PREVISAO DO TEMPO

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Correio do Povo | Notícias | Câmeras não flagram autor de falsa bomba em Porto Alegre

Governo retira abono e oferece proposta de reajuste nos salários para soldados da BM | Geral

Policiais civis rejeitam proposta do governo e aprovam paralisação | Geral

Leitura nas entrelinhas.

Não quero ser pessimista. Mas acho que se aceitarmos o abono levaremos uma "bola nas costas", pois lembram que existia um projeto (da Yeda) que quase dobrava os salários dos oficiais? Por isso eles estão em silêncio!!!!!!!!!!!!!!

Protesto com queima de pneus tem suspeita de bomba em Santa Vitória do Palmar

PRF acionou o esquadrão antibombas da Brigada Militar, que se desloca de Porto Alegre até o local da manifestação em um helicóptero

Joice Bacelo | joice.bacelo@zerohora.com.br
O primeiro protesto com queima de pneus registrado no extremo sul do Estado se apresenta com um agravante: há suspeita de bomba no local da manifestação. Desde as 6h40min, a pista da rodovia que liga Santa Vitória do Palmar a Pelotas (BR-471) está interrompida no km 665, cerca de oito quilômetros de distância do trevo de acesso à Santa Vitória.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) acionou o esquadrão antibombas da Brigada Militar, que está se deslocando de Porto Alegre até o local do protesto em um helicóptero. A previsão é de que a equipe especializada chegue em Santa Vitória do Palmar por volta do meio-dia. Por volta das 9h30min, o trânsito era desviado pelo acostamento.

A suposta bomba estaria dentro de um saco preto que tem dois fios conectados a um celular, deixado na rodovia durante o protesto com a queima de pneus. Uma faixa com a inscrição "PM — Pinico PTarso" foi encontrada pela PRF no local. 
ZERO HORA

Avanço dos protestos no RS provoca reunião de emergência da cúpula da segurança do governo

Nesta manhã, um falso artefato explosivo colocado ao lado de um boneco com farda da Brigada Militar mobilizou o Gate, que bloqueou ruas no centro de Porto Alegre

Gate recolheu material no viaduto Otávio Rocha e constatou que não se tratava de uma bomba - Ronaldo Bernardi
Gate recolheu material no viaduto Otávio Rocha e constatou que não se tratava de uma bomba
Foto:Ronaldo Bernardi
O avanço dos protestos por reajuste salarial dos policiais militares no Rio Grande do Sul provocou uma reunião de emergência da cúpula da segurança do governo. Na manhã desta quinta-feira, Tarso Genro reuniu-se no Palácio do Piratini com o secretário de segurança, Airton Michels, o comandante da Brigada Militar, coronel Sérgio Abreu, e o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana.

No início desta manhã, um boneco com a farda de policial militar foi colocado no viaduto Otávio Rocha, na Rua Duque de Caxias. Um artefato, supostamente explosivo, estava pendurado no boneco. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Brigada Militar foi acionado.

Para a verificação do material, o trânsito foi bloqueado na Duque de Caxias e na Avenida Borges de Medeiros. Foram grandes os transtornos na área central da Capital causados pela interdição de ruas.

Depois de removido, o Gate constatou que o boneco não tinha explosivos, apenas um invólucro recheado com papelão e fios de cobre.

Autoria dos ataques desconhecida:

A investigação sobre os protestos supostamente realizados por PMs descontentes com os salários deve demorar. A informação é do corregedor-geral da Brigada Militar, coronel João Gilberto Fritz, que não especificou uma data para conclusão dos trabalhos.

Em entrevista no programa Gaúcha Atualidade, o oficial alegou a dificuldade em investigar os diversos casos, já que estão espalhados por diversos pontos no RS.

— Essa investigação vai ser demorada. O Estado tem uma extensão muito grande. Essa investigação está apurando a situação de todo o Estado. Existem vários inquéritos — explicou o coronel Fritz.

