PREVISAO DO TEMPO

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Folha de São Paulo: Rio Grande do Sul paga o pior salário das PMs do Brasil | ASSTBM

Os estados que mais ampliaram seus investimentos em segurança pública entre 2008 e 2009 foram Rio Grande do Sul (59,15%), Piauí (48,24%), Distrito Federal (46,3%) e Ceará (41,7%). Santa Catarina teve aumento de 712,58%, mas o índice se justifica por um ajuste contábil que retomou a prática de incluir os gastos com pessoal. No Rio Grande do Sul, o estudo atribui o alto índice a uma reorientação da política de segurança, enquanto no Ceará e em Piauí, ao aumento de recursos destinados à Defesa Civil, num ano em que houve grandes enchentes.

Os 10 piores salários dos policiais militares do Brasil são pagos pelos seguintes Estados:

1º Rio Grande do Sul – inicial de R$ 1.172,00 para Soldado
2º Pará – inicial de R$ 1.215,00 para Soldado
3º Pernambuco – inicial de R$ 1.331,00 para Soldado
4º Rio de Janeiro – inicial de R$ 1.450,00 para Soldado
5º Ceará – inicial de R$ 1.529,00 para Soldado
6º Mato Grosso – inicial de R$ 1.779,00 para Soldado
7º Bahia – inicial de R$ 1.927,00 para Soldado
8º Minas Gerais – inicial de R$ 2.041,00 para Soldado
9º Paraná – inicial de R$ 2.128,00 para Soldado
10º São Paulo – inicial de R$ 2.170,00 para Soldado

Quanto esses 10 piores Estados gastam do seu orçamento com os salários dos Policiais Militares

1º Rio Grande do Sul – 2,3%
2º Pará – 4,2%
3º Pernambuco – 3,6%
4º Rio de Janeiro – 3,0%
5º Ceará – Negou-se a informar ao Jornal Folha de São Paulo
6º Mato Grosso – 2,7%
7º Bahia – 8,3%
8º Minas Gerais – 6,4%
9º Paraná – 2,7%
10º São Paulo – 5,3%

Efetivos de Policiais Militares desses 10 Estados que pagam os piores salários do país:

1º Rio Grande do Sul – 25.650 PMs
2º Pará – 16..000 PMs
3º Pernambuco – 21.791 PMs
4º Rio de Janeiro – 39.000 PMs
5º Ceará – 15.900 PMs
6º Mato Grosso – 5.986 PMs
7º Bahia – 31.727 PMs
8º Minas Gerais – 45.119 PMs
9º Paraná – 18.100 PMs
10º São Paulo – 94.204 PMs

Levantamento divulgado nesta terça-feira (14/12) pela organização não-governamental Fórum Brasileiro de Segurança Pública revela que Rio de Janeiro e Roraima foram os dois estados que registraram redução nos gastos em segurança pública entre 2008 e 2009. No Rio, a queda foi de 24,58%, com R$ 3,71 bilhões investidos em 2009, contra R$ 4,9 bilhões em 2008. Em Roraima, a diminuição foi de 7,59%. O estudo também mostra que os gastos com segurança no país feitos pela União, pelos estados, Distrito Federal e municípios, somados, crsceram 111,5% entre 2003 e 2009. O total investido passou de R$ 22,5 bilhões em 2003 para R$ 47,6 bilhões em 2009. O valor abrange gastos com salários, despesas de manutenção, compras de equipamentos e sistemas de informação.

Considerando o gasto per capita na área de segurança, o Rio investiu R$ 232 por habitante em 2009, contra R$ 310 em 2008. Segundo o estudo, a participação das despesas com segurança no total do orçamento estadual do Rio também caiu, passando de 12,1% em 2008 para 8,6% em 2009.

