PREVISAO DO TEMPO

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Justiça concede liberdade para bombeiros presos no Rio de Janeiro

Eles invadiram o local durante uma manifestação por melhores condições de trabalho

A Justiça do Rio de Janeiro concedeu um habeas corpus para soltar os 439 bombeiros presos após a invasão do quartel central da corporação. Eles invadiram o local durante uma manifestação por melhores condições de trabalho, há uma semana. Os bombeiros exigem imediata elevação do piso salarial da corporação de R$ 950 para R$ 2 mil.

Desde o ocorrido, familiares e amigos dos detidos acamparam em frente a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Os soldados presos foram autuados em quatro artigos do Código Penal Militar: motim; dano em viatura; dano às instalações; e impedir e dificultar saída para socorro e salvamento.

Bombeiro brasileiro nos EUA compara situações


Aqui, quem protesta não vai preso', diz brasileiro bombeiro nos EUA

Para Odimar Batista, situação dos colegas no Brasil é absurda.

Bombeiros iniciantes ganham R$ 6,5 mil por mês em sua cidade, contou.

Daniel BuarqueDo G1, em São Paulo
O brasileiro Odimar Batista, com farda de bombeiro nos EUA (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal) 
O brasileiro Odimar Batista, com farda de bombeiro
nos EUA 

O bombeiro Odimar Batista ficou chocado com as notícias que leu a respeito da prisão de seus colegas de profissão que atuam no Rio de Janeiro após protestos por melhores salários e condições de trabalho. Depois de quatro anos trabalhando na função, ele está acostumado a ver seus contratos renegociados periodicamente e a ver manifestações de colegas serem aceitas sem haver repressão. “Aqui, quem protesta não vai preso”, contou ao G1 direto dos Estados Unidos, onde vive desde 1988.
“Os bombeiros aqui nos Estados Unidos, por meio dos sindicatos, podem negociar seus contratos cada vez que eles expiram. Todo trabalhador tem direito a isso”, contou, a respeito da situação na cidade de Wayland, em Massachusetts, onde trabalha.
Segundo ele, sempre existe um ponto de contenção, e é normal haver disputa nas negociações. “Mas tudo é negociado bem detalhadamente. Colocamos o que queremos na mesa e vamos discutindo. Há uma mediação, processo litigioso e tudo é disputado. Em alguns lugares do país, quando não se chega a acordo, os bombeiros fazem protestos, aparecem na mídia, falam, mas não são presos”, disse.
R$ 6,5 mil por mês
Batista respondeu ao contato do G1 e concedeu entrevista desde Massachusetts por telefone usando um iPhone. No Brasil, um aparelho como este custa cerca de R$ 1.500, um valor bem acima do salário inteiro de muitos bombeiros brasileiros.

Segundo Batista, o salário de um bombeiro iniciante em Wayland, cidade em que trabalha, é de US$ 49 mil por ano (equivalente a cerca de R$ 6,5 mil por mês). Além disso, há uma série de “diferenciais”, como curso superior, curso de paramédico e horas extras, que aumentam o valor recebido pelos profissionais.
“Do ponto de vista financeiro, é um trabalho que vale a pena”, disse. Fora o salário, os bombeiros da cidade trabalham em um esquema de dois plantões de 24 horas em 3 dias, seguidos de 5 dias de folga, o que permite que tenham outros trabalhos. “Eu tenho outros dois trabalhos, que ajudam a melhorar a renda”, disse Batista.
Nos Estados Unidos, os bombeiros respondem às cidades em que atuam, e não ao governo do Estado como acontece no Brasil. Os salários são definidos localmente, e variam de lugar para lugar. Em Nova York, por exemplo, o salário inicial dos profissionais é equivalente a R$ 4,3 mil por mês, com 5 reajustes anuais até chegar a R$ 6,1 mil - sem contar benefícios. No caso de paramédicos, o valor é mais alto, e começa em quase R$ 6 mil.
Em todo o país, há muitos voluntários que trabalham como bombeiros, mas a instituição também costuma ter profissionais contratados, de carreira.
Vocação longe de casa
Mineiro de Coronel Fabriciano, Batista morava em Vitória (ES) quando foi para os Estados Unidos, em 1988, aos 17 anos. A ideia era ficar pouco tempo, mas ele começou a trabalhar e acabou ficando até hoje.

