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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Coluna do Leitor

 Piso do magistério

Uma nação precisa ter a educação como a prioridade das prioridades. Mas pobre de nosso país! Aqui nunca se teve e não se tem isso como meta. É só olhar os orçamentos da União, dos estados e dos municípios. É só olhar a remuneração dos professores. Compare-a com os salários de deputados, senadores, magistrados, prefeitos e vereadores e, até, de seus assessores. Discute-se para estabelecer para eles um teto (senão, o salário vai às nuvens). E então se paga. Há dinheiro para isso. Em relação aos professores, ao contrário, discute-se durante anos a fixação de um Piso mínimo (não se fazendo isso, o salário vai "pras cucuias"). E para isso nunca há dinheiro. Veja a discussão do governador com o Cpers! Veja também edital de concurso para o magistério estadual: há 10 mil vagas, com salários de R$ 396,00 (!) a R$ 1.186,00. Isso é vergonhoso, humilhante e imoral. Dessa forma, vai haver educação formadora, transformadora e libertadora quando?

Rudi Stefan, São Lourenço do Sul

Funcionalismo

Em resposta ao leitor Manuel Gessi Barcellos (CP 22/1), quero dizer que ele se equivoca quando diz que o magistério é uma classe privilegiada pelo governo. Esta categoria é a que recebe os menores salários do Estado; portanto, merece um percentual maior e um meio de alcançar o Piso a que tem direito desde 2008.

Gilberto Barwaldt, S. Lourenço do Sul

Fonte: Coluna do Leitor  doleitor@correiodopovo.com.br

Redator responsável: Marina Gregolin


Correio do Povo 25jan2012

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