PREVISAO DO TEMPO

sábado, 17 de março de 2012

Verticalidade já

   Os cartazes ao lado são de autoria do meu amigo Anderson da Associação de Cabos e Soldados de Pelotas
Agradeço ao amigo Anderson pela presteza em atender o meu pedido e confeccionar os dois cartazes.

Ato une funcionalismo no Piratini

Manifestação para pressionar o governo ocorreu ontem à tarde<br /><b>Crédito: </b> Paulo nunesO funcionalismo público se uniu em um ato unificado em frente ao Palácio Piratini, na Capital, ontem à tarde. Professores, policiais e servidores do quadro geral do Estado receberam o apoio de outros segmentos, como os trabalhadores federais e de outras instituições públicas.

Em frente à porta do Piratini, protegidos por um cordão de isolamento formado por brigadianos, professores estenderam uma grande faixa com a frase que resumia a tônica das reivindicações da categoria: "Tarso cumpra a lei. Pague o Piso". No carro de som, uma banda cantava nos intervalos entre as falas das lideranças sindicais. O governador Tarso Genro, entretanto, não ouviu a manifestação, pois não estava no Piratini ontem à tarde. A estimativa é que cerca de 2 mil manifestantes estiveram na Praça da Matriz.

Por volta das 16h30min, o grupo acompanhou o comando do Cpers/Sindicato até a Procergs, onde houve uma reunião entre o sindicato e o governo estadual. Os manifestantes desceram pela rua Espírito Santo, ao lado da Catedral Metropolitana, seguindo pela avenida Washington Luiz até a Procergs, na Loureiro da Silva. O trânsito foi desviado e ficou bastante congestionado.



Fonte: Coreio do povo 17mar2012


Policiais decidem rejeitar proposta

Assembleia aprova, ainda, paralisação de dois dias na semana que vem
Agentes civis realizam sua assembleia em frente ao Palácio da Polícia para analisar a oferta do governo<br /><b>Crédito: </b> PEDRO REVILLIONEm assembleia ontem, os agentes da Polícia Civil gaúcha aprovaram paralisação de dois dias, na quarta e na quinta-feira da próxima semana. Centenas de servidores se reuniram no Palácio da Polícia para avaliar a proposta salarial feita pelo governo do Estado em 13 de março. Por unanimidade, a oferta foi recusada. Após o evento, centenas de servidores caminharam até o Palácio Piratini.

Durante a assembleia, a proposta formal do governo chegou às mãos do presidente do Sindicato dos Escrivães, Inspetores de Polícia do RS (Ugeirm), Isaac Ortiz. No documento, assinado pela secretária adjunta da Casa Civil, Mari Perusso, está a previsão de um salário de R$ 3.114,33 para um investigador de 1 classe em 2018. Atualmente, ele ganha R$ 1.758,02. Já para os de 2 classe, R$ 3.559,23; de 3 classe, a proposta é de R$ 9.940,64; de 4 classe, R$ 4.321,08; de 5 classe, R$ 4.701,82; de 6, R$ 5.485,80, e para os de 7 classe, R$ 5.939,55.

O governo estadual ofereceu também para os inspetores escrivães de 1 classe, que hoje recebem R$ 2.439,21, um vencimento de R$ 4.874,03. Para os de 2 classe, R$ 4.986,61; de 3 classe, R$ 5.481,30, e de 4 classe, R$ 5.934,10. O salário de comissário é o mais alto e passaria de R$ 4.035,75 pagos hoje para R$ 8.633,26 em 2018. "Queremos uma proporcionalidade em relação ao que foi concedido aos delegados. Reivindicamos um salário inicial de R$ 8,3 mil", disse Ortiz. Para ele, o que é pago hoje aos agentes não condiz com o trabalho, que é de risco. "Estamos lutando pela nossa dignidade", afirmou. Na assembleia, muitos agentes se manifestaram e um só representante se posicionou contra a paralisação. Também foi aprovado, por unanimidade, o fortalecimento da operação "Cumpra-se a Lei", iniciada em fevereiro, em que os agentes não fazem atividades de delegados, como relatórios de inquéritos e oitivas. Ainda foi decidido manter a reivindicação da tabela de salários proposta pelo sindicato e a continuidade da campanha publicitária na mídia. A caminhada do Palácio da Polícia até a Praça da Matriz contou com carro de som, cartazes e bandeiras e foi acompanhada pela EPTC, pelo Grupo de Operações Especiais e pela Polícia Volante. À tarde, o Ugeirm protocolou na Casa Civil o resultado da assembleia.

Fonte: Coreio do povo 17mar2012

Magistério: ato público e impasse

Manifestação reuniu servidores públicos estaduais em protesto e marcou o fim da paralisação nacional dos professores


 Representantes de SEC e Cpers reuniram-se ontem, mas não houve acerto<br /><b>Crédito: </b>  JONATHAN HECKLER / DIVULGAÇÃO / CPA paralisação nacional da Educação pública, que durou três dias, culminou com ato público, que mobilizou mais de 2 mil manifestantes, na tarde de ontem na Capital. A mobilização ocorreu em duas partes. Na primeira, servidores de diferentes categorias do funcionalismo público estadual protestaram diante do Palácio Piratini. E, por volta das 16h30min, seguiram para a Procergs, na avenida Loureiro da Silva, onde aguardaram o resultado da reunião entre a direção do Cpers e o governo do Estado, iniciada às 17h e encerrada sem acordo entre Secretaria Estadual da Educação (SEC) e sindicato (Cpers).

