PREVISAO DO TEMPO

Comunidade dos Policiais e Bombeiros do Brasil

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

EMAIL RECEBIDO (PEC 300)

Date: Thu, 7 Jan 2010 13:44:42 -0800From: noqap@yahoo.com.br
Subject: Enc: Mobilização Nacional pela PEC300To:




Policiais e Bombeiros do BrasilPauta: PEC300 - PEC41 - PEC430 - PEC432

Uma mensagem a todos os membros de Policiais e Bombeiros do BrasilOs deputados que compõem a frente parlamentar em defesa dos policiais militares e bombeiros estão percorrendo, durante o período de recesso, todos os estados brasileiros de modo a se criar uma mobilização nacional que possibilitará a ida até o Congresso Nacional de milhares de bombeiros e policiais para que se exerça a devida pressão aos parlamentares durante a votação da PEC 300 que ocorrerá, ou entre os dias 3 e 4, ou entre os dias 10 e 11 de fevereiro.
Para saber mais acessem nosso portal: http://policialbr.ning.com

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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Coronel gaúcho tenta barrar lei que anistia PMs

João Carlos Trindade é contrário a projeto aprovado no Congresso


Sob a coordenação do coronel gaúcho João Carlos Trindade, comandantes das polícias militares estaduais de todo o país entraram em combate contra um projeto que anistia cerca de 3 mil policiais punidos por participar de movimentos reivindicatórios.
A orientação é pressionar o governo federal para que a proposta, já aprovada pelo Congresso, não seja sancionada.
Se entrar em vigor, a medida defendida por representantes de cabos e soldados resultaria na reintegração de pelo menos 300 PMs e bombeiros expulsos de suas corporações desde 1997, além de riscar das fichas funcionais dos envolvidos eventuais prisões e punições administrativas.
Também eliminaria a condenação por crimes previstos no Código Penal Militar, como insubordinação e agressão, cometidos durante as mobilizações trabalhistas.
O projeto de lei beneficia especificamente policiais do Distrito Federal e de oito Estados:
Rio Grande do Norte, Bahia, Roraima, Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso, Ceará e Santa Catarina.
O Rio Grande do Sul não faz parte da lista porque os poucos castigos aplicados devido a uma mobilização ocorrida em 1997 foram solucionados ainda na época.
O militar gaúcho coordena a frente antianistia por ser o presidente do Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares e se dizer preocupado com o impacto nacional da medida.
Trindade argumenta que a concessão da anistia aos policiais que participaram de paralisações ou manifestações por melhores salários e condições de trabalho compromete os princípios de "hierarquia e disciplina" de todas as instituições estaduais do país e abre um precedente temeroso.
Esse projeto é um coice no ordenamento jurídico.
Se alguém se sentiu injustiçado, tinha uma série de recursos à disposição.
O que não é para passar uma régua geral, valendo para todo mundo, critica o comandante.
Por isso, encaminhou ofícios ao Ministério da Justiça e à Presidência da República defendendo o veto ao projeto de lei 3.777/08.
Também enviou um documento para os comandantes militares dos demais Estados, pedindo que os colegas pressionem o governo federal.
No texto, diz que a aprovação da lei "pode incentivar movimentos de anarquia e de sublevação da ordem dentro das corporações militares". - São 27 comandantes de polícia, e 23 de bombeiros.
Todos já estão se mobilizando, enviando ofícios e procurando políticos.
Se o projeto for sancionado, vamos entrar com uma ação de inconstitucionalidade, revela Trindade.
O presidente da Associação Nacional das Entidades de Classe de Cabos e Soldados das Polícias Militares e Bombeiros Militares do Brasil, o também gaúcho Leonel Lucas, sustenta que a anistia é uma bandeira dos praças de todo o país há vários anos e visa a reparar o que consideram injustiças.
Estes policiais estavam na luta para melhorar salários e o bem-estar de suas famílias.
Não foram punidos por furto ou por roubo, mas por participarem de manifestações.
Alguns oficiais pensam que são donos das polícias -, argumenta. Procurado por Zero Hora na tarde de quarta-feira, o Ministério da Justiça não se manifestou sobre o assunto.
Os efeitos práticos da medida -
-Elimina o registro de punições, como prisões, aplicadas a cerca de 3 mil policiais militares de oito estados e do Distrito Federal desde 1997;
- Outros castigos aplicados à época também deixam de constar das fichas funcionais, e condenações por crimes previstos pelo Código Penal Militar são anuladas;
- Permite o reingresso de mais de 300 policiais, conforme estimativa a Associação Nacional de Cabos e Soldados, expulsos por participarem de movimentos reivindicatórios;
- Permite ações, por parte dos policiais castigados, pedindo reparação por eventuais prejuízos decorrentes da punição, como salários que deixaram de receber e promoções não recebidas.
O que diz o projeto
Art.1° — É concedida anistia a policiais e bombeiros militares do Rio Grande do Norte, Bahia, Roraima, Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso, Ceará, Santa Catarina e Distrito Federal punidos por participar de movimentos reivindicatórios
Art.2°— É concedida anistia aos policiais e bombeiros militares (...) punidos por participar de movimentos reivindicatórios por melhorias de vencimentos e de condições de trabalho ocorridos entre o primeiro semestre de 1997 e a publicação desta lei (...)

