PREVISAO DO TEMPO

sexta-feira, 6 de abril de 2012

As armas “não letais” não existem…


No livro “Eu, Robô” (1950), Isaac Asimov estabelece três leis para o desenvolvimento da robótica. A primeira delas diz que “Um robô não pode ferir um ser humano”, e a segunda que “Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei”. A definição de robótica de Asimov parece um tanto utópica, pois desconsidera um fator chave: nada garante que os seres humanos se utilizem da tecnologia robótica para fins escusos, infringindo as leis acima.

Esta observação sobre a robótica guarda alguma semelhança com o entusiasmo que muitas vezes se pratica em torno das “armas não letais” (pistolas de descarga elétrica, espargidores de pimenta etc), como se estas, sozinhas, tivessem a responsabilidade de tornar as polícias menos letais, mais humanas, menos agressivas.

É verdade que sem a disponibilização dos devidos equipamentos, um policial não conseguirá cumprir a cartilha do Uso Progressivo da Força, que determina que o exercício da força legal obedeça a patamares sucessivamente graduados. Para evitar o crime, o policial inicia sua atuação com a mera presença ostensiva, passando pela verbalização, seguindo-se o uso de técnicas de imobilização do suspeito até chegar o uso letal da arma de fogo.

Mas é falacioso dizer que, apenas por estar portando certos equipamentos, o policial está apto a exercer moderadamente a força. Há ainda que se considerar, pelo menos, o elemento técnico – o policial sabe utilizar no momento adequado o equipamento que porta? – e o elemento ético-moral – o policial quer utilizar a arma para um fim humano legítimo?

É preciso lembrar que uma pessoa que tenha alguma doença respiratória pode morrer com o uso de sprays “não letais”. As armas que realizam descargas elétricas podem matar, a depender das circunstâncias. Mesmo um golpe de defesa pessoal pode ter como efeito o óbito. Aliás, qualquer objeto pode ter este efeito (desde uma pedra até uma caneta).

Mas isto não é questionado, para o bem da imagem das corporações policiais, e para evitar o trabalho dos governos com reformas educacionais e culturais nas polícias.

Em resumo: precisa-se discutir menos a aquisição e uso de armas “não letais”, e valorizar a reflexão sobre profissionais policiais menos letais. Ou então, vamos acreditar na criação de armas no modelo robótico proposto por Asimov, que disciplina as máquinas, mas esquece dos homens.

Fonte: Em: Equipamentos, Opinião

Autor: Danillo Ferreira
http://abordagempolicial.com/2012/03/as-armas-nao-letais-nao-existem/




Assembléia fará audiência pública para discutir por que Tarso Genro não cumpre a lei do piso do magistério.

Cristóvam Buarque e Mercadante serão convidados para o debate. O senador Cristóvam Buarque e o ministro Aloísio Mercadante criarão um enorme constrangimento para o governo Tarso Genro, porque ambos apóiam firmemente a imediata implantação do piso nacional do magistério no RS. Ambos são aliados de Tarso. Cristóvam chegou a dizer que o governador merece tomar um impeachment por descumprir a lei. O deputado Frederico Antunes, um dos que subscreveu o requerimento de audiência pública, disse ao editor que também serão convidados os tres senadores do Estado, as bancadas federal e estadual, mais Famurs e Cpers.

. A oposição conseguiu êxito na segunda tentativa que fez na Assembléia do RS para abrir uma audiência pública destinada a debater o descumprimento do piso nacional do magistério por parte do governo Tarso Genro, PT. Na quinta-feira da semana passada, a bancada do PT conseguiu obstruir a votação. Desta vez os oito deputados votaram a favor da reunião.

. A presidente da Comissão de Finanças da Assembléia, deputada Maria Helena Sartori, disse ao editor que ainda vai marcar a reunião e que pedirá as instalações do Teatro Dante Baroni. Os deputados que aprovaram o requerimento apresentado pelos líderes do PP, Frederico Antunes e João Fischer, e do PMDB, Márcio Biolchi e Giovani Feltes, foram os seguintes: Carlos Gomes, Cassiá Carpes, Frederico Antunes, João fischer, Zila Breitenbach, Márcio Biolchi, Raul Pont e Maria Helena Sartori.
 
Fonte: Jornalista Políbio Braga

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quarta-feira, 4 de abril de 2012

PMs voltam a protestar contra Código de Ética

PMs voltam a protestar contra Código de Ética
Um dia depois de sugerir ao comando da Polícia Militar discussão sobre o projeto do Serviço Extra Voluntário (SEV) – uma espécie de “bico” remunerado pelo contribuinte alagoano –, o sargento Teobaldo de Almeida criticou a cúpula da Secretaria de Defesa Social (Seds) pelo fato de não ter discutido com as associações militares o Código de Ética da PM, que está em discussão na Assembleia Legislativa.

“Essa proposta tira uma série de direitos dos policiais militares, que, em caso de aprovação, serão privados inclusive do direito à liberdade de expressão”, diz o militar, crítico contumaz da maneira como a cúpula da Polícia Militar de Alagoas conduz sua tropa na capital e no interior do Estado. “Nem sempre há debate com as associações. É o caso do Código, que querem aprovar de qualquer jeito”, alfineta.

A nova polêmica diz respeito ao projeto de lei encaminhado pelo governo do Estado à Assembleia Legislativa (ALE). O texto tramita na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ), sob a presidência do deputado João José Pereira Filho, o “Joãozinho Pereira”, e não tem data prevista para ser submetido à votação em plenário.

Fonte:Gazeta Web




 

terça-feira, 3 de abril de 2012

CCJ fará audiência pública sobre PL que institui parcela autônoma para servidores públicos

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presidida pelo deputado Marco Alba (PMDB), aprovou, na manhã desta terça-feira (3), em reunião ordinária, requerimento para realização de audiência pública sobre o PL 46 2012, do Poder Executivo. O projeto propõe a instituição de uma parcela autônoma especial para os funcionários públicos estaduais.

Fonte: Agência AL - www.al.rs.gov.br - 03/04/2012

Fessergs e servidores da saúde discutem mobilização da categoria

A direção da Fessergs, representantes do Sindissama (Sindicato dos Servidores da Saúde), do Sintergs (Sindicato dos Técnicos-Científicos) e servidores da secretaria da saúde realizaram reuinião de trabalho na tarde desta segunda-feira (02/04) na sede da Federação. O encontro foi preparatório para a audiência marcada com o Codipe para dia 18 de abril, às 11h na Seecretaria da Administração, quando será apresentado pelo governo um plano de recuperação salarial para a categoria. Os servidores da saúde pretendem marcar presença e estar fortemente mobilizados para o encontro com o Codipe, a exemplo da reunião ocorrida em 27 de março, quando cerca de 300 servidores compareceram na secretaria de Administração para cobrar um índice de reajuste para a categoria. A Fessergs reafirmou total apoio aos servidores da saúde e acompanhará a reunião agendada para 18 de abril.

Tatiana Danieli

Jornalista Diplomada - MTB 8781