PREVISAO DO TEMPO

Comunidade dos Policiais e Bombeiros do Brasil

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Evento em Santo Ângelo














COMENTÁRIO DO AUTOR: A intenção da movimentação e interiorização feita pela FESSERGS é solicitar reajuste para os integrantes do Poder Executivo que há tempos não são contemplados com aumento ou reajuste nos salários já corroídos pela inflação. Infelizmente apesar de também se enquadrarem na situação e também serem contemplados se atendida a solicitação, os colegas da Brigada Militar não compareceram no evento. Estão desanimados e acostumados a serem levados a reboque, depois ficam se queixando que ninguém faz nada. Quando alguém faz eles preferem ficar em casa olhando novela, não podem se queixar. Espero que nos outros municipios onde está programada a incursão eles se concientizem e apareçam.
Abraços!!!!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

PEC 300 , EMAIL RECEBIDO

tramitacao@camara.gov.br

para mim
mostrar detalhes 06:11 (7 horas atrás)

Logo Câmara dos Deputados

Acompanhamento de Proposições
Brasília, quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Prezado(a) Assinante,

Informamos que as proposições abaixo sofreram movimentações.

  • PEC-00300/2008 - Altera a redação do § 9º do art. 144 da Constituição Federal.
- 16/09/2009 Apresentação do REQ 8/2009 PEC30008, pelo Dep. Major Fábio, que "convite para Audiência Pública, no dia 29 de setembro do corrente ano, para o Presidente da Liga Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil - LIGABOM."
- 16/09/2009 Apresentação do REQ 3/2009 PEC30008, pelo Dep. Paes de Lira, que "estabelece que a remuneração dos Policiais Militares dos estados não poderá ser inferior à da Polícia Militar do Distrito Federal, aplicando-se também aos integrantes do Corpo de Bombeiros Militar e aos inativos. - PEC300/08"
- 16/09/2009 Apresentação do REQ 4/2009 PEC30008, pelo Dep. Paes de Lira, que "estabelece que a remuneração dos Policiais Militares dos estados não poderá ser inferior à da Polícia Militar do Distrito Federal, aplicando-se também aos integrantes do Corpo de Bombeiros Militar e aos inativos. - PEC300/08"
- 16/09/2009 Apresentação do REQ 5/2009 PEC30008, pelo Dep. Paes de Lira, que "estabelece que a remuneração dos Policiais Militares dos estados não poderá ser inferior à da Polícia Militar do Distrito Federal, aplicando-se também aos integrantes do Corpo de Bombeiros Militar e aos inativos. - PEC300/08"
- 16/09/2009 Apresentação do REQ 6/2009 PEC30008, pelo Dep. Capitão Assumção, que "requer a realização de Audiência Pública no Estado do Amapá para debater propostas sobre a PEC 300-A de 2008."
- 16/09/2009 Apresentação do REQ 7/2009 PEC30008, pelo Dep. Átila Lins, que "requer a realização de Audiência pública em Manaus/AM, com a presença de representantes da polícia Militar e do corpo de Bombeiros do Estado do Amazonas"
- 15/09/2009 Aprovado requerimento dos Srs. Elizeu Aguiar e José Maia Filho que requer a aprovação de uma Conferencia a fim de discutir acerca da PEC 300/2008, a ser realizada no dia 25 de setembro de 2009 no auditório da Câmara Municipal de Teresina, no Estado do Piauí
- 15/09/2009 Aprovado requerimento do Sr. Paes de Lira que estabelece que a remuneração dos Policiais Militares dos estados não poderá ser inferior à da Polícia Militar do Distrito Federal, aplicando-se também aos integrantes do Corpo de Bombeiros Militar e aos inativos. - PEC300/08
- 15/09/2009 Aprovado requerimento do Sr. Paes de Lira que estabelece que a remuneração dos Policiais Militares dos estados não poderá ser inferior à da Polícia Militar do Distrito Federal, aplicando-se também aos integrantes do Corpo de Bombeiros Militar e aos inativos. - PEC300/08
- 15/09/2009 Aprovado requerimento do Sr. Paes de Lira que estabelece que a remuneração dos Policiais Militares dos estados não poderá ser inferior à da Polícia Militar do Distrito Federal, aplicando-se também aos integrantes do Corpo de Bombeiros Militar e aos inativos. - PEC300/08
- 15/09/2009 Aprovado requerimento do Sr. Capitão Assumção que requer a realização de Audiência Pública no Estado do Amapá para debater propostas sobre a PEC 300-A de 2008.
- 15/09/2009 Aprovado requerimento do Sr. Átila Lins que requer a realização de Audiência pública em Manaus/AM, com a presença de representantes da polícia Militar e do corpo de Bombeiros do Estado do Amazonas

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Reunião classista em Pelotas

A Associação de Cabos e Soldados Policiais Militares João Adauto do Rosário da cidade de Pelotas reuniu seu quadro social na data de 11 de setembro de 2009 com a finalidade de tratar assuntos pertinentes à categoria brigadiana.