O corregedor-geral disse também que o protesto no Viaduto Otávio Rocha será encarado como os demais.

— Recebemos esse protesto como recebemos todos os outros episódios dessa natureza. A Corregedoria está investigando. Tem um inquérito instaurado para apurar a autoria e a materialidade dessas infrações penais — destacou — Todas as imagens e informações que vierem aos autos do inquérito serão analisadas. É um outro oficial que está fazendo o inquérito. E essa pessoa precisa ter tranquilidade para trabalhar — concluiu.



Foto: Lauro Alves


O coronel Fritz explicou que a corporação está adotando cautela para apontar a autoria dos protestos, mas não descarta nenhuma possibilidade.

— Seria prematuro afirmar algo. Foram vários episódios desde o dia 4 de agosto. Então não posso afirmar se foi PM, se foi gente da ativa ou da reserva, ou até se foi de outro segmento. Daqui a pouco, outros grupos podem se valer dessa situação.

ZERO HORA

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Psicologia de brigadiano

Os brigadianos andam queimando pneus em busca de salário melhor. Meu pai era brigadiano. Eu sempre quis entender a psicologia dos policiais, militares ou não, brasileiros. É uma profissão estranha. Ganha-se muito pouco para correr risco de vida em defesa da sociedade. Policial só tem deveres. Não pode fazer grave. Não pode fazer manifestações fardado. Por qualquer coisa, cadeia. Deve morrer por nós tendo como recompensa um salário miserável. Mesmo ganhando muito pouco, deve ser ético, responsável, bem-educado, sereno, boa gente e heroico. Nossa sociedade é hipócrita. Quer bons policiais, mas não quer gastar muito com eles. Policial é pago com impostos. A sociedade quer excelentes policiais e poucos impostos.

Se eu fosse brigadiano, pegaria cana todo mês. Faria greve e exigiria ganhar muito mais. Brigadianos só pagam o pato. Arriscam-se por nós e são vítimas de preconceito. Tem gente que sente medo de policial. Vê o policial como inimigo, o repressor. É assim com qualquer agente da lei. O sujeito que dirige falando ao telefone fica indignado quando recebe multa. Brigadiano, até pouco tempo, era chamado de "pé de porco". Policial civil era "rato". O machismo autorizava falar em "mulher de brigadiano", esposas que ficariam felizes em apanhar. Eu, se fosse brigadiano, queimaria muito pneu por aí. Exige-se que o policial não seja corrupto. Mas ninguém o recompensa por essa probidade posta à prova diariamente. Eu não me arriscaria a morrer por quem quer que seja por menos de R$ 1 mil mensais. Minha vida custa um pouco mais. Uau!

Vereadores, deputados, juízes, promotores públicos, médicos, todo mundo ganha mais do que policial e professor. Por quê? Mera questão de quantidade. A sociedade precisa de mais professores e policiais. Logo, logicamente, eles devem ganhar menos. Eis o paradoxo que ninguém enfrenta. Sonhamos com uma tropa submissa e corajosa, que morra por nós sem pedir aumento. Um vereador não pega sol ou chuva na rua, salvo quando esquece o guarda-chuva ou vai à praia faltando a uma sessão no parlamento. Policiais e professores funcionam como pilares sociais. Quem os valoriza por tudo o que fazem? São obrigados a fazer cumprir leis esdrúxulas aprovadas por legisladores que ganham muito mais e ainda se corrompem. Morrem no campo de batalha do cotidiano. Ninguém dá bola. Faz parte da profissão. Problema deles. Policial é como poste. Ninguém cumprimenta nem afaga.

Todo vereador, deputado e senador deveria ser obrigado a ser policial e professor por uma semana. Aí, eles veriam o que é bom para a tosse. Iam se urinar de medo. A maioria aceitaria um trocado para arredondar o final de mês. Uma parte daria no pé 1 hora depois. Ser policial é padecer no inferno e ainda bater continência. Queimar pneu é pouco diante da péssima remuneração. Eu sempre me pergunto: por que alguém quer ser policial? Mais duro do que isso, só professor. O sujeito faz uma licenciatura, paga caro e vai ganhar R$ 400 reais para educar filho malcriado dos outros. É mole? É pura dureza.

