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sábado, 30 de junho de 2012

Manifestação reúne servidores

Servidores do Ministério Público iniciam campanha salarial e se juntam a colegas do Judiciário em greve desde quarta-feira

Manifestação que reuniu as duas entidades ocorreu ontem em frente ao Palácio Piratini<br /><b>Crédito: </b> MAURO SCHAEFER
Manifestação que reuniu as duas entidades ocorreu ontem em frente ao Palácio Piratini

Crédito: MAURO SCHAEFER

Os servidores do Ministério Público Estadual (MP-RS) deliberaram estado de greve na assembleia, ocorrida nessa sexta-feira em Porto Alegre. De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores do Ministério Público (Simpe-RS), Alberto Ledur, a mobilização busca recuperar as perdas salariais históricas da categoria, cujo percentual está calculado em cerca de 46%. Alberto Ledur explica que os trabalhadores, e exemplo dos colegas do Poder Judiciário, também reivindicam a definição de uma data-base. Ele destacou que a pauta é conjunta com os servidores da Justiça estadual, que entraram em greve na última quarta-feira.

Ontem, as duas categorias participaram de manifestações ao lado dos professores em frente ao Palácio Piratini. A mobilização dos servidores do Judiciário, que prosseguem com a greve, tem agenda definida para quarta-feira, mas as lideranças do Sindjus e da Associação dos Servidores, conclamam a categoria para permanecer em frente a sede do TJ, na avenida Borges de Medeiros, no Fórum Central e nos fóruns regionais da capital.

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-RS), desembargador Marcelo Bandeira Pereira, reafirmou, ontem, que a administração manifestou sua intenção de manter o diálogo com a categoria, e que pretende fazer todos os esforços possíveis para atender as reivindicações dos servidores do Judiciário. Ressaltou, contudo, "que é preciso observar os limites orçamentários e a responsabilidade na promoção dos aumentos". Disse que o índice de 2,25%, oferecido anteriormente, representa a diferença entre o crescimento orçamentário do Poder Judiciário, menos os 5% de aumento concedido em fevereiro. Esclareceu que a parcela liberada provocou impacto no orçamento de R$ 116 milhões.


Fonte: Correio do Povo 30junho2012




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