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sábado, 19 de novembro de 2011

Oficiais da BM reforçam pedido de reajuste salarial

Oficiais da BM reforçam pedido de reajuste salarial em assembleia<br /><b>Crédito: </b> Paulo Nunes

Mais de 500 policiais se reuniram na tarde deste sábado em assembleia

Oficiais da BM reforçam pedido de reajuste salarial em assembleia
Crédito: Paulo Nunes
Os oficiais da Brigada Militar (BM) realizaram assembleia na tarde deste sábado para debater a reivindicação de equiparação salarial com outras carreiras do Estado. A categoria defende que os vencimentos devem ser reajustados conforme o valor pago aos delegados de polícia.

Segundo o presidente da Associação dos Oficiais da Brigada Militar (ASOFBM) , tenente-coronel José Carlos Riccardi, uma série de medidas foi listada pelos policiais para o caso de o governos estadual não estabelecer uma negociação que contemple os interesses da categoria. “Nós não queremos prejudicar a sociedade, mas queremos ser reconhecidos e valorizados. Se não houver uma sinalização positiva, seremos obrigados a tomar atitudes que certamente impactarão a sociedade gaúcha”, afirmou o tenente-coronel.

A assembleia definiu que a equiparação com os delegados deve acontecer até janeiro, além de estabelecimento de calendário para a isonomia de carreiras jurídicas.

Fonte: Bruno Bertuzzi / Rádio Guaíba

Orientações após a decisão da assembleia do Cpers/Sindicato à direção das escolas estaduais


Tendo em vista a decisão da Assembleia do CPERS/Sindicato em deflagrar greve a partir do dia 18 de novembro, orientamos sobre os seguintes procedimentos que deverão ser adotados por diretores e diretoras:
- Respeitar a opção do professor e funcionário, garantindo, assim, tanto o direito à greve quanto o direito ao trabalho;
- Zelar pelo direito dos alunos à educação, preservando o espaço escolar e o patrimônio público;
- Garantir o fiel registro da realidade da escola quanto à efetividade de cada professor e funcionário;
- Disponibilizar o registro do ponto dos professores e funcionários que, efetivamente, estiverem cumprindo sua carga horária e regime de trabalho;
- Registrar no ponto a condição de grevista para aqueles professores e funcionários que assim se declararem.
Além desses encaminhamentos de ordem legal e funcional, os diretores de escolas devem:

1 – Informar a CRE sobre as ausências decorrentes da greve, para que busquemos alternativas que garantam a conclusão do ano letivo no tempo adequado, minimizando prejuízos, em especial aos 3ºs anos do Ensino Médio;

2– Buscar a reorganização do horário escolar da seguinte forma:
a) Concentrar os períodos nos quais há professores em atuação em turnos completos, evitando períodos vagos ou “janelas” aos alunos;

b) Concentrar eventuais ausências por motivo de greve em turnos inteiros, de forma a viabilizar futuras recuperações, considerando que os professores e funcionários que mantiverem as atividades encerrarão o ano letivo normalmente, conforme o calendário escolar original.

Ressalte-se que essas orientações devem respeitar o regime de trabalho e a carga horária dos professores e funcionários. 
Fonte: http://www.educacao.rs.gov.br/pse/html/noticias_det.jsp?ID=7915