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Saiba o que vai ocorrer depois do recuo do governo na Assembléia do RS

Inseguro em relação às condições de vitória dos dois pacotes principais de mudanças na área de recursos humanos - brigadianos e magistério - o governo gaúcho resolveu recuar na reunião da manhã desta terça-feira da Assembléia do RS..
O que prometia ser uma super terça-feira acabou sendo uma terça-feira fraca..
Apenas um projeto de interesse vital para o governo foi para votação, que é o que engordará o caixa para pagamentos de precatórios e novas estradas, resultado da liberação de R$ 1 bilhão retidos para a integralização do Fundo de Previdência do Estado..
Os pacotes enviados pelo governo somente teriam sentido no caso de administrar isonomia dentro do funcionalismo (contribuições previdenciárias para todos) e impor parâmetros de avaliação e prêmios por desempenho (meritocracia), sendo que todo o restante era apenas penduricalho..
A tentativa do governo, embora obstaculizada pelos deputados, sua promessa de que voltará a carga, credenciam Yeda para obter o weaver (perdão) por não ter cumprido todos os compromissos, e a liberação da segunda parte do empréstimo de US$ 1,2 bilhão assinado com o Banco Mundial.
Esta não foi a primeira e nem será a última tentativa do governo estadual de governar o próprio governo.- O fracasso das propostas encaminhadas na undécima hora para a Assembléia do RS relembra algumas lições esquecidas pelo governo:
1) maldades cometem-se apenas no início do governo e todas de uma só vez, administrando-se unicamente bondades a partir daí.
2) a base aliada de Yeda sempre será frágil quando se tratar de impor ônus, embora sempre esteja unida quando se tratar de administrar bondades.
3) os brigadianos unidos e mobilizados representam um grupo de pressão bem mais poderoso do que o grupo de pressão dos fracos professores.
Jornalista Políbio Braga - Todos os direitos reservados
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

PLENÁRIO: Projeto aumentando contribuição previdenciária da Brigada Militar é derrubado


Michele Limeira - MTB: 9733 Agência de Notícias 13:35 - 22/12/2009 Edição: Jussara Marchand - MTB 2262 Foto: Walter Fagundes / Ag AL


Projeto foi derrubado ao final da sessão extraordinária desta manhã
O Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 296/2009, que prevê aumento da contribuição previdenciária dos militares estaduais para 11%, foi rejeitado por 51 votos contrários, obtendo unanimidade de votos na sessão extraordinária de hoje (22). A votação ocorreu após o líder do governo no Legislativo, deputado Pedro Westphalen (PP), anunciar o acordo com os líderes de bancadas para retirada dos outros três projetos (PLs 297, 298 e 299) referentes à segurança pública. Em seguida, o presidente encaminhou a votação em bloco de requerimentos de retirada do regime de urgência de 15 projetos de lei.

O recuo do governo veio em meio a pressões das galerias e manifestações contrárias à proposição do governo. Não foram somente os deputados de oposição que partiram em defesa da Brigada Militar. Parlamentares de partidos da chamada base aliada, como Nelson Härter e Alexandre Postal, do PMDB, manifestaram posição contrária ao projeto. “A BM quer salário, governadora. Se a senhora quer segurança, forneça os meios. Voto contra este projeto e sou a favor da BM”, disse Härter, referindo-se à governadora Yeda Crusius. “Os projetos não estão maduros”, observou Postal, tentando adiar a votação.

Os deputados Marquinho Lang (DEM), os petistas Ronaldo Zülke, Fabiano Pereira, Dionilso Marcon e Adão Villaverde, e o comunista Raul Carrion reforçaram o entendimento de que o projeto prejudica a Brigada Militar. “O RS está atento ao que acontece neste Plenário”, lembrou Zülke. “Nossa bancada garante três votos contrários a isso tudo que está acontecendo”, assinalou o democrata Marquinho Lang.