Juremir Machado da Silva | juremir@correiodopovo.com.br

Policiais militares querem atrelar abono proposto pelo governo ao salário básico | Geral

Novos protestos com queima de pneus mostram insatisfação com negociações entre BM e governo | Geral

Correio do Povo | Notícias | Pelo menos três novos protestos com queima de pneus ocorrem no Estado

Correio do Povo | Notícias | Governo muda plano de carreira do magistério gaúcho

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Quadro Geral, o esquecido ALTERA O

Sérgio Arnoud

Governo entra, governo sai, mudam os governadores, os secretários e os gestores, e o Quadro Geral dos servidores estaduais segue esquecido.

Concebido, ainda na década de 50 do século passado, o Quadro Geral abrangia todos quantos prestavam serviços ao Estado, quer dizer, à população gaúcha. De lá para cá, diversos segmentos foram se desprendendo, formando quadros especiais, nas diversas áreas da administração pública.

Aos poucos, os servidores da Fazenda, da Saúde, do Planejamento, os de nível superior e os das autarquias, entre outros, foram formando quadros próprios de pessoal. Cada qual buscava se segmentar em busca da conquista de melhorias para seus integrantes, os quais sendo individualizados causariam menos impacto nas contas públicas.

As ambições desmedidas e particularizadas desprezaram o antigo ensinamento de Maquiavel que sublinha que é preferível dividir para governar. Sendo assim, enfraqueceu-se o todo em nome da busca desesperada de vantagens para uns poucos. O resultado é o que temos hoje. Tanto os servidores do Quadro Geral quanto os da Saúde, da Segurança, da Educação amargam enormes dificuldades, percebendo os piores salários do país. Especialmente o Quadro Geral, onde o piso, sobre o qual são calculadas as vantagens pessoais e temporais, é inferior ao salário mínimo nacional.

Fruto de muita luta, a Fessergs obteve a aprovação, este ano, de que ninguém ganharia menos que o piso regional de salários, ligeiramente superior ao salário mínimo nacional. Isso não era integralmente o que pleiteávamos, pois serve para acavalar vários padrões com a mesma remuneração. Mas foi o possível naquele momento.

Sempre que se fala em Quadro Geral, é importante que se diga que são esses servidores que anonimamente atendem a nossa população nas diversas repartições públicas, oferecendo o atendimento que necessitamos, mesmo ganhando salários insignificantes. De certa forma podemos dizer que, quando se exige melhoria nos serviços públicos, devemos estar apoiando a qualificação e o melhor tratamento para os servidores.

Como é que alguém, em sã consciência, pode pensar em bom serviço público se os servidores, os agentes do Estado, estão desmotivados, sem política de qualificação e sem qualquer perspectiva de valorização. É de se pensar que o desprezo dispensado pelos governantes aos seus servidores equivale àquilo que eles pensam da população que recebe esses serviços.

A Fessergs já manifestou essa preocupação ao governo do Estado e busca de todas as maneiras o agendamento de audiência para discutir a realidade salarial do Quadro Geral, seguramente o mais mal pago dentro da administração estadual. É visível o justificado descontentamento dos servidores e urgente a busca de entendimento para melhorar a remuneração dessa importante categoria profissional.

A Fessergs aguarda com ansiedade o início das negociações e confia na sensibilidade política do governador.

presidente da Fessergs

Fonte: Jornal Correio do Povo - 12/09/2011

Secretário estadual da Fazenda garante pagamento em dia do 13º salário do funcionalismo

O secretário estadual da Fazenda garante que o 13º salário do funcionalismo público será pago em dia. Em entrevista nesta terça-feira no programa Gaúcha Atualidade, Odir Tonollier, adiantou que existem alternativas para o pagamento do benefício em dezembro, apesar da previsão de déficit nas contas públicas neste ano.