Os estados que mais ampliaram seus investimentos em segurança pública entre 2008 e 2009 foram Rio Grande do Sul (59,15%), Piauí (48,24%), Distrito Federal (46,3%) e Ceará (41,7%). Santa Catarina teve aumento de 712,58%, mas o índice se justifica por um ajuste contábil que retomou a prática de incluir os gastos com pessoal. No Rio Grande do Sul, o estudo atribui o alto índice a uma reorientação da política de segurança, enquanto no Ceará e em Piauí, ao aumento de recursos destinados à Defesa Civil, num ano em que houve grandes enchentes.

Em valores absolutos, São Paulo foi o estado que mais investiu em segurança em 2009, aplicando cerca de R$ 10,11 bilhões, num crescimento de 13% em relação a 2008.

Em 2009, o estado com maior despesa per capita com segurança foi o Acre, com R$ 402,77 por habitante.

O número de adolescentes infratores que passaram por medida privativa de liberdade aumentou no país, chegando, em 2009, a 16.940. Em 2008, eram 16.868.

O Anuário 2010 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostrou também que aumentou o número de cidades com mais de 100 mil habitantes que integram o grupo de muito alta vulnerabilidade juvenil. Na edição de 2009 do anuário, dez municípios faziam parte desse grupo, número que agora é de 27 e inclui duas capitais – Recife e Maceió. A cidade de Marabá (PA) é a que tem mais alto grau de vulnerabilidade juvenil entre as 266 que fazem parte do ranking e Várzea Paulista (SP) a que tem o menor. O índice é feito levando em conta indicadores de homicídios, mortalidade por acidentes de trânsito, frequência a escola e emprego entre jovens de 12 a 29 anos, além de renda familiar e quantidade de anos de estudo.

O Fórum também fez levantamento sobre a população carcerária, e constatou que as taxas de encarceramento aumentaram em quase todos os estados do país. Alagoas foi o estado em que esse índice subiu mais (21%), de 101 presos por 100 mil habitantes em 2008 para 122 em 2009. Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte foram as principais exceções a esse cenário.

(Fonte: Com informações do Jornal Folha de São Paulo – Folha.com e Fórum Brasileiro de Segurança Pública)

Receita regulamenta atendimento ao contribuinte | Economia

Portaria publicada hoje no Diário Oficial da União regulamenta o serviço


Economia do Estado em 2010 tem o melhor desempenho da década | Contas públicas - ZH Dinheiro

Síndrome de Burnout uma doença do trabalho

Saiba mais sobre um distúrbio ainda pouco conhecido da população, mas cada vez mais inerente ao ambiente de trabalho. 

Excelência em Comunicação 

Não há dados sobre a incidência da Síndrome de Burnout no Brasil, mas os consultórios médicos e psicológicos registram um constante aumento do número de pacientes com relatos de sintomas típicos da Síndrome. O problema foi identificado em 1974, nos Estados Unidos, pelo pesquisador Freunderberger, a partir da observação de desgaste no humor e na motivação de profissionais de saúde com os quais trabalhava.

O termo síndrome de Burnout resultou da junção de burn (queima) e out (exterior), caracterizando um tipo de estresse ocupacional, durante o qual a pessoa consome-se física e emocionalmente, resultando em exaustão e em um comportamento agressivo e irritadiço. “Boa parte dos sintomas também é comum em casos de estresse convencional, mas com o acréscimo da desumanização, que se mostra por atitudes negativas e grosseiras em relação às pessoas atendidas no ambiente profissional e que por vezes se estende também aos colegas, amigos e familiares”, explica a psicóloga clínica e hipnoterapeuta ericksoniana Adriana de Araújo.

Segundo a especialista, é bom observar que “o problema é sempre relativo ao mundo do trabalho. É importante ressaltar, que a doença atinge pessoas sem antecedentes psicopatológicos”, afirma. A Síndrome afeta especialmente aqueles profissionais obrigados a manter contato próximo com outros indivíduos e dos quais se espera uma atitude, no mínimo, solidária com a causa alheia. É o caso de
médicos, enfermeiros, psicólogos, professores, policiais. “Recentemente, a categoria dos funcionários de companhias aéreas inseriu-se entre aquelas de alto risco para desenvolver a Síndrome, devido às pressões intensas e ao desgaste vivido durante a crise dos atrasos nos horários dos vôos”, exemplifica Adriana de Araújo. 
Apesar da associação do distúrbio com o perfil de trabalhadores já mencionados, ele pode afetar executivos e donas de casa também. Em comum, os candidatos à Síndrome apresentam uma personalidade com maior risco para desenvolver Burnout.
“Ou seja, são pessoas excessivamente críticas, muito exigentes consigo mesmas e com os outros e que têm maior dificuldade para lidar com situações difíceis”, explica a psicóloga.

