

Fonte: Correio do Povo 06jan2012

Coluna da Taline Opptiz

Nervos à flor da pele

Com uma lista de planos prioritários à gestão para serem tocados neste ano, primeiro em que será executado orçamento elaborado pelo PT, o Piratini terá de lidar não apenas com polêmicas que acompanham tradicionalmente temas como pedágios e reajustes a categorias do funcionalismo. Estará em campo também a tensão que se impõe desde o início do ano em que ocorrem disputas eleitorais e que acaba contaminando relações e decisões. Como resultado, integrantes da base aliada ficam ainda mais suscetíveis a pressões de setores e de categorias e a desentendimentos e divergências com colegas de partido e parceiros da base. Nos bastidores, parlamentares já citam situações em que disputas municipais, já no fim de 2011, tiveram reflexo direto em movimentos políticos (questionáveis) no Legislativo.

Ânimos temporariamente contidos

A promessa de reuniões na próxima semana acalmou - pouco e por ora - setores da segurança que reivindicam mesmo reajuste dos delegados. A situação, porém, não ficará sob controle por muito tempo nem se estende a categorias como técnicos-científicos e Cpers, que preparam fortes campanhas contra o governo.
 
Servidores ameaçam deputados

Alguns servidores da Assembleia, atingidos com a redução nos salários gerada por decisão da Mesa Diretora, que atendeu a apontamento do TCE e sustou o pagamento de abonos, prometem, após o recesso, uma espécie de rebelião. O alvo seriam deputados que supostamente estariam cometendo irregularidades, como o pagamento de funcionários que não comparecem ao trabalho.

Fonte: Correio do Povo 06jan2012

Governo gaúcho ainda não recebeu verba do Pronasci prevista para 2011

Programa de combate à violência criado em 2007 pelo ministro da Justiça Tarso Genro não enviou valor previsto para o Estado este ano


Após transformar programa em lei, o então ministro Tarso assinava acordos de liberação de verba Foto: VWilson Dias/ABr / Abr

Criado pelo governador Tarso Genro quando era ministro da Justiça, em 2007, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) fechou 2011 sem repassar diretamente nenhum real ao governo do Rio Grande do Sul.

No fim do ano passado, o Piratini chegou a comemorar a liberação de R$ 25 milhões para o combate à violência, mas, até quinta-feira, segundo o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi), o dinheiro permanecia longe do Tesouro estadual.

A situação de penúria do Pronasci não se restringe ao Estado. Em todo o país, desde 2009, o valor repassado pela União vem caindo. Em 2011, apenas 32,3% do recurso previsto foi depositado.

Nos corredores do Palácio do Planalto, o programa é dado como morto — embora a cúpula do governo negue.

Desde que assumiu o Ministério da Justiça, José Eduardo Cardozo vem batendo na mesma tecla: em tempos de crise, as prioridades mudaram. Passaram a ser o controle das fronteiras, o combate ao crack e a modernização do sistema penitenciário.

— Desde o início, o Pronasci foi mais propaganda do que ação, com algumas exceções pontuais. Nunca deslanchou — avalia o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski.

Opositores identificam no enfraquecimento da iniciativa — gestada no governo Lula — uma mudança de eixo na política de segurança pública. Disposta a criar uma marca própria, a presidente Dilma Rousseff teria decidido apostar em outras frentes, relegando a segundo plano o programa vinculado a Tarso Genro.

— Os petistas são bons criadores de slogans, mas não sabem executar projetos — afirma o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS).

A debilidade do Pronasci é vista com preocupação pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), que integra o Conselho Nacional de Segurança Pública. Para a assessora política da ONG, Eliana Graça, apesar de todos os problemas, o programa é considerado um avanço. Quem perde com sua ruína, afirma ela, é o Brasil.

— É o mais completo programa já apresentado na área. E mais do que isso: é uma lei. E lei não se joga fora — diz Eliana.


Fonte: ZERO HORA

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Agentes da Polícia Civil descartam protestos até novo posicionamento do governo sobre reajuste salarial

"Nós não abrimos mão da nossa verticalidade", garantiu o presidente da Ugeirm, Isaac Ortiz
O Piratini se antecipou aos protestos e começou a agendar reuniões com integrantes da Polícia Civil e da Brigada Militar. A maratona de negociações salariais visa acalmar as categorias, que ficaram revoltadas com o reajuste oferecido aos Delegados de Polícia. Com o posicionamento do governo, foi descartada, por enquanto, a possibilidade de protestos por parte dos agentes da Polícia Civil.

