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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Coluna da Taline Opptiz


Tristeza

A queda de braço entre Cpers e Piratini ganhou eco na Câmara de Porto Alegre. Durante manifestação para um plenário praticamente vazio, já que está em funcionamento apenas a Comissão Representativa, devido ao recesso, o vereador João Dib lamentou que enquanto se discute melhorias salariais para categorias que estão no alto da pirâmide, os professores, que têm os mais baixos salários, são esquecidos. "Começo 2012 com essa profunda tristeza", disse o progressista. 


Negociações na próxima semana

Apesar das limitações financeiras, aos poucos o governo se esforça para caminhar na direção das reivindicações das categorias do funcionalismo. Os avanços, porém, além de não atenderem à integralidade das expectativas, ampliam o descontentamento entre as que ainda não conseguiram ver contempladas parte de suas demandas pelo Executivo. O último exemplo é o racha criado pela proposta de reajuste aos delegados de Polícia, que deflagrou mal-estar generalizado e ameaças de outras instâncias ligadas à área da segurança. Na tentativa de conter insatisfações, o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, iniciará já na próxima semana uma série de reuniões com representantes das categorias ainda não atendidas. Como a proposta de reajuste aos delegados apresenta elevação salarial só a partir de 2013, o secretário afirma que não será criada disparidade entre categorias. A intenção do Piratini é negociar com todos melhorias a médio prazo.

Pedido ignorado

Nos últimos dias, Pestana entrou em contato por telefone e pessoalmente com representantes de categorias da área da segurança. Pediu a eles, sem sucesso, que não ficassem "impactados" com a proposta que seria feita pelo governo aos delegados, que tivessem paciência e que evitassem reclamações à imprensa.

Apartes
Categorias da segurança não serão as únicas a elevarem o tom das reivindicações por melhorias salariais.
Fonte: Correio do Povo de 05jan2012

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