PREVISAO DO TEMPO

Comunidade dos Policiais e Bombeiros do Brasil

quarta-feira, 9 de abril de 2008

APEDIDO (PREVIDENCIA)


SIM AO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL, NÃO À APOSENTADORIA COMPLEMENTAR

As entidades representativas dos servidores públicos do Estado reafirmam a posição contrária ao
PL 393/07 que implanta a aposentadoria complementar, suprime direitos dos servidores e não resolve a questão previdenciária estadual. O Estado ainda não regulamentou o Regime Próprio de Previdência Social como manda a Constituição Federal e a legislação pertinente, fato reconhecido pelo próprio Governo e que impede a manutenção da Certificação de Regularidade Previdenciária e inviabiliza a liberação de verbas voluntárias da União, inclusive do PAC, e a concessão de empréstimos internacionais.
O desequilíbrio nas contas previdenciárias foi causado por passivo financeiro originado antes de 1998, quando o regramento constitucional não exigia contribuição previdenciária (somente com a EC nº 20/98 os sistemas previdenciários públicos estaduais passaram a possuir natureza contributiva) e decorre da opção política dos sucessivos gestores públicos, que decidiram aplicar os recursos públicos da poupança previdenciária devida aos servidores em prol de demandas sociais mais imediatas.
Portanto, o resgate desse passivo cabe ao Estado. O atual sistema previdenciário estadual não é deficitário, como atesta o Parecer Prévio do TCE sobre as Contas do Governador do Estado de 2006, aprovado pela Assembléia Legislativa, onde se constata que a partir da edição da Lei Estadual 12.065/04 - que fixou as alíquotas de contribuição em 11% (para os servidores) e 22% (para o Estado), as receitas previdenciárias - sem computar a contribuição do Estado - cresceram 41% de 2003 a 2006, enquanto que as despesas, apenas 8%.
Os demonstrativos e projeções que embasam o referido Parecer comprovam a sustentabilidade e
viabilidade atuarial de um Regime Próprio de Previdência. Essa é a solução para a previdência
estadual, inclusive para resolver, a médio e longo prazo, a questão do passivo previdenciário originado pela ausência de contribuições, em especial do empregador (Estado).
Fazer a Previdência Complementar sem ter feito a Previdência Própria, é como iniciar uma construção pelo telhado e não pelo alicerce. A sociedade gaúcha exige e merece um serviço público de qualidade, que não será conquistado com a continuidade da política de terceirização, sucateamento e desmonte do Estado e a constante retirada de direitos fundamentais dos servidores.
Os servidores públicos e suas entidades representativas propõem um amplo debate sobre a previdência estadual. A regulamentação imediata do Regime Próprio de Previdência Social é imposição constitucional. Os Poderes do Estado não podem se esquivar de suas responsabilidades.
Fórum Unificado das Entidades Representativas dos Servidores Públicos Estaduais do RS em Defesa da Previdência Própria - Fórum Unificado ABFIR, ABOJERIS, ADPERGS, AFAFE, AFISVEC, AFOCEFE, AJURIS, AMP/RS, APERGS, APROJUS, ASDEP, ASEGERGS, ASJ, ASOFBM, ASPGE/RS, ASSEP, ASTC, CEAPE/TCE-RS, CEFAL, CPERS, FASP/RS, SERVIPOL, SIMPE-RS, SIMSECOR, SINAPERS, SINDAF/RS, SINDICAIXA, SINDGERAL, SINDJUS-RS, SINDIPE, SINDIPERÍCIAS, SINDISPGE/RS, SINDISSAMA, SINDSEPE-RS, SINDSIRGA, SINFEEAL, SINFERS, SINTAF/RS, SINTERGS, SISDAER, UGAPOCI, UGEIRM-SINDICATO, UNSP/RS.
FESSERGS - FÓRUM DE ENTIDADES - UNIÃO GAÚCHA
Apedido publicado na página 3 do Jornal Correio do Povo do dia 09 de abril de 2008

Sossella quer inclusão de monitores penitenciários de nível superior na Lei Britto


Antonio Grzybovski MTB 13273 PDT 18:57 - 08/04/2008 Foto: Marcelo Bertani / Ag AL


Sossella defende inclusão da categoria na Lei Britto
O deputado Gilmar Sossella (PDT) quer a inclusão da categoria de monitor penitenciário nível superior no pagamento dos percentuais da revisão salarial de 10% e 9%, instituídos em 1995 pela “Lei Britto”.

A manifestação ocorreu na tribuna da Assembléia Legislativa durante sessão plenária desta terça-feira (8) e ampara a reivindicação da Associação dos Profissionais Penitenciários de Nível Superior – Apropens.

Sossella entende que é preciso alterar o projeto de 54/2008 que será apreciado pela Assembléia Legislativa. Nesta proposição, o Governo do Estado propõe a reposição salarial parcelada a todas categorias de servidores públicos do Estado, exceto os monitores penitenciários de nível superior.
Conforme a presidente da Apropens, Ivarlete Guimarães de França, a justificativa do governo pela não inclusão é que naquela época ainda não havia nenhum cargo provido.