A categoria pede a chamada verticalidade com os delegados, para vincular reajustes entre as categorias.

— Ficam suspensos (os protestos) até o dia 13, quando o governo vai detalhar a proposta salarial para os agentes de polícia. Nós não abrimos mão da nossa verticalidade. Nós queremos um calendário no qual sejam contemplados todos os agentes de polícia, assim como foram contemplados os delegados — disse o presidente da Ugeirm, Issac Ortiz.

A intenção do governo é apresentar calendários de reajustes semelhantes para melhorar os salários de quem ganha menos na área da segurança. Nesta quinta, cerca de 30 integrantes do Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia (Ugeirm/Sindicato) foram até a Casa Civil para entregar exigências ao secretário Carlos Pestana.

Nesta sexta-feira, a Associação dos Cabos e Soldados da Brigada Militar será recebida na Casa Civil para apresentar pedido de aumento salarial.

Fonte: RÁDIO GAÚCHA

Edson Brum critica tratamento diferenciado de Tarso para categorias de servidores

Pepo Kerschner - MTB 6595 | PMDB - 10:56-05/01/2012
O deputado Edson Brum (PMDB), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), voltou a criticar o tratamento diferenciado que o governador Tarso Genro (PT) vem reservando para as categorias de servidores. “O anúncio do reajuste para os delegados de Polícia é mais um exemplo de uma política que privilegia setores do funcionalismo que já estão entre os maiores salários”, apontou o deputado, que já havia condenado as incorporações de 45% do prêmio de produtividade aos vencimentos dos auditores e fiscais da Secretaria da Fazenda.
 
Sem questionar o merecimento ou não do reajuste para os delegados, que reivindicam uma equiparação com os salários dos procuradores do Estado, o deputado alerta para uma situação interna de insatisfação que poderá surgir na Polícia Civil. Ele considera que mais um abismo salarial está sendo criado, ao deixar de fora da proposta feita aos delegados os demais servidores, como os escrivães e inspetores. “É mais para quem ganha mais, mas apenas o discurso para quem ganha menos”, afirmou Edson Brum.
 
O parlamentar questiona também o fato da proposta de reajuste apresentar parte importante dos índices avançando até o ano de 2018. “Mas o mandato do governador termina em 2014”, diz. A proposta de pagamento prevê uma progressão de reajustes que começa em 2013, quando o salário inicial de um delegado de Polícia saltará dos atuais R$ 7.094,98 para R$ 8,5 mil. Para alcançar os projetados R$ 17,5 mil de vencimento inicial em 2018, o próximo governador arcará com três anos do realinhamento salarial proposto agora.
 
* Com informações de Carmen Schuck
© Agência de Notícias
As matérias assinadas pelos partidos políticos são de inteira responsabilidade dos coordenadores de imprensa das bancadas da Assembleia Legislativa. A Agência de Notícias não responde pelo conteúdo das mesmas.

VERTICALIDADE JÁ

O banner ao lado foi copiado do site da UGEIRM. Nossa luta é a mesma dos agentes da cô-irmã Policia Civil. Queremos VERTICALIDADE já.

Policia Civil: Governo chama sindicato para segunda etapa de negociação salarial, dia 13/01


O Chefe da Casa Civil do RS, Exmo.sr. Carlos Pestana Neto convidou o sindicato para dar início à segunda etapa de negociação salarial, com reunião prevista para o dia 13 de janeiro(sexta-feira), às 10h.

 
A pauta compreende o acordo firmado com o Sinpol-RS de incorporação do risco de vida e da giap ao salário básico dos agentes de polícia e a proposta de política de recuperação salarial (uma possível verticalidade) de consenso das entidades da Polícia Civil.

O governo estava aguardando o desfecho da negociação com os delegados de polícia para depois tratar com o sindicato oficial de toda a categoria e demais entidades classistas segmentárias da Polícia Civil. Os delegados aceitaram a proposta do Governo Tarso por unanimidade, ontem, em assembléia geral.


A idéia do governo na primeira reunião marcada para dia 13/01/2012 é de esclarecer como foi a negociação com os delegados. Será pontuado os itens 11, 12 e 13 do ofício da Casa Civil (ver aqui) enviado ao Sinpol-RS.

Esperamos que as negociações ocorram de forma a eliminar as diferenças salariais entre agentes e delegados, estabelecendo o equilíbrio salarial que faça justiça a todos os policiais.