— Neste ano posso adiantar que o 13º está garantido. Nós teremos ainda que perseguir um déficit, ou uma deficiência financeira, mas nós vamos alcançar algo na faixa de R$ 300 milhões, que até o fim do ano na falta de alternativas ainda temos a medida já conhecida de acessar o caixa único — explicou o secretário.

O governo apresentou aos senadores gaúchos a preocupação do RS em relação às propostas que estão no Congresso Nacional e podem gerar novos gastos em áreas como segurança e saúde.


Fonte: Zero Hora

ASSOCIAÇÃO DE CABOS E SOLDADOS POLICIAIS MILITARES DE PELOTAS CONVOCA


"PEGUE 300": protestos continuam após proposta de abono


Protestos com queima de pneus no Estado chegam a pelo menos 50 em dois meses
Manifestações começaram em agosto nas estradas e vias de cidades gaúchas
Após anunciar a proposta de abono salarial de R$ 300, o governo gaúcho parece não ter contentado todos os policiais militares. Por volta das 2h desta terça-feira, mais um protesto com queima de pneus foi registrado na ERS-239, em Parobé, próximo à indústria de máquinas Pandolfo.
A ocorrência foi atendida por volta das 2h desta terça-feira, conforme o Comando Rodoviário da Brigada Militar. Segundo a corporação, a rodovia ficou bloqueada no sentido Parobé-Taquara cerca de uma hora para que o Corpo de Bombeiros pudesse apagar as chamas no local.
O protesto tinha cerca de 10 pneus pegando fogo e ainda uma faixa, com os dizeres: "A família brigadiana não vive apenas de promessas, e sim de certezas".
Com essa manifestação, o número chega a pelo menos 50, desde que os bloqueios em rodovias tiveram início, em agosto. O levantamento tem como base informações recebidas pela Zero Hora.
A primeira queima ocorreu no dia 4 de agosto, em Frederico Westphalen, no norte do Estado. Os pneus em chamas bloquearam o km 20 da BR-386 por cerca de uma hora. Os protestos se arrastaram por todo o Rio Grande do Sul, enquanto o governo não encontrava saída para resolver as reivindicações de baixos salários dos PMs.
No dia 1º de setembro, foi a vez da Capital. Pneus foram queimados na Avenida Mauá, esquina com a Rua Carlos Chagas, no centro de Porto Alegre, por volta de 2h30min. Além dos bloqueios, os manifestantes utilizam faixas com recados à administração estadual e também bonecos vestidos com a farda da Brigada Militar (BM).
O comandante da BM, Sérgio Roberto de Abreu, tentou retomar as negociações com o alto escalão do governo Tarso Genro, mas o acordo não saía. Após divergências, acusações e adiamentos, o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, apresentou uma proposta de reajuste aos servidores da Brigada Militar, na tarde de segunda-feira.
Foi sugerido aos soldados, sargentos e tenentes um abono linear de R$ 300, pago em duas parcelas: R$ 140 em outubro e R$ 160 a partir de abril de 2012. Para a categoria dos soldados, a proposta contempla o reajuste salarial de 25% que era exigido. O aumento faria com que os vencimentos passassem de R$ 1.246 para R$ 1.546.
Algumas partes da corporação, no entanto, pedem a incorporação do abono aos salários. Segundo o presidente da Associação Beneficente Antonio Mendes Filho (Abamf), soldado Leonel Lucas, há insegurança na companhia, já que o abono pode ser suspenso a qualquer momento.
Se os R$ 300 forem introduzidos ao básico da categoria, o valor fica garantido. O chefe da Casa Civil prometeu para quinta-feira a divulgação da data em que o abono poderá ser incorporado aos salários. Comando da Brigada Militar não tem o controle.
Fonte: Zero Hora  Título da matéria: blog do Capitão Assumção 

Líder do PMDB avisa: "Abono não é salário. Brigadianos continuam os mais mal pagos do Brasil"

A proposta de um abono de R$ 300,00 para ser pago em duas parcelas e sem previsão de incorporação aos salários dos servidores da Brigada Militar surpreeendeu até o líder da bancada do PMDB na Assembleia. Para o deputado Giovani Feltes, a saída que o governador Tarso Gero (PT) encontrou diante da reivindicação de 25% de reajuste "mantém os brigadianos com o pior salário da categoria em todo o país e afasta mais ainda o compromisso de campanha de adotar a PEC 300 como piso".