Após trabalhar em restaurantes e como pintor, em 1995 ele decidiu que queria ser bombeiro. Fez cursos, testes de seleção, buscou de todas as formas, mas só conseguiu ser aceito em 2008. “O processo é muito rigoroso”, disse. Desde então, já trabalhou em duas cidades diferentes e já esteve em situações de risco, atuando em incêndios residenciais e situações de resgate e busca.
Por mais que se tornar bombeiro tenha sido a realização de vocação, um sonho profissional, Batista disse ao G1 que, por conta da situação dos colegas no Brasil, não aceitaria voltar para o país onde nasceu.
“Gostaria muito de voltar para o Brasil, mas não aceitaria essas condições de trabalho de maneira alguma. Não teria as oportunidades e as condições de trabalho que tenho aqui”, contou. “Arriscamos nossa vida exercendo a função de proteger vidas. É um sacrifício pessoal e familiar. No Brasil, o trabalho é feito sem receber bem, com equipamentos problemáticos e sem poder reclamar. O que está acontecendo é um absurdo”, disse.



Fonte: 
http://policialbr.com/profiles/blogs/bombeiro-brasileiro-nos-eua?xg_source=msg_mes_network

Pozzobom diz que calotarso tirará R$ 500 milhões por ano do bolso dos credores de precatório

Depois do pacotarso e do ditatarso, outro neologismo começou a carimbar um dos cinco projetos que o governo protocolou na Assembléia do RS para fazer caixa (R$ 1,01 bilhão por ano).

Trata-se do calotarso.. É como o deputado Jorge Pozzobom, que nesta quinta passou o dia em Santa Maria, enxerga o calote de R$ 500 milhões por ano que o governo quer emplacar em cima dos credores de precatórios.- O calotarso será votado em regime de urgência, portanto até o final do mês, junto com os dois projetos sobre a previdência e o que aumenta o valor da taxa ambiental das empresas. O projeto que cria a inspeção veicular não terá rito sumário.

Fonte: Jornalista Políbio Braga
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E os bombeiros da Bahia, como andam?

E os bombeiros da Bahia, como andam? Já lhes perguntaram, da cúpula aos escalões inferiores, se não seria interessante tocar em frente projeto para desvincular o Corpo de Bombeiros da PM, concedendo autonomia e comando próprio? O momento é oportuno para trazer o debate nacional para a realidade do estado.

Os grupamentos sofrem com tantas ou mais carências que os batalhões, prova disso é reportagem publicada em A Tarde neste 08Jun11, apontando as limitações logísticas atuais, que, se postas à prova, poderiam provocar grandes complicações.
Há evoluções recentes, como a definição de vagas separadas entre PM e BM nos concursos, bem como a formação devida dos soldados com foco na atividade a ser desenvolvida, mas ainda ocorrem casos em que “da noite para o dia, dorme polícia e acorda bombeiro”, o que não é uma simples mudança de quadro, mas sim alteração significativa da atividade a ser desempenhada.
Apesar de existirem casos de excelentes profissionais que cumprem bem as obrigações ao mudar de ramo, o ideal é separar o que tem diferenças por natureza, inclusive como forma de elevar o profissionalismo e valorizar a qualificação. Se na formação de soldados a situação melhorou, ainda há problemas nos escalões superiores, como a possibilidade de dar a formação de combatente PM a um aluno durante 3 anos e após a formatura transferi-lo para o quadro de bombeiros, exigindo um novo processo de formação técnica e prática, além da anulação de grande parte do investimento durante o período de curso.
Ou seja, o sargento BM que tenha intenção de tornar-se oficial só encontra hoje a opção de concorrer às vagas do CFOPM, adquirindo conhecimentos de uma profissão que não exercerá, algo paradoxal. Felizmente há trabalhos direcionados à elaboração de currículo para servir de matriz para a formação de oficiais BM futuramente no estado, algo útil e necessário.
Diz-se que a concorrência entre polícia e bombeiro na compra de viaturas, por exemplo, é desleal, dada a visibilidade alcançada pela ostensividade das rádio-patrulhas, trazendo retorno político para o governo, versus os altos custos de investimento em veículos de resgate e salvamento. Talvez, sendo uma corporação plena, a “boina vermelha” passasse a desfrutar de mais investimentos, melhor orçamento, recursos e efetivo para desenvolver suas ações… Ou não.
Polícia é um tema urgente, imediato, em voga, batido e discutido aos quatro cantos, mas é preciso lembrar também dos bombeiros, que às vezes acabam relegados a segundo plano, porém no apuro se constatará sua importância, tomara que já não seja tarde demais.