O governo estadual manteve a proposta inicial de 76,6% de reajuste à categoria, até novembro de 2014. O secretário Jose Clovis de Azevedo reafirmou que o Executivo não vai retirar da Assembleia o projeto de lei com a proposição, que deverá ir à votação terça-feira (20/3). A presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, reiterou que a categoria exige o cumprimento da Lei do Piso e revelou que, na terça-feira, os trabalhadores da Educação da rede pública vão parar novamente as atividades e se voltarão à Assembleia Legislativa. "As escolas estarão fechadas para mostrar que vamos fazer de tudo para que o projeto não seja votado", disse.

O encontro entre governo e Cpers, liderado pelo secretário Jose Clovis e pela dirigente sindical Rejane de Oliveira, durou 45 minutos e foi marcado, mais uma vez, pela falta de consenso. "Mantemos o projeto, pois não vamos deixar os professores sem reajuste salarial", enfatizou o secretário. Já Rejane, ao deixar a reunião, foi para o caminhão de som em frente à Procergs e falou à categoria. "O governo desaprendeu a negociar. Seu projeto não faz referência ao Piso e não vamos aceitar que jogue migalhas aos professores", criticou.


Fonte: Coreio do povo 17mar2012

Professores querem o Piso agora

Os professores pedem a implementação imediata do Piso Nacional ao Magistério, de R$ 1.451,00. No entanto, a proposta do Palácio Piratini, que irá à votação na Assembleia Legislativa, prevê reajuste de 23,5%, em três parcelas, sendo a última paga somente em fevereiro de 2013. O governo alega que se dispôs a antecipar o pagamento da parcela de novembro para setembro, o que foi rejeitado pelo comando sindical.


Fonte: Coreio do povo 17mar2012




Casa Civil sairá de cena

Em meio à pressão crescente de categorias do funcionalismo, o governo prepara pacote de projetos, que deve ser encaminhado à Assembleia até o fim do mês, tratando exclusivamente de reajustes salariais. As propostas, que chegarão ao Legislativo mesmo sem o aval das categorias, incluirão a segunda parte de reajuste ao magistério, além de quadro geral, Polícia Civil e Brigada Militar. Assim que for concluída a votação dos projetos na Assembleia, o Executivo irá retirar da Casa Civil a responsabilidade de negociação com as categorias, centralizando as discussões no Comitê de Diálogo Permanente (Codipe). Criado em março de 2011 para servir como canal direto de negociação entre governo e servidores, o Codipe é coordenado pela Secretaria da Administração, Stela Farias, que terá suas atribuições e sua atuação política reforçadas na gestão. Com a mudança, a intenção é tentar desvincular da imagem do governador Tarso Genro, devido à proximidade do gabinete com a Casa Civil, do desgaste gerado pelas negociações com os sindicatos dos servidores públicos.



Fonte: Coreio do povo 17mar2012

Coluna da Taline Oppitz
taline@correiodopovo.com.br



De fora


Apesar das sucessivas reivindicações da categoria, pelo menos, por enquanto, a proposta de reajuste salarial aos técnicos-científicos não está entre as que serão incluídas no pacote de projetos de reajuste, encaminhado pelo governo à Assembleia ainda este mês.


Fonte: Coreio do povo 17mar2012

Coluna da Taline Oppitz
taline@correiodopovo.com.br



Servisores do IPE

O Sindicato dos Servidores do IPE aguarda há 15 dias pelo retorno ao pedido de audiência para discutir reajuste dos servidores. Segundo o presidente do Sindipe, Bayard Bernd, a defasagem chega a 35,27%.


Fonte: Coreio do povo 17mar2012

Coluna da Taline Oppitz
taline@correiodopovo.com.br

Fôlego

O Cpers dá indícios de que está retomando o fôlego e a mobilização para brigar pelo pagamento do Piso nacional do magistério no Estado. A recuperação ocorre após a baixa adesão à greve no fim do ano passado, que enfraqueceu a capacidade de pressão do sindicato.


Fonte: Coreio do povo 17mar2012
Coluna da Taline Oppitz

taline@correiodopovo.com.br

sexta-feira, 16 de março de 2012

Paralisação nacional se encerra hoje


A paralisação nacional dos professores completou ontem o segundo dia de manifestações. Conforme o Cpers/Sindicato, no RS atingiu 90% da categoria. O movimento, organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), no Estado é comandado pelo Cpers.

As atividades de protesto, que se encerram hoje no país, envolverão, na Capital, ato público para deliberar sobre a proposta do governo estadual para pagar o Piso. Às 14h, o 39 Núcleo/PoA realiza ato junto com entidades do funcionalismo público, diante da Secretaria Estadual de Educação (SEC); e o grupo segue em caminhada até o Palácio Piratini.

Ontem, grandes escolas da Capital amanheceram vazias novamente. Em Novo Hamburgo, o protesto dos professores tomou as ruas. Para a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, a mobilização mostra união e que haverá pressão contra o governo.

Professores e governo devem discutir hoje o projeto que está na Assembleia Legislativa (AL). "Vamos negociar, mas não abriremos mão da nossa proposta, que é garantir o Piso Nacional neste ano", afirmou a dirigente. A expectativa é de que o projeto do governo venha a ser votado na próxima terça-feira, na AL.


Fonte: Correio do Povo 16mar2012