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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Salva-vidas participam de atividade

Duatlon e simulação de salvamento no mar fizeram parte da ação ontem<br /><b>Crédito: </b> FABIANO DO AMARAL
Duatlon e simulação de salvamento no mar fizeram parte da ação ontem
Crédito: FABIANO DO AMARAL
A Operação Golfinho 2011/2012 promoveu na manhã de ontem uma competição entre salva-vidas de 12 balneários - de Torres e Pinhal. A prova consistiu de natação e corrida, em um total de 300 metros e, após foi feito um cabo de guerra. De acordo com o assessor especial do 9 Comando Regional de Bombeiros (CRB), tenente-coronel Daniel José Minuzzi, este tipo de competição é feito a cada 15 dias, justamente para manter a forma dos profissionais que atuam nas guaritas do Litoral Norte. "É uma forma dos salva-vidas se manterem em forma, sempre treinando", salientou Minuzzi. "São desafios que exigem força, agilidade e destreza, tudo o que é necessário para o trabalho", concluiu.

Depois das duas provas foi feita uma simulação de salvamento, sendo utilizado um helicóptero do Comando de Aviação da Brigada Militar (BAV-BM). Um homem estaria supostamente se afogando. Um salva-vidas pulou da aeronave e através da puçá - rede em forma de cone, para resgate no mar -, a "vítima" foi içada. Nas provas de ontem, realizadas em Capão da Canoa, próximo a guarita 75, os 36 competidores enfrentaram primeiro o duatlon (natação e corrida). Os integrantes das equipes - formadas em trios - tinham que entrar na água, contornar duas boias e nadar até próximo à guarita de referência, onde saiam da água e vinham correndo. Logo depois, veio o cabo de guerra. A equipe vencedora na prova de duatlon foi de Tramandaí e no cabo de guerra, de Cidreira.

Para o soldado da BM Eder Jofre Escobar, 44 anos, a dificuldade maior foi o mar revolto. Escobar explicou que o circuito é uma simulação de salvamento, mas a distância em que a prova se desenvolve é a mesma em que o salva-vidas tem que atuar quando um banhista está em perigo. "É uma prova puxada, que temos que estar bem preparados física e psicologicamente", considerou Escobar, com a experiência de 19 anos de Operação Golfinho. "Fazemos isso (salvar vidas) por amor, posso te garantir", afirmou o soldado que é pentacampeão da Travessia da Ilha dos Lobos, em Torres.
 
Fonte: Correio do Povo 12jan2012

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