. A proposta prevê uma primeira parcela de R$ 140,00 nos salários do mês de outubro e outra, de R$ 160,00, somente a partir de abril de 2012.



.  A falta de um índice para reajuste imediato do básico dos policiais militares também surpreendeu ao deputado. "Cansei de ver o PT dizendo que abono não é salário", recordou Feltes. Ele salienta que uma parcela autônoma não refletirá sobre outras vantatens, como o percentual de risco de vida e no pagamento de férias e 13º salário. Mesmo que a categoria aceite a proposta de abono, reforçou o líder do PMDB, os brigadianos devem manter a mobilização para garantir a aplicação do piso de R$ 3.200,00 previsto na PEC 300, "pois a BM acreditou na promessa eleitoral do governador".


- Depois de semanas de protestos com a queima de pneus em rodovias do RS, os PMs buscavam 25% de aumento sobre o salário básico. Os servidores da BM recebem atualmente R$ 1.170,00, enquanto outros estados com menor capacidade econômica reservam melhor tratamento aos agentes da segurança. Sergipe, que tem o 24º PIB do país, tem o salário inicial de R$ 2,4 mil

Fonte:

Porto Alegre: capital onde os policiais militares recebem o pior salário do país

Escrito por Arúkia Silva   
Qui, 08 de Setembro de 2011 14:09
Praças de vários Estados do Brasil – Santa Catarina, Rondônia, Roraima, Piauí, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Rio de Janeiro – já foram às ruas reivindicar por melhores salários, condições dignas de trabalho e respeito aos profissionais da segurança pública.
Agora é a vez dos praças do Rio Grande do Sul, que desde o mês de agosto, estão mobilizados para saírem da condição de “menor salário do país”.
De acordo com o presidente da Federação das Entidades Independentes dos Servidores Militares Estaduais de Nível Médio da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul (FERPMBM-RS) e também presidente da Associação dos Cabos e Soldados "João Adauto do Rosário" (ACS JAR), João C. Domingues, 74% da população concorda e apoia a reivindicação dos militares no Estado.
“O Rio Grande do Sul está em 4º lugar em arrecadação em todo território nacional graças ao esforço do trabalho dos gaúchos, não é justo que os profissionais da segurança pública sejam desvalorizados desta forma. Apresentamos uma pauta de reivindicação com as principais demandas a serem atendidas pelo Comandante Geral da Brigada Militar, o Secretário de Segurança e o Governador do Estado”, ressaltou.

Domingues informou ainda, que os militares estão aguardando do governador a apresentação de um calendário de reposição salarial para a classe.
“Tivemos o Apoio da Associação Nacional dos Praças (Anaspra) e da Aspra em todo processo de construção da pauta reivindicatória, vamos aguardar a manifestação do governo para decidirmos nossas ações futuras”, enfatizou.
A diretoria da Aspra informou que estará solidária e a disposição dos brigadianos e seus familiares nesta luta legitima e justa que somente ocorre devido ao descaso dos governantes.



Fonte: http://www.aspra.org.br/

Governo apresenta abono de R$ 300 para a BM

Categoria deve se reunir nesta semana para decidir se aceita a proposta

O governo do Estado apresentou, na tarde desta segunda-feira, uma proposta de abono de R$ 300 para os servidores da Brigada Militar em duas parcelas – R$ 140 para outubro e R$ 160 para abril do ano que vem, além de 1,2 mil promoções. Para o presidente da Associação de Cabos e Soldados, Leonel Lucas, o valor é considerado satisfatório e resta avaliar o calendário das incorporações e as promoções – a categoria entende que 5 mil policiais devem ser promovidos. Ambos os temas serão tratados em uma nova reunião nesta quinta-feira.