Gilmar Sossella destaca a necessidade do Governo do Estado corrigir esta distorção antes da votação em plenário. O parlamentar alerta que a não inclusão seria uma injustiça com esta categoria, justamente num momento em que o governo encaminha uma proposta de valorização dos servidores públicos.
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Marquinho destaca falta de efetivo na Policia Civil



Felipe Diehl MTB 13196 DEM 18:57 - 08/04/2008 Foto: Felipe Diehl / Gab. dep. Marquinho Lang


O deputado Marquinho Lang (Democratas) utilizou a tribuna na tarde desta terça-feira (08) para falar da falta de efetivo na Policia Civil e destacou que o Estado conta hoje com aproximadamente 4 mil e 900 policiais civis, o que representa em torno de 50% do efetivo necessário e previsto para a década de 80.
Marquinho leu o ofício assinado pelo presidente da UGEIRM – Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do Estado do Rio Grande do Sul, Isaac Ortiz: "Mais de 20 anos passaram, a população aumentou e a criminalidade aumentou. Nossos crimes surgiram e a sociedade, cada vez mais, clama por eficiência na segurança pública. Em contrapartida a isso temos, hoje, no Estado, cerca de 250 inspetores que já cursaram a Academia de Polícia e estão prontos para servirem à sociedade gaúcha. A governadora Yeda Crusius declarou que este será o ano da segurança pública, nesse sentido, entendemos que há sensibilidade por parte do governo em resolver a enorme defasagem de efetivo da Polícia Civil. Por isso tudo solicitamos a V. Exa. que interceda junto ao governo para que, imediatamente, sejam nomeados esses 250 inspetores que já concluíram o curso de formação em dezembro do ano passado. Cabe salientar que esses profissionais foram forçados a quebrar seus vínculos empregatícios para realizarem o curso na Academia de Polícia e atualmente não têm nenhuma segurança que lhes permita a manutenção própria e de seus familiares."
Lang destacou que leu o manifesto por se tratar de um problema anunciado e pelo qual já passamos no ano passado, que foi a ocasião em que os escrivães acamparam por vários dias esperando a sua nomeação. "O que vem acontecendo no Estado é uma coisa estranha em relação a cursos, quando fiz o meu curso, no dia da minha formatura, automaticamente nós éramos já relacionados, no caso dos policiais, para delegacias. Esses policiais que se formaram em dezembro passam por várias situações no seu dia-a-dia, só para termos uma idéia, eles estão realizando estágio nas delegacias e recebem um valor abaixo da remuneração que receberão quando forem nomeados. É evidente que vão passar por situações diversas, hoje já são reconhecidos como policiais e se amanhã ou depois acontecer como aconteceu com os escrivães, que não foram nomeados, levaram algum tempo para ser nomeados e que eram reconhecidos na rua como sendo policiais fazendo estágio e, depois, sem nenhuma condição financeira até para manter a sua vida e as suas condições próprias?" ressaltou o deputado.
Marquinho disse que vai encaminhar o manifesto, como presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, à Secretaria de Segurança Pública, à Casa Civil, ao governo do Estado, participando ativamente desse momento, para que não tenhamos, amanhã ou depois, novamente um problema que são essas dificuldades que os nossos policiais vêm enfrentando. "Vários deputados já foram interpelados por esta situação para que, amanhã ou depois a nossa Assembléia, os nossos deputados não tenham que enfrentar problemas, porque esses policiais são deslocados a outros municípios, muitas vezes se deslocam de um município para outro, e não têm condições financeiras para isso, nem para levar as suas famílias para os municípios onde prestam serviços, e nem tampouco terão condições financeiras para manter a sua vida pessoal. Quero colocar essa nossa responsabilidade que temos de fazer os encaminhamentos. Esse é um encaminhamento, não é uma crítica, mas um encaminhamento para que a gente possa, rapidamente, resolver esse problema que os policiais vêm enfrentando hoje", finalizou o deputado Marquinho Lang.


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Busatto está ansioso pela votação da Lei Britto

Chefe da Casa Civil, César Busatto, tem pressa para ver aprovada a autorização para o pagamento da Lei Britto aos cerca de 200 mil servidores estaduais. Espera que a Assembléia legislativa o faça até a próxima semana.. O aumento, concedido ao funcionalismo durante a gestão de Antônio Britto e vetada em seguida, representará em aumentos entre 19% e 33% nos vencimentos.
Jornalista Políbio Braga - Todos os direitos reservados © Copyright 2008Contato: polibio.braga@uol.com.br / www.polibiobraga.com.br Comercialização:
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008 01:52

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Pagamento referente à Lei Britto é uma das principais obras estruturais do governo estadual (noticia da página da Assembléia Legislativa)


ECONOMIA
Pagamento referente à Lei Britto é uma das principais obras estruturais do governo estadual
Leonardo Nunes - MTB 12277 PMDB 14:30 - 07/04/2008

"Uma das maiores obras estruturais no Estado será o pagamento do reajuste, de 20% a 30% nos salários para mais de 200 mil servidores", avaliou o líder do governo na Assembléia Legislativa, Márcio Biolchi (PMDB). De acordo com o deputado, essa é uma das principais obras estruturantes do atual governo do Estado, cuja tramitação a Assembléia Legislativa começa a finalizar ao longo desta semana.