Bombeiros baianos sofrem com falta de estrutura.

Luciano da Matta/Agência A TARDE
Uma das viaturas avariadas: comando alega que há carência de assistência especializada
Uma das viaturas avariadas: comando alega que há carência de assistência especializada
O Corpo de Bombeiros de Salvador não tem estrutura para apagar incêndios em prédios com mais de seis andares. Os equipamentos de segurança são de uso coletivo, quando deveriam ser individuais. Cilindros de oxigênio estão vencidos. Apenas duas viaturas de Autobusca de Salvamento (ABS) atendem à Grande Salvador.
Estes são alguns dos problemas enfrentados todos os dias pelos bombeiros, conforme depoimentos de militares ouvidos nesta terça-feira, 7, por A TARDE (alguns avaliam até que o limite seja de três andares)  e que preferem manter o anonimato.
“Se fosse preciso, com a estrutura que temos, acho que chegaríamos até seis andares”, diz o comandante de operações de Bombeiros Militares, coronel Dalton Barbosa.
Ele admite as deficiências, à exceção da validade dos cilindros de oxigênio. Mas pondera que “o governo está sensível e o secretário da Segurança é favorável a investimentos. Eles sabem que é uma necessidade, e creio que teremos mudanças em breve, com investimento em equipamentos”. O oficial, no entanto, não fala em prazos.
Realidades -  Enquanto no Rio de Janeiro, desde domingo, bombeiros em greve estão acampados em frente à Assembleia Legislativa, reivindicando a libertação de 439 colegas presos após a invasão do quartel central da corporação, na última sexta-feira, além do aumento de salário, aqui os problemas parecem ser outros.
Os R$ 950 líquidos de remuneração inicial dos militares cariocas são inferiores aos cerca de R$ 1.500 pagos na Bahia.
“Mas quanto vale a nossa vida? Corremos riscos todos os dias. O ideal é equiparar os salários com outros estados e melhorar a infraestrutura”, questiona o presidente da Associação dos Praças, Soldados e Bombeiros da PM (Aspra), Marcos Prisco.
Segundo ele, a Aspra fará uma manifestação, em solidariedade aos colegas cariocas, às 14h da próxima sexta-feira, no largo do Farol da Barra.
Na Bahia, há cerca de dois mil bombeiros, 12 mil a menos que o recomendado pela Organização das Nações Unidas. As 93 viaturas também não atendem ao número recomendado, que é 1.400, levando em consideração a população do Estado.
O coronel Dalton avisa que, para reforçar a equipe, 214 bombeiros foram convocados para exames médicos esta semana.
Comando - Segundo o Comando de Operações de Bombeiros Militares na Bahia, a corporação, criada em 1924, é composta por  2.082 militares, distribuídos em 15 grupamentos e cinco subgrupamentos em todo o Estado. “Estas unidades têm que atender a todos os 417 municípios baianos”, aponta Prisco.
Ainda segundo o comando, os sargentos e soldados bombeiros não contam com curso de formação de oficiais na Bahia. Para isso, é necessário frequentar aulas em outros estados, a exemplo de São Paulo, Pará, Brasília, Minas Gerais, Pernambuco e Paraná.

Helga Cirino e Danile Rebouças
Fonte: http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=5732499

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.

Se Libertaram Battisti que ganhou hospedagem em hotel de luxo, porque não libertam os bombeiros presos no Rio de Janeiro?

Policiais e Prefeitura se encontram para definir moradia em Bento Gonçalves

Policiais e Prefeitura se encontram para definir moradia em Bento

Proposta foi apresentada aos integrantes da Segurança Pública nesta quarta-feira(8)


Cerca de 30 policiais compareceram no encontro




































Na noite desta quarta-feira (8), nas dependências do Galpão do 3º Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (3ºBpat), aconteceu o encontro entre integrantes da Segurança Pública de Bento Gonçalves e Prefeitura. Na reunião estiveram presentes ceca de 30 policiais, que na oportunidade tiveram conhecimento da proposta do Executivo na construção de apartamentos numa área cedida pela Prefeitura no Ouro Verde, para 25 ou 30 apartamentos de até 70m²; uma construção de condomínio vertical em área do Governo do Estado que será repassada ao município (em fase negociação).
Sobre a aquisição de apartamentos no empreendimento Don Inácio residencial, há disponibilidade de 30 apartamentos. Nesta última proposta, os apartamentos são de 46m² com vaga de estacionamento, dois dormitórios, aproveitamento da água da chuva, sistema de aquecimento solar da água para chuveiro e piso laminado na sala e dormitórios.
A reunião contou com a participação do Presidente da Associação de Cabos e Soldados Leonildes Lavinicki, do Presidente da Cooperativa Tiradentes Sargento Valdecir Spagnolli,e do Presidente da Cooperativa Habitacional dos Policiais Civis Márcio Neves.

