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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Declaração de que Governo Tarso não pagará Piso do Magistério beira o calote eleitoral

Pepo Kerschner - MTB 6595 | PMDB - 15:14-11/01/2012 - Foto: Marco Couto
Feltes: não pagar o Piso do Magistério é calote eleitoralA manifestação do secretário da Fazenda, Odir Tonollier, de que "o Piso Nacional do Magistério é impagável" pelo atual governo provocou forte reação do líder da bancada do PMDB, deputado Giovani Feltes. "Isso beira o calote eleitoral. Passaram um ano enrolando para agora admitir que tudo não passava de promessa com o único objetivo de ganhar o voto dos professores", criticou Feltes. Maior ainda é a irritação do deputado diante da alegação de Tonollier, que nesta quarta-feira (11) culpou o reajuste de 22% no Piso como impeditivo de sua implementação até 2014: "será que o governador Tarso Genro (PT), como ministro da Educação que subscreveu a Lei, desconhecia que o valor teria correções anuais?, questionou o líder peemedebista. A Lei 11.738, de julho de 2008, prevê no artigo 5º que o piso salarial ao magistério público de todo o pais será corrigido no mês de janeiro de cada ano.
 
Com o reajuste deste ano, o valor atual de R$ 1.187,00 passará para um valor ao redor de R$ 1.450,00. "É lamentável, mas a confirmação de que o Piso não será pago é mais uma comprovação de que o o governo do PT é um governo placebo. Anuncia soluções mágicas que têm efeito apenas para quem quer acreditar", acrescentou o deputado. Feltes lembra que, ao longo de 2011, o governo prometia anunciar um calendário tão logo fosse definido o índice. "Já alertávamos quando da votação do Plano Plurianual de que o pagamento do Piso ficaria para o próximo governo. Lançaram valores no orçamento deste ano que são insuficientes, quase que fictícios", resumiu
 
De concreto em relação ao Piso, reforçou o líder da oposição, é a ação cautelar que Tarso ingressou no STF (Supremo Tribunal Federal) para não cumprir com a lei. Feltes classifica a manifestação textual do secretário da Fazenda, de que "não terá o Piso como referência no RS" como uma prova definitiva de que o Governo Tarso prioriza "aqueles que menos precisam", referindo-se ao tratamento diferenciado em relação aos servidores com os maiores salários na comparação com professores e agentes da Segurança Pública.
 
Fonte: Agência de Notícias
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