Segundo Biolchi, os detalhes autorizando o pagamento parcelado em quatro vezes, irá terminar com a angústia dos servidores que obtiveram essa conquista há mais de 10 anos, mas que diversos governos não tiveram condições para pagar. "Sabemos o quanto isso significa, pois há mais de uma década diversos governos tentaram pagar e, atualmente, como uma das prioridades do governo Yeda, começa a ser pago", apontou, ao acrescentar que, junto a isso, termina uma serie de ações que estão na justiça, evitando ainda, mais de 100 mil novas ações que lutam pelo benefício.

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Servidores do Estado criam nova frente em defesa da Previdência Pública


Hoje, 12:58:54
Servidores do Estado criam nova frente em defesa da Previdência Pública

As entidades representativas dos servidores públicos do Estado ao reuniram-se na quarta-feira 02 e criaram o Fórum Unificado das Entidades Representantes dos Servidores Públicos do RS em Defesa da Previdência Própria. O Fórum é composto pela FESSERGS, CPERS/Sindicato, SIMPE, SINDICAIXA, SINDIJUS, SINDSEPE, UGEIRM, CONLUTAS e a União Gaúcha.
O Fórum manifestou posição contrária à aposentadoria complementar (RPC-PL 393/07) proposta pelo governo, que suprime direitos dos servidores públicos estaduais, e pronunciou-se a favor da instituição e regulamentação do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). Destacando ainda a importância de esclarecer a sociedade quanto ao passivo atuarial do Estado, tendo em vista a utilização de recursos da previdência pública, no passado, em investimentos de infra-estrutura para a sociedade gaúcha, bem como no custeio de gastos públicos.Durante a reunião, os representantes acertaram que o Fórum Unificado terá a missão de alertar o funcionalismo e a sociedade em geral sobre o que chamam de "sucateamento do serviço público". Este sucateamento, entre outros pontos levantados, fica evidenciado no descaso com o serviço e o servidor público, em especial quanto à eliminação das perspectivas de aposentadoria adequada dos servidores.
Nas próximas semanas, o Fórum Unificado pretende viabilizar um amplo debate junto ao Legislativo e à sociedade para chamar a atenção de todos quanto à necessidade de instituição do Regime Próprio de Previdência, e quanto a rejeição pelos servidores do Projeto de Lei 393/07, que trata do Regime Complementar de Previdência. O objetivo é afastar a precipitação da votação da matéria, a exemplo do que aconteceu na ocasião do PL 394.
O Fórum Unificado das Entidades Representantes dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul em Defesa da Previdência Própria realizará nova reunião na terça-feira, dia 8, na sede administrativa da AJURIS.
Fonte: Fórum Unificado das Entidades Representantes dos Servidores Públicos do RS em Defesa da Previdência Própria

segunda-feira, 31 de março de 2008

CNH pode deixar de ser isenta para servidores, fim do benefício atingiria policiais, fiscais, militares e motoristas

Publicado na Zero Hora do dia 29/03/2008, Sábado
CNH pode deixar de ser isenta para servidores
Fim do benefício atingiria policiais, fiscais, militares e motoristas

O projeto da governadora Yeda Crusius que reduz o preço das carteiras de motorista inclui também o fim de um benefício dado a funcionários públicos.Segundo a proposta, servidores estaduais que exerçam funções policiais ou fiscais perderão o direito à isenção da taxa de emissão e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e terão de pagar pelos exames necessários à sua obtenção.A medida atinge ainda militares e funcionários da União, do Estado e dos municípios, caso exerçam a função de motorista.O projeto encontra-se na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembléia Legislativa, aguardando uma posição do relator, deputado Giovani Cherini (PDT). Em entrevista, ele afirmou que entregará um parecer favorável na segunda-feira.De acordo com Cherini, o projeto deverá ser votado na CCJ no dia 8 de abril. Se aprovado, segue para o plenário e, obtendo a maioria na Assembléia, aguardará a sanção da governadora.- É lamentável. A carteira é um instrumento de trabalho para a gente, assim como o revólver ou a algema - reclama Isaac Ortiz, presidente do Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do Estado.O fim do benefício pode atingir cerca de 3 mil pessoas por ano, segundo estimativa do Sindicato dos Centros de Formação de Condutores (CFCs) do Estado.- É uma injustiça com os servidores públicos querer cobrar para que eles possam prestar serviço - afirma o presidente da entidade, Edson Luis da Cunha.O projeto da governadora Yeda Crusius propõe ainda reduzir o preço final da CNH de R$ 744,14 para R$ 720,96. Isso seria possível com uma redução de 10% no valor da taxa de expedição da carteira de habilitação e dos exames de saúde, teórico, psicológico e prático de direção.
O projeto
- Redução de 10% nas taxas de expedição da carteira e dos exames de saúde, teórico, psicológico e prático de direção
- Fim da isenção de taxas para policiais e fiscais do Estado, bem como funcionários da União, do Estado e dos municípios e militares, caso exerçam a função de motoristas