Orientação

 A Associação orienta todos, para fazer a inscrição, na secretaria da habitação do município, para ter direito ao financiamento do programa minha casa minha vida. Onde foi reservado 30 apartamentos do empreendimento Dom Inácio para area da segurança pública.

Fonte: email recebido do Presidente da Associação de Cabos e Soldados Leonildes Lavinicki

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Cabral cria Secretaria de Defesa Civil e antecipa reajustes para bombeiros - POLICIAIS E BOMBEIROS DO BRASIL - A MAIOR COMUNIDADE DO GENERO

A DIGNIDADE QUE OS MILITARES ESTADUAIS MERECEM

Ultimamente a sociedade brasileira tem acompanhado na mídia em geral uma série de notícias referentes a movimentação militares dos estados (Policiais Militares e Bombeiros Militares) reivindicando melhoria de condições de trabalho, em especial: melhores salários (soldos).
O propósito desta postagem é trazer à baila o assunto, para que todos: militares estaduais, autoridades e sociedade façam as suas reflexões e após, com maior consistência, tirem suas conclusões.
Aos militares são proibidas pela Constituição Federal uma série de condutas e retirados também algumas garantias Constitucionais, que a bem da verdade  são entendidas como necessárias para que estes defendam a sociedade com hierarquia e disciplina fortes e a qualquer custo quando necessário, como podemos verificar dentre outros:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
[...]
LXI - ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei;
[...]
Art. 142 [....]
§ 3º [...]
IV - ao militar são proibidas a sindicalização e a greve;
V - o militar, enquanto em serviço ativo, não pode estar filiado a partidos políticos.
E mais o Código Penal Militar o qual os militares da ativa e da inatividade estão submetidos à respeito diz:
Motim
Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:
I - agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;
II - recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;
III - assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;
IV - ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer deles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar:
Pena - reclusão, de quatro a oito anos, com aumento de um têrço para os cabeças.
 Revolta
 Parágrafo único. Se os agentes estavam armados:
 Pena - reclusão, de oito a vinte anos, com aumento de um têrço para os cabeças.
 Organização de grupo para a prática de violência
 Art. 150. Reunirem-se dois ou mais militares ou assemelhados, com armamento ou material bélico, de propriedade militar, praticando violência à pessoa ou à coisa pública ou particular em lugar sujeito ou não à administração militar:
 Pena - reclusão, de quatro a oito anos.
Como visto a CF e a Legislação a que os militares estão submetidos é forte no sentido de proteger a hierarquia e disciplina permitindo que as forças auxiliares (PM e BM) funcionem adequadamente.
Por outro lado estamos vendo com frequência a explosão, através de manifestações, de militares em algumas Unidade da Federação  com o fito de exigir dignidade através de salários e condições de trabalho condizentes a atividade perigosa e insalubre que exercem diuturnamente em defesa da sociedade .
O desespero acaba por invadir esses militares que não vislumbram outra saída senão afrontar a lei para serem ouvidos, até porque, como visto, legalmente não há como fazê-lo.
Mas de quem é a culpa disso tudo ? será que é dos militares PM e BM) ou daqueles a quem estão subordinados e devem obediência, pois a própria Constituição Federal no § 6º do Art 144 menciona: - As polícias militares e corpos de bombeiros militares, forças auxiliares e reserva do Exército, subordinam-se, juntamente com as polícias civis, aos Governadores dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios. (grifado), sendo estes os seus gestores e comandantes supremos.
Quando os gestores maiores dos Estados não dão à importância que merecem esses profissionais a explosão é quase certa, pois se assim não procederem, com certeza, acabam por utilizar-se de outros meios para poderem compor sua renda mensal e sustentar com dignidade suas famílias e honrar seus compromissos.
Os militares estaduais atualmente não merecem mais tratamento degradante como alguns insistem em querer manter (as novelas das grandes redes nacionais tentam colocar o PM como ignorante e submisso ao Delegado de Polícia e demais autoridades, um absurdo isso não existe mais), pois todos possuem nível de escolaridade condizente e cada vez o terão. O militar estadual atualmente possui o conhecimento de sua função e a executa com dedicação e assim devem ser reconhecidos.
Esse pedido de socorro que os militares estão fazendo em muitas Unidades da Federação não é legal, porém são procedentes e demonstram quanto amam sua profissão, tanto que se sujeitam a sanções administrativas e penais de restrição de liberdade para serem ouvidos. É claro que a lei deve ser obedecida a todo o custo, contudo em muitas ocasiões o desespero para o cumprimento das necessidades suas e de suas famílias acabam por “falar mais alto”.
Realmente ser militar estadual é muito difícil, e para evidenciar ainda mais isso repasso abaixo, de autor desconhecido, um texto que denominado “CLASSIFICADOS” e que traduz muito isso:
CLASSIFICADOS
         PRECISA-SE DE JOVEM:   
         Que tenha idade entre 18 a 26 anos;
         Que tenha nível de escolaridade no mínimo ensino médio completo (Em SC, MG, DF, GO dentre outros já é exigido Curso superior para ingresso em todos os cargos);
         Que tenha boa aparência;
         Que possua perfeita saúde física e mental comprovada em exames e testes;
         Que seja aprovado em concurso público com milhares de candidatos;
         Que se sujeite a ter um salário baixo;
         Que esteja sempre pronto para o serviço, independente das intempéries, do horário ou dia da semana;
         Que não tenha direito a greve;
         Que na execução do seu serviço seja obrigado a colocar em risco a própria vida;
         Que não possa manifestar-se publicamente sobre assuntos relacionados ao serviço;
         Que em muitos casos, ao realizar o serviço seja execrado pela sociedade;
         Que esteja, mesmo fora da atividade profissional, submisso a regulamento disciplinar rigoroso; e finalmente,
         Que quase sempre seja esquecido pela sociedade.
         VOCÊ SE HABILITA?
         VOCÊ TEM CORAGEM DE SER UM “POLICIAL MILITAR”?
Para finalizar é imprescindível mencionar que a atividade policial é valorizada mundialmente, tanto que os policiais estão entre aqueles que têm os melhores salários públicos. No Japão, por exemplo, os policiais e os professores possuem os salários em média 18% superiores das outras profissões na atividade pública.
         Por hoje é isso.
Até a próxima
MARLON JORGE TEZA