A especialista também destaca algumas das características individuais que podem incentivar o estabelecimento da Síndrome: idealismo elevado, excesso de dedicação, alta motivação, perfeccionismo, rigidez. “Em geral, são indivíduos que gostam e se envolvem com o que fazem, não medindo esforços para atingir seus próprios objetivos e os da instituição em que atuam. De certa forma, é tudo o que as organizações esperam de um bom profissional”, conclui. Ou seja, os ambientes corporativos estimulam, de alguma maneira, esse tipo de comportamento entre os profissionais, criando condições que podem predispor ao adoecimento e, na seqüência direta, em licenças médicas e eventuais afastamentos por longos períodos.

Principais características da Síndrome de Burnout:

SINTOMAS EMOCIONAIS: 
avaliação negativa do desempenho profissional, esgotamento, fracasso, impotência, baixa auto-estima.

MANIFESTAÇÕES FÍSICAS OU TRANSTORNOS PSICOSSOMÁTICOS: fadiga crônica, dores de cabeça, insônia, úlceras digestivas, hipertensão arterial, taquicardia, arritmias, perda de peso, dores musculares e de coluna, alergias, lapsos de memória.

ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS: 
maior consumo de café, álcool e remédios, faltas no trabalho, baixo rendimento pessoal, cinismo, impaciência, sentimento de onipotência e também de impotência, incapacidade de concentração, depressão, baixa tolerância à frustração, ímpeto de abandonar o trabalho, comportamento paranóico (tentativa de suicídio) e/ou agressividade.

É preciso deixar claro que a Síndrome de Burnout não deve ser confundida com estresse ou depressão. No primeiro caso, o aparecimento dos sintomas psicossomáticos (dores de cabeça, insônia, gastrite, diarréia, alterações menstruais) sugere muito mais um estresse ocupacional crônico, algo que os estudiosos do assunto definem com tentativa de adaptação a uma situação claramente desconfortável no trabalho.

Em relação à depressão, chegou-se a cogitar uma sobreposição entre Burnout e depressão, no entanto, tratam-se de conceitos distintos. “O que ambos têm em comum é a disforia, o desânimo. Todavia, avaliando-se as manifestações clínicas, encontramos nos depressivos uma maior submissão à letargia e a prevalência aos sentimentos de culpa e derrota, enquanto nas pessoas com Burnout são mais marcantes o desapontamento e a tristeza. A pessoa que vivencia o Burnout identifica o trabalho como desencadeante deste processo”, explica Adriana de Araújo.

Atenção ao ritmo de trabalho

Na realidade, o ritmo acelerado e as tensões no trabalho existentes atualmente, por si só, não desencadeiam a Síndrome. “O desgaste com rotinas extenuantes, horas extras e cobranças de chefias constituem a regra quando o assunto é trabalho nos dias de hoje”, afirma a hipnoterapeuta ericksoniana Adriana de Araújo.

O ambiente de trabalho e as condições organizacionais são fundamentais para que a Síndrome se desenvolva, mas a sua manifestação depende muito mais da reação individual de cada pessoa frente aos problemas que surgem na rotina profissional.
A sensação de inadequação na empresa e o sofrimento psíquico intenso desembocam geralmente nos sintomas físicos, quando não dá mais para disfarçar a insatisfação, porque ela afetou a saúde.

