PREVISAO DO TEMPO

sábado, 21 de janeiro de 2012

Governo chama Cpers para negociar

O governo do Estado apresentará ao Cpers ainda este mês, ou no máximo em início de fevereiro, proposta de reajuste incluindo a inflação e ganho real à categoria. A ideia inicial do Piratini, de elaborar um cronograma de reajustes até o fim da gestão Tarso Genro, quando, segundo promessa do próprio governador, será cumprido o Piso nacional do magistério, não deve ser levada adiante. De acordo com o diretor-geral adjunto da Secretaria de Educação, José Tadeu de Almeida, incertezas impedem a elaboração de um cronograma neste momento. "Não é possível trabalhar um calendário de reajustes baseado em cenários mutáveis, que podem, inclusive, representar uma maior capacidade de recursos, como, por exemplo, a renegociação da dívida do Estado com a União", disse. Tarso tem dito que o aumento será "substancial". José Tadeu foi além e afirmou que o cenário de aumento em estudo pelo Executivo, com aval da Secretaria da Fazenda, "irá surpreender". A proposta do governo será levada para a avaliação da categoria em reuniões nas escolas até a assembleia-geral, marcada para 9 de março, quando será tomada decisão.

''Falácia''

Presidente do Cpers, Rejane de Oliveira classificou a proposta que ainda será feita pelo governo como "falácia". Segundo ela, a previsão orçamentária do Piratini para o reajuste é de R$ 500 milhões, o que significaria índice de "apenas" 13%.

Polêmica permanece

A decisão do Executivo, de recuar dos planos de colocar em prática uma Previdência complementar pública no Rio Grande do Sul, pode amenizar, mas não acabará com a polêmica e resistências de servidores em relação ao tema.

Apartes


A segunda etapa da campanha do Cpers contra o governo terá início na segunda-feira. O sindicato planeja ainda "intervenções urbanas" durante o Fórum Social Temático em Porto Alegre.

Fonte: Coluna da Taline Opptiz
Correio do Povo 21jan2012

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