Em relação aos recentes protestos realizados por policiais militares, Lucas disse: "A gente quer que eles parem, mesmo porque está havendo avanços com o governo do Estado". O reajuste beneficiaria cerca de 35 mil soldados a tenentes da ativa e aposentados. A categoria deve se reunir nesta semana para decidir se aceita a proposta.

O secretário de Segurança Pública, Airton Michels, considerou que houve uma evolução importante nas negociações e que a oferta é “um avanço extraordinário” na valorização dos policiais militares. Já o Chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, classificou o abono como um “ganho real significativo”.

O comandante-geral da Brigada Militar, coronel Sérgio de Abreu, disse que espera que o reajuste compense os policiais e que as medidas apontam para a recuperação da qualidade de vida da categoria. Ele acrescentou que os protestos estão sendo investigados e que os autores serão responsabilizados.

Fonte: Correio do povo  www.correiodopovo.com.br
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=337386

Governo oferece 25% de reajuste para soldados da Brigada Militar

Foto destaque Em apenas oito meses no comando do Executivo, o Governo Tarso Genro ofereceu o maior reajuste dos últimos anos aos soldados da Brigada Militar e aumentou em 10 vezes o número de vagas destinadas à promoção para Terceiro Sargento da corporação. Em reunião entre os secretários da Casa Civil, Carlos Pestana, da Segurança Pública, Airton Michels, da Coordenação de Assessoramento Superior do Governador, Flávio Koutzii, e as direções das entidades de classe Associação Beneficente Antonio Mendes Filho (ABAMF) e Associação dos Sargentos Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM), na tarde desta segunda-feira (12), o Governo reafirmou o seu compromisso de valorização da categoria com ganhos reais nos salários.

O chefe da Casa Civil detalhou a proposta do Governo para os brigadianos. Caso seja aceita, o Executivo deverá enviar à Assembléia Legislativa projeto de lei em regime de urgência. Eis a proposta:
- ampliação do vencimento básico da categoria de R$ 1.246,00 para R$ 1.546,00 por meio de pagamento de abono de R$ 300,00 para todo o quadro de ativos e inativos, o que representa um reajuste de cerca de 25% para os soldados (R$ 140,00 a serem pagos em out/11 e R$ 160,00 em abr/12), com o compromisso de incorporação do abono ao piso da categoria até 2014;
- criação de 1.200 vagas para promoções (atualmente, há apenas 135 vagas).

Pestana comprometeu-se em enviar aos sindicalistas a formalização do calendário de incorporação do abono ao piso da Brigada Militar até a próxima quinta-feira. "Entendemos que a categoria precisa, realmente, ser melhor remunerada e é por isso que nossa proposta vai ao encontro do pleito dos brigadianos. Este é o primeiro passo que damos no sentido de oferecer um ganho real aos salários dos policiais e uma clara sinalização de que a gestão Tarso Genro vai honrar seu compromisso de valorizar os salários dos servidores da segurança pública".

Os sindicalistas reconheceram o esforço do Governo em atender às reivindicações da categoria, mas solicitaram que o Executivo amplie ainda mais o número de vagas para as promoções. "Até quinta-feira vamos trabalhar em cima desse pedido e tentar compor um calendário de ampliação do número de vagas para promoções. Mas salientamos que, dentro da nossa política de valorização da segurança pública, as negociações salariais não se encerram agora. Elas serão retomadas já no início de 2012. Esse é um compromisso de Governo", disse o chefe da Casa Civil.