Oposição prepara emendas aos projetos


Proposta de mudança na Previdência concentra maior número de sugestões

Costa entregou duas propostas de emendas aos deputados<br /><b>Crédito: </b> cristiano estrela / CP Memória
Costa entregou duas propostas de emendas aos deputados
Crédito: cristiano estrela / CP Memória
Entidades que representam servidores e bancadas de partidos de oposição protocolam hoje na Assembleia Legislativa emendas aos projetos do pacote de sustentabilidade financeira do Executivo que tramitam em regime de urgência na Casa. Termina nesta quinta-feira o chamado período de pauta (prazo em que as emendas podem ser apresentadas) e, a partir de amanhã, tem início a tramitação dos projetos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Ontem, entre categorias de servidores, o dia foi marcado por reuniões para definir o teor das emendas que as entidades apresentarão a deputados. De acordo com o presidente da União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública (UG), João Ricardo dos Santos Costa, que também preside a Ajuris, as entidades vão propor, pelo menos, duas emendas ao projeto de lei complementar (PLC) 189/2011, que trata de alterações na Previdência estadual.

A primeira é uma emenda supressiva ao artigo 11, que propõe a progressividade nas alíquotas de contribuição previdenciária. A segunda é a que estabelece uma espécie de "blindagem" ao fundo de capitalização para novos servidores, o Fundoprev. "Vamos sugerir a instituição de um sistema de controle, com sanções no caso de os futuros governantes tentarem mexer no fundo", informou Costa.

Somente a bancada do PSDB protocolou ontem sete emendas aos projetos. Os tucanos também apresentarão uma emenda supressiva ao artigo que prevê a progressividade das alíquotas. E outra, também supressiva, ao parágrafo único do artigo 16. O parágrafo estipula que no repasse duodecimal do orçamento dos demais poderes e instituições, o Executivo poderá promover a retenção das parcelas relativas às contribuições previdenciárias devidas ao Fundoprev para transferência ao fundo.
FONTE: JORNAL CORREIO DO POVO ANO 116 Nº 252 - PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 9 DE JUNHO DE 2011