O tratamento da Síndrome de Burnout é essencialmente psicoterapêutico. Mas, em alguns casos, pode-se lançar mão de medicamentos como os ansiolíticos ou antidepressivos para atenuar a ansiedade e a tensão, sendo sempre necessária a avaliação e, no caso medicamentoso, a prescrição feita por um medico especialista. “No processo psicoterapêutico, além do enfoque individual para o
alívio das dificuldades sentidas, é necessário a reflexão e um redimensionamento das atitudes relativas à atividade profissional, objetivos de vida e cuidados com a auto-estima e com sentimentos mais profundos de aceitação”, defende Adriana de Araújo.

Hora de parar

No decreto N° 3048/99 que regulamenta a Previdência Social, o grupo V da Classificação Internacional de Doenças (CID) 10 menciona no inciso XII a “Síndrome de Burnout, “Síndrome do Esgotamento Profissional”, também identificada como “Sensação de Estar Acabado”. O profissional tem direito a afastar-se uma vez que tenha sido diagnosticada a Síndrome. “É preciso que as empresas se conscientizem da urgência de reavaliar a cultura de exigir dos funcionários metas, às vezes, impossíveis para um ser humano”, alerta Adriana de Araújo. 
  





INFORMATIVO NCST-PB Sexta-feira, 17 de dezembro de 2010 VITÓRIA DO BOM SENSO


          Relatório da LO é sepultado

Passavam das 14h30 quando o deputado não reeleito Laerte Bessa (PSC-DF) entrou no plenário 11 das Comissões. Por mais de meia hora ele ficou sozinho na mesa diretora da Comissão Especial da Lei Orgânica esperando o quórum para abrir a sessão, mas nenhum deputado apareceu. Por volta das 15h30min, o presidente do colegiado Nelson Pelegrino (PT-BA) encerrou a sessão que nem chegou a começar coroando o trabalho obstinado dos policiais federais realizado ao longo dos últimos meses.

Ao encerrar a sessão sem convocar uma nova reunião para a semana que vem, Pelegrino sepultou um relatório que de maneira alguma atendia o interesse dos servidores da Polícia Federal e da sociedade. Como não há sessão da Comissão programada para a próxima semana, é impossível que o relatório Bessa seja lido e, com isso, a Comissão será extinguida sem ter votado o famigerado texto.

Na próxima legislatura o projeto reinicia sua tramitação com uma nova Comissão Especial formada pelos deputados ou ainda passando de Comissão em Comissão.

Temos que comemorar esta vitória dos policiais federais, mas já pensando em 2011 e nas estratégias que teremos diante de um novo Congresso Nacional e do desafio de fazer uma Lei Orgânica plural e democrática”, diz o presidente da Fenapef, Marcos Wink.

HISTÓRICO - Os últimos meses foram de muitas atividades para as lideranças sindicais da Polícia Federal. Com a chegada da Lei Orgânica da PF na Câmara, policiais iniciaram o trabalho na Comissão Especial visando contribuir para o aperfeiçoamento do texto. No entendimento dos policiais, o projeto produzido pelo DPF privilegiava somente delegados de Polícia Federal deixando os demais servidores de lado.

No início do processo legislativo, Laerte Bessa até fez pose de democrata dizendo que iria construir um relatório de consenso e em parceria com as entidades. Mas não era verdade. O parlamentar, que é delegado da Polícia Civil do DF, piorou o texto do DPF.

Diante da intransigência do deputado e do trabalho do DPF que queria ver aprovado o projeto de qualquer maneira, a Fenapef foi a campo. O trabalho realizado com planejamento e organização conseguiu convencer deputados de que era preciso rediscutir o projeto para que a Polícia Federal tivesse uma Lei Orgânica que alterasse a sua estrutura.

E na tarde desta quarta-feira, 15 de dezembro, os policiais atingiram seu objetivo saudado com um salva de palmas no interior do plenário.

Para o diretor de Estratégia Sindical Paulo Paes o ano de 2011 representará a retomada das discussões e a possibilidade de construção de uma proposta em favor de uma Polícia Federal mais moderna e que valorize seus servidores. “Mas para isso teremos que estar ainda mais organizados e participativos e esse trabalho começa agora”.