Após o anúncio feito pelo líder governista, os encaminhamentos continuaram para comemorar a decisão do governo. Representantes da bancadas ocuparam a tribuna para expor suas posições. “Concordamos com o acordo e vamos retirar estes projetos", afirmou o líder da bancada petista, deputado Elvino Bohn Gass. Villaverde disse que prevaleceu o bom senso e o bom debate. A petista Marisa Formolo também ocupou a tribuna para apoiar o partido.

O líder da bancada trabalhista, deputado Adroaldo Loureiro (PDT), afirmou que o Parlamento vive uma “sessão histórica” e que os trabalhistas se mantiveram unidos. Ainda pelo PDT, pronunciaram-se os deputados Gilmar Sossela, Paulo Azeredo e Gerson Burmann. O parlamentar Luciano Azevedo reafirmou o compromisso do PPS em favor da Brigada Militar. “Esta é uma vitória da sociedade gaúcha”, comemorou. Líder da bancada do PSB, o deputado Miki Breier destacou a consciência política dos servidores que pressionaram. “Essa é uma vitória das categorias”, disse.Ainda elogiaram o acordo os deputados Cassiá Carpes (PTB) e Edson Brum (PMDB).

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domingo, 20 de dezembro de 2009

“Dia D” do pacote de Yeda

Terça-feira, 22 de dezembro, será um dia muito importante para nós do funcionalismo público estadual. Poderá ser o “Dia D” da votação do pacote de projetos do governo para a segurança, a educação e demais servidores.
Neste dia tudo pode acontecer. Por isso, é decisiva a nossa mobilização.

1°- O governo pode conseguir os 28 deputados e aprovar os projetos da Brigada Militar, e depois os nossos, do magistério e funcionários de escola. Se for assim, o governo sairá vitorioso. Mas para isso terá que “comprar” alguns deputados nestes dias. Pode ser que o governo pague este preço já que “gastar menos com o funcionalismo” é uma exigência do Banco Mundial.

2°- Nós podemos chegar ao 28 deputados contra os projetos de Yeda. Os deputados podem votar contra os projetos da Brigada Militar e o governo, derrotado, retirar o regime de urgência dos projetos da educação. Assim, a votação dos mesmos pode ficar para o próximo ano. Se isso acontecer, sairemos vitoriosos por termos impedido a votação dos projetos neste ano.

3°- O impasse pode continuar e acontecer uma convocação extraordinária da Assembleia Legislativa para o dia 23 de dezembro (quarta-feira). Aí, as hipóteses anteriores podem se repetir e a mobilização deve continuar neste dia.

Nós podemos vencer!

Na semana que passou o governo saiu derrotado. Na nossa opinião, por vários fatores.

1- Há um enorme desgaste do governo Yeda devido a inúmeros escândalos de corrupção e às investigações durante o ano inteiro, desde as denúncias do PSOL em fevereiro. Terminando com com a compra da mansão pela filha da governadora. É por isso que quase uma centena de Câmaras de Vereadores se manifestaram em apoio aos servidores e pela retirada dos projetos.

2- Com a aproximação das eleições, partidos da base do governo toma seu próprio rumo. É o caso do PMDB, que lançou candidatura própria. Isso fez com que 5 dos seus 9 deputados ficassem do lado da Brigada Militar e contra Yeda.

3- Nossa brava e corajosa resistência aos ataques do governo e, principalmente, a unidade educação-segurança, são outro fator importantíssimo. A ousada união CPERS-Entidades da Brigada Militar criou uma situação inédita no Estado. A partir daí, a pressão sobre os deputados por educadores e brigadianos foi permanente, na Assembleia Legislativa e no interior do Estado.

Yeda pode ser derrotada!
Os servidores podem sair vitoriosos, salvando os planos de carreira.
Mas, é preciso uma grande mobilização no dia 22 de dezembro.

Todos à Praça da Matriz a partir das 7 horas da manhã.

Neiva Lazzarotto

Lembrete: É necessário convidar todos os colegas e familiares. É importante levar cadeiras, lanche, protetor solar, guarda-chuva, sinetas, apitos, e instrumentos musicais, porque a votação poderá se estender até o final da noite.