Texto: Letícia Coiro de Vargas
Foto: Claudio Fachel/Palácio Piratini
Edição: Redação Secom (51) 3210.4305


Fonte:  http://www.estado.rs.gov.br

Para o áudio copie o link abaixo e cole em seu browse

http://www.estado.rs.gov.br/direciona.php?key=Y2FwYT0xJmluYz10di90di5waHAmY29kVHY9NTEzNyZhYnJlPXRydWUmdmc9JnZhYz0mY29yZWRlPSZvcGNhb21lbnU9Mg==

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Jóia participa de manifestações

 Quem passou pela RS 522 no final de semana passado, mais exatamente cidade de Jóia pode ver ao longo da rodovia faixas manifestando-se sobre a situação salarial dos componentes da Brigada Militar.

Um dos principais motivos de revolta é o corte da Bolsa-Formação

PÁGINA 10 | ROSANE DE OLIVEIRA

À espera da proposta
Está marcada para hoje a reunião na qual o governo apresentará sua proposta para o reajuste dos brigadianos, uma das mais delicadas operações na relação com os servidores públicos. Caberá ao chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, e ao comandante-geral da Brigada Militar, coronel Sérgio Abreu, apresentarem a oferta do Piratini, sabendo que qualquer valor compatível com a situação das finanças públicas será considerado pouco.
O governo negocia com os policiais militares em um clima belicoso. Apesar de ter dito que só negociaria quando cessassem os protestos violentos, o Piratini vai apresentar uma proposta sem ter conseguido a trégua prometida. Vai apresentar porque o governo se convenceu de que as entidades que representam os servidores não estão envolvidas no bloqueio de ruas e estradas com a queima de pneus. Os atos seriam manifestações isoladas de grupos descontentes com o governo.
A primeira dificuldade é oferecer um valor que faça diferença no contracheque dos soldados, que têm o pior salário entre os policiais militares do Brasil. Se desse os 25% pedidos, Piratini teria de estender esse índice a outras patentes da Brigada, o que é considerado impossível diante da falta de recursos. Como existe no Estado uma espécie de indexação informal dos salários, quando o governo oferece determinado índice a uma categoria, tem de pensar no que isso significará nas outras.
O mais provável é que seja oferecido um abono para elevar a remuneração mínima dos soldados da BM, já que um dos principais motivos de revolta é o corte da Bolsa-Formação, que o governo federal oferecia e assim aumentava a renda dos PMs. Ainda que satisfaça os beneficiados, essa proposta enfrenta resistência na Polícia Civil, onde o inspetor não aceita que o soldado ganhe o mesmo salário, já que dos brigadianos não é exigido curso superior para ingresso na carreira.

ALIÁS

Se o governo oferecer apenas um reajuste de 12% em duas vezes, como vinha se especulando, a proposta será rejeitada pelos brigadianos.

INFORME ESPECIAL | EDITORIA DE GERAL

Escalada

Os protestos de PMs por salário estão atingindo uma escalada perigosa. Depois de bloquear estradas com pneus ardendo em chamas nas madrugadas, manifestantes agora decidiram atrapalhar de vez a vida das pessoas.
Em Frederico Westphalen, as portas da agência do Banrisul foram lacradas com corrente e cadeados obrigando clientes a chamar a BM para acessar os caixas. Escorado nas portas, estava um boneco vestindo farda policial.
PAULO SANT’ANA
Ansioso reencontro
Os brigadianos descobriram finalmente uma fórmula mágica de forçar o governo a reajustar seus salários.
Mas haja pneus!

ZERO HORA

Governo estadual e policiais militares voltam a negociar reajuste salarial nesta segunda-feira

Protestos de brigadianos com queima de pneus têm chamado a atenção dos gaúchos


Nesta segunda-feira, às 17h, deve ocorrer mais um capítulo da negociação salarial entre governo estadual e policiais militares (PMs).

Há um mês, os protestos de brigadianos chamam a atenção dos gaúchos. Já foram mais de 40 queimas de pneus pelas estradas do Estado.

Os PMs querem 25% de aumento sobre o salário básico, hoje, em R$ 387,24. O governo ofereceu 4,63% e anunciou que não é com protestos que se dialoga.