O diretor Parlamentar Marcelo Teixeira lembrou, ao final da sessão, o trabalho realizado pelos sindicatos. "De norte a sul do Brasil os colegas se reuniram com lideranças da Câmara e membros da Comissão num esforço que redundou na vitória de hoje.

Fonte:Agência Fenapef Nacional


Parabéns aos colegas da Polícia Federal, que lutam por uma carreira única e, conseguiram com muito esforço e determinação que o texto de do deputado Laerte Bessa não fosse votado.
Laerte Bessa, que é delegado de polícia civil do DF, traiu os policiais federais apresentando um texto que piorava a Lei Orgânica da Polícia Federal, bem diferente do que foi discutido com a categoria. O que esperar de um texto feito por um 'delegado de polícia'.


Tânia Alencar!!!

Comentário do Blog: Exemplo claro de que muito trabalho e união de sindicatos ou associações de classe realmente fazem a diferença. Tomemos por exemplo o fato aqui exposto e deixando as desavenças de lado façamos uma união de todas as associações da classe brigadiana e vamos à luta em 2011 para conseguir um salário digno e melhores condições de trabalho e de vida para o nosso servidor do nível médio. Quiçá consigamos o tão famoso subsídio que os oficiais de nivel superior estão postulando só para eles (normal, nosso efetivo é maior e eles só buscam a unificação para nos usarem como massa de manobra e após conseguirem o seu intento nos abandonam à nossa própria sorte), e assim "rachando" a categoria ao meio.


Dagoberto Valteman-2º Sgt RR BM
Jornalista-Registro MTE 15265

Correio do Povo - 23.12.2010: A negociação coletiva dos servidores

Depois de muitas décadas de luta, as organizações de servidores públicos comemoram a ratificação e o depósito da Convenção Coletiva 151 da Organização Internacional do Trabalho - OIT que trata da organização sindical, do direito de greve e de negociação e formalização de acordos coletivos para o funcionalismo.

Isso foi possível graças à sensibilidade política do Ministro do Trabalho Carlos Lupi e à firme decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E deve-se deixar claro que este fato não se trata de nenhum tipo de privilégio, mas sim da extensão aos servidores de direitos já usufruídos pelos demais trabalhadores há quase um século.

Passados os primeiros momentos que foram de justificada comemoração, as organizações sindicais representativas dos servidores retornaram à luta, agora pela regulamentação desses direitos que precisam ocorrer através de leis que acolham essas alterações.

É inegável que um dos princípios básicos da Administração Pública é o da legalidade, ou seja, qualquer direito deve ser precedido de uma lei que o autorize. Por isso a FESSERGS – Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do RS e a CSPB - Confederação dos Servidores Públicos do Brasil passaram a mobilizar as centrais sindicais brasileiras para atuarem unidas no Grupo de Trabalho instituído pelo Ministério de Trabalho e Emprego para tratar da regulamentação.

Foram realizadas inúmeras reuniões e plenárias nas cinco regiões brasileiras para elaborar um conjunto de diretrizes destinadas a embasar os projetos de lei necessários para a implementação das conquistas da Convenção 151.

A manutenção do Ministro Carlos Lupi, confirmado pela Presidente Dilma Roussef no Ministério do Trabalho foi recebida com simpatia e como uma sinalização de que o processo continuará seu caminho.

Aqui no Rio Grande do Sul, igualmente a legislação estadual deverá acolher essas importantes alterações e confiamos no espírito público e na tradição de diálogo do Governador Tarso Genro para que este processo avance.

É indispensável dizer que corremos contra o tempo, de vez que após o depósito da ratificação da Convenção 151 na OIT, em 15 de junho de 2010, abriu-se um período de um ano para que a legislação pátria acolha estas questões. Caso isso não ocorra, voltaremos à estaca zero.

