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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Coluna da Taline Opptiz


Piratini aguarda pelo Congresso

O governo do Estado irá encaminhar à Assembleia no final de fevereiro, antes do início do ano letivo, projeto tratando do reajuste salarial do magistério. Ainda não está definido, porém, se a proposta tratará apenas de reajuste para este ano, ou se será ampliada, já englobando cronograma de pagamento do piso nacional da categoria a ser pago integralmente até o último ano da administração Tarso Genro. Antes de bater o martelo sobre o conteúdo da proposta que chegará ao Legislativo, o Executivo aguarda os desdobramentos de alterações no piso que tramitam no Congresso Nacional. Ainda não está definido se o parâmetro para a correção do piso será a lei sancionada em 2008, que deixaria o percentual em 22,23% - alternativa defendida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação - ou se será aplicado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Contra-ataque

Enquanto o governo trabalha na elaboração de proposta de reajuste do piso, o Cpers prepara reação, no início do ano letivo, ao decreto que tornou mais rigorosas as avaliações por desempenho. Segundo a presidente do sindicato, Rejane de Oliveira, o Piratini não deve sentir-se confortável, pois a baixa adesão à greve, no fim do ano, representa desmobilização da categoria e não apoio dos professores às ações da gestão.

Apartes

Expectativa do governo é que seja selado hoje acordo de reajuste para os delegados de Polícia. Equação para fechar as contas e permitir o entendimento não é simples e terá de ser detalhada pelo Piratini.

Fonte: Correio do Povo 04jan2012

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