Os PMs avisam: se da reunião de hoje não sair uma sugestão razoável, outras modalidades de protesto serão colocadas em prática.

Um sargento da Brigada foi enfático:

— Não queremos nada além do que nos foi prometido em campanha: o piso nacional (R$ 3,2 mil). Queima de pneu é só o início. O próximo passo é bloquear a circulação mesmo.


Fonte: Letícia Barbieri | leticia.barbieri@diariogaucho.com.br

Faixas na Serra apoiam brigadianos

O protesto dos brigadianos por melhores salários recebeu no sábado um inesperado apoio em Gramado. Diversas faixas de apoio pela dignidade salarial dos policiais amanheceram estendidas na cidade serrana. Comerciantes e empresários locais manifestaram apoio à causa. Houve a colocação de uma faixa - "Bem-vindos a Gramado. Roteiro turístico mais seguro do Brasil. Protegidos pelos policiais militares com o Pior salário do Brasil", no pórtico de entrada do município.
Fonte: Correio do Povo de 12set2011

BM vai investigar queima de pneus

Diante dos episódios de queimas de pneus nas BRs 153, no km 615, entre Bagé e Aceguá, e RST 473, em São Domingos, na saída para Lavras do Sul, a Brigada Militar pretende abrir investigação para apurar as responsabilidades. Conforme o comandante do 6 Regimento de Polícia Montada (6 RPMon) de Bagé, major Emílio Teixeira, os casos, quase simultâneos, entre a meia-noite de sábado e 1h deste domingo, não têm qualquer indício de autoria.

Fonte: Correio do Povo de 12set2011

Coluna da Taline Opptiz

Dor de cabeça
Piratini ainda não fechou proposta a ser apresentada à Polícia Civil e à Brigada Militar hoje. Dificuldade, de acordo com o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, está no valor e como será ancorada juridicamente. Também está em análise quem será beneficiado nesta primeira etapa.
Fonte: Correio do Povo de 12set2011

ESCLARECIMENTOS







DIÁRIO OFICIAL
Lei de n° 3.359 de 07/01/02 - Depósitos Antecipados

Foi publicada no DIÁRIO OFICIAL em 09/01/02, a Lei de n° 3.359 de 07/01/02, que dispõe:

Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internação de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.

Art. 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado ao responsável pela internação.

Art. 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos usuários e a afixarem em local visível a presente lei.

Art. 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Não deixe de repassar aos seus amigos, parentes, conhecidos...
Uma lei como essa, que deveria ser divulgada, está praticamente escondida! E isso vem desde 2002.
Estamos em 2011!



Se alguém recebeu o email acima, saiba que:  


Pedir caução para internamentos é proibido por Lei
Foto de médica e paciente internado
Lei do município do Rio de Janeiro (nº 3.359, de 07/01/02) prevê que hospitais que exigirem depósitos no internamento de doentes, terão de devolver em dobro o valor depositado ao responsável. Claro, se devidamente comprovado. Apesar de ser uma Lei municipal, o Jornal Conversa Pessoal optou pela divulgação pois muitos servidores aposentados ainda moram no Rio de Janeiro. É importante ressaltar que o ressarcimento em dobro é válido apenas no município do Rio.

Em âmbito nacional o que vale é Resolução Normativa nº 44, de 24 de julho de 2003, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que dispõe sobre a proibição da exigência de caução – depósito de qualquer natureza – em hospitais particulares ou para planos de saúde. A ANS inclusive instituiu uma Comissão Especial Permanente para receber as denúncias contra os prestadores de serviço. As reclamações serão encaminhadas ao Ministério Público Federal para apuração. O consumidor pode entrar em contato com o Disque ANS no 0800-7019656 (ligações gratuitas de qualquer cidade do país) ou no site da Agência Nacional de Saúde Suplementar.

fonte http://www.senado.gov.br/portaldoservidor/jornal/jornal69/utilidade_publica_hospitais.aspx