Estas mudanças são tão importantes que tem motivado também as atenções dos organismos sindicais internacionais e dos representantes dos trabalhadores, como recentemente ocorreu na Reunião Regional Americana da OIT, da qual participei na condição de Diretor de Relações Internacionais da Nova Central de Trabalhadores - NCST, em Santiago do Chile, integrando a delegação do MTE. A preocupação é com a demora e a resistência dos governos das Américas em relação à sua ratificação.

A luta é constante, mas a expectativa é que os servidores públicos passem a usufruir dos mesmos direitos sindicais garantidos a todos os trabalhadores.

Sérgio Arnoud
Presidente da FESSERGS

Fonte: Jornal Correio do Povo - 23/12/2010

Deputada Stela Farias assume o compromisso de pagar a GIC aos Técnicos-Científicos

A futura secretária da Administração e Recursos Humanos, deputada Stela Farias (PT), pediu para que a direção do Sintergs retirasse a emenda que contemplava a GIC para os Técnicos-Científicos durante votação do projeto de reestruturação da estrutura administrativa do governo na Assembleia Legislativa. A proposição foi encaminhada pelo deputado Luiz Fernando Zachia(PMDB) a pedido do Sintergs. A deputada Stela assumiu o compromisso com a categoria, reconhecendo ser legítima a reivindicação e concordou que a GIC é devida aos Técnicos-Científicos. Também garantiu que o próximo governo não irá arguir a constitucionalidade da gratificação e pediu um prazo até o próximo dia 15 de janeiro, para definir a forma de pagamento da GIC. O presidente do Sintergs, Cesar Chagas, achou importante a iniciativa e o compromisso assumido pela parlamentar que fará parte do próximo governo, dizendo que a categoria já está cansada de receber promessas que depois não são cumpridas.

Fonte: www.sintergs.com.br

REAJUSTE DE DEPUTADOS GAÚCHOS É DESRESPEITO COM SERVIDORES E CIDADÃOS

A FESSERGS considera o reajuste de 73% para os parlamentares gaúchos, aprovado nesta terça-feira, um total desrespeito com os servidores e a população. "Enquanto os servidores do Quadro-Geral recebem um básico menor que o mínimo nacional, que necessita de complementação por ser inconstitucional, os deputados aprovam o que querem ao apagar das luzes de 2010", afirma o presidente da Federação, Sérgio Arnoud.

Por 36 votos a favor e 11 contrários, os deputados o reajuste dos próprios salários, com índice de 73%. A partir de 1º de fevereiro de 2011, os vencimentos do parlamentares, que hoje são de R$ 11,5 mil, ficarão fixados em R$ 20.042,34.

A bancada do PT e o deputado Cassiá Carpes (PTB) foram contrários ao reajuste. A proposição do PT era fixar os salários em R$ 15.521,06, a partir de 1º de fevereiro de 2011, e em R$ 17.400,66, a partir de 1º de fevereiro de 2013, mas a emenda não chegou a ser votada.

O reajuste repercutiu negativamente em todas as categorias de servidores que devem intensificar a mobilização por reajustes desde o início de 2011.

Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

FESSERGS INICIA DIÁLOGO COM NOVO GOVERNO

Flávio Berneira, Secretário-Geral entrega pauta de reivindicações da FESSERGS

 A deputada Stela Farias do PT garantiu que a postura do novo Governo será de diálogo com os servidores. A futura secretária de administração recebeu a direção da FESSERGS nesta quarta-feira em seu gabinete. A Federação entregou uma pauta de reivindicações que coloca a discussão como base para a melhoria dos serviços prestados a sociedade.










Representantes da FESSERGS tomam iniciativa de diálogo com novo Governo



Celso Paim do Sisdaer, Paulo Lima Presidente do Sinfers, Flávio Berneira Vice Presidente da AMAPERGS e Secretário Geral da FESSERGS e Dagoberto Valteman do Departameno de Assuntos de Justiça e Segurança Pública da FESSERGS








Dagoberto Valteman-Jornalista
Registro no MTE 15265


Fonte: http://www.fessergs.com.br
por:  Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781