Artigo extraido do blog da professora Neiva Lazzarotto, acesse diretamente pelo linck: http://avanteeducadores.blogspot.com


Fotos dos integrantes do funcionalismo público que participaram do acampamento na Praça da Matriz e da votação do pacote de Projetos para a Brigada Militar na Assembléia Legislativa em 19/12/09 no linck abaixo:
http://picasaweb.google.com/avante.educadores/AtoDia15122009ContraOPacoteDeYeda

sábado, 19 de dezembro de 2009

Previdência e justiça

Sábado, 19 de dezembro de 2009


ABERTURA DA PÁGINA 10 DE ZH DOMINICAL

É justo que uma categoria de funcionários contribua para a Previdência com um percentual menor do salário do que seus colegas, se na aposentadoria todos terão os mesmos direitos, a começar pela manutenção do salário integral? A contribuição de 11% a ser cobrada de todos os policiais militares é um dos pivôs da discórdia no pacote encaminhado pelo governo à Assembleia, sobretudo porque significaria alguma redução nos contracheques de 1.354 brigadianos.A perda iria de R$ 0,06 a R$ 1.001, mas o governo chegou a propor uma espécie de bônus no valor equivalente à redução, para que ninguém perdesse. Mesmo com esse recuo, a resistência persiste e o governo não tem os votos necessários para aprovar os projetos.Foi para não pagar os 11% cobrados dos servidores civis que milhares de brigadianos entraram na Justiça ainda durante o governo de Germano Rigotto. A Justiça entendeu que o governo cometera um erro encaminhando no mesmo projeto as regras para a previdência dos servidores civis e dos militares e concedeu o direito de continuarem com o desconto anterior até que o governo regulamentasse a cobrança em projeto específico.Em vez de continuar pagando os 5,4% mais 2%, como a maioria fez, uma parcela entrou novamente na Justiça com uma ação para não pagar nada. Resultado: hoje 13 mil brigadianos não pagam coisa alguma para a previdência.Há casos em que a suspensão da cobrança está amparada em liminar. Em outros, especialmente de coronéis da reserva, por decisão de mérito do Tribunal de Justiça. O governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal e aguarda julgamento do recurso.Como o sistema previdenciário não pode prescindir da contribuição, o comandante-geral da BM, coronel João Carlos Trindade, diz que os brigadianos precisam se dar conta de que correm o risco de ficar sem renda em caso de invalidez ou de ter de trabalhar mais tempo para ter direito à aposentadoria integral.

Härter manifesta apoio aos servidores de segurança pública do Estado


Härter conversando com funcionários públicos estaduais durante sessão plenária na última terça-feira



O deputado peemedebista Nelson Härter ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, na tarde da última terça-feira (15), para registrar seu apoio aos servidores de segurança pública do Rio Grande do Sul. O parlamentar garantiu seu voto contrário aos projetos apresentados pelo Executivo que compõe o chamado Plano de Valorização do Servidor. “Pelos cálculos que nós fizemos, a maioria dos trabalhadores terá uma diminuição em seu salário devido ao aumento da contribuição, isto é inaceitável”, afirmou. O parlamentar lamentou a retirada do quorum da sessão que analisaria as propostas. A medida impede a apresentação de emendas e alterações ao projeto inicial. “Estamos impossibilitados de discutir alternativas que beneficiem a categoria”, disse. Härter destacou a necessidade de valorização dos servidores de segurança, que atualmente recebem um salário muito aquém de suas necessidades. Härter criticou ainda a política salarial do atual governo, que concede aumentos consideráveis para categorias bem-remuneradas em detrimento ao reajuste de categorias tradicionalmente mal pagas. “Esta Casa vive uma contradição, aprova aumento de salário para os maiores vencimentos do Estado, enquanto nega para aqueles que ganham menos. Já o Governo alega sempre a falta de dinheiro para reajuste das maiores categorias”, criticou. “Será que é esta a demonstração que a Assembleia Legislativa quer dar como resposta à Brigada Militar?”, concluiu.
*Colaboração de João Paulo Magalhães
MEU COMENTÁRIO: Alguns colegas chamaram o Soldado João Domingues Presidente da Associação de Cabos e Soldados de Pelotas e também da FERPM de "chaveirinho do Deputado Nelson Harter". Bem, o chaveirinho e o Deputado fizeram sua lição de casa; O chaveirinho trouxe povo de Pelotas para colocar no Plenário e o Deputado comprou a briga por nós e não vai arredar o pé. Será que aqueles colegas que chamaram o João Domingues de "chaveirinho do Deputado Harter" ao menos sairam do aconchego de seus lares para que nem eu e outros colegas para ir na Praça da Matriz enfrentar o sol e o calor ou até no Plenário? Por favor me respondam.