Na foto o Presidente da Entidade, Soldado João Domingues fazendo a explanação dos diversos assuntos da pauta

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Projeto de Lei nº 223 /2009 Proíbe a utilização, por parte da Brigada Militar, de armas de


Projeto de Lei nº 223 /2009

Deputado(a) Raul Carrion

Proíbe a utilização, por parte da Brigada Militar, de armas de fogo e armas de choque elétrico nas situações que especifica.

Art. 1º Fica expressamente proibida a utilização de armas de fogo e de armas de choque elétrico –Taser, cacetetes elétricos, entre outras – nas atividades da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul que envolvam manifestações populares, dos movimentos sociais, e em reintegrações de posse.

Parágrafo único. Por manifestação popular ou dos movimentos sociais entende-se toda e qualquer atividade coletiva, com o objetivo de reivindicar demandas junto ao poder público ou ao setor privado, protestar contra medidas tomadas e manifestar opiniões em relação a temas de ordem política, social e econômica.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Sala das Sessões, em

PL 223/2009
JUSTIFICATIVA

Segundo a Anistia Internacional, “as afirmações do setor de armamento de que as armas incapacitantes Taser são seguras e não letais não resistem a um exame mais minucioso”. De acordo com o informe publicado por aquela instituição no ano de 2008, intitulado “USA: Less than lethal?”, o número de pessoas mortas após receber uma descarga da arma Taser nos Estados Unidos, entre 2001 e agosto de 2008, chega a 334. O risco de morte é grande quando a vítima sofre distúrbios cardíacos, ou ainda se manejada sem o cuidado necessário com o tempo de aplicação do eletrochoque, que não pode, em regra, durar mais de cinco segundos, ou ainda se utilizada abusivamente, com sucessivos “disparos” em uma mesma pessoa.

O estudo da Amnesty International – que oferece informações sobre 98 autópsias – concluiu ainda que 90% das pessoas mortas ao receber a descarga de uma Taser estavam desarmadas, e muitas nem pareciam constituir ameaça grave. Vídeos postados na internet demonstram também seu uso indiscriminado para fins de tortura, crime lesa humanidade e, por isso, imprescritível no Direito Pátrio.

Por tais motivos, o uso destas pistolas tem gerado polêmica no âmbito internacional, em especial na Europa. Na França, em particular, o Ministério do Interior divulgou uma circular impondo restrições quanto ao equipamento, desaconselhando seu uso contra pessoas cardiopatas, mulheres grávidas e suspeitos sob efeito de drogas. Já na Áustria, o aparelho teve seu uso proibido nas penitenciárias.

No Rio Grande do Sul, a arma de choque passou a equipar a Brigada Militar a partir do presente ano.

Recentemente, no grave episódio da desocupação da Fazenda Southall, em São Gabriel, que resultou na morte do agricultor Elton Brum da Silva, foi amplamente noticiado que os policiais militares fizeram uso deste equipamento contra pessoas já imobilizadas – o que caracteriza a tortura – gerando investigação e denúncia da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República.

Esse uso pioneiro da arma elétrica contra militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, como demonstrado na desastrosa ação da Brigada em São Gabriel, revelou-se totalmente contra-indicado.

Porém, ao que tudo indica, o objetivo será sua utilização rotineira e indiscriminada nas manifestações de massa, em especial nas organizadas pelos movimentos sociais, o que se reveste em grave ameaça à dignidade da pessoa, às garantias constitucionais individuais e coletivas de reunião pacífica da população e aos direitos humanos.

De outra parte, ainda mais inaceitável é a utilização de armas de fogo em ações da Brigada contra as manifestações populares e em ações que visem reintegrar posse, eis que seu uso aumenta em larga escala a letalidade da atividade policial contra os cidadãos, como é exemplo o citado episódio ocorrido na Fazenda Southall.

Assim, apresentamos o presente projeto de lei, proibindo a utilização de armas de fogo e de armas de choque elétrico – taser, cacetetes elétricos, entre outras – nas atividades da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul que envolvam manifestações populares nos espaços públicos.

Pela importância que reveste a questão, acreditamos no acolhimento da presente proposição por
nossos pares e no seu voto favorável para sua aprovação.

Sala das Sessões, em

Deputado(a) Raul Carrion

OPINIÃO DO AUTOR: A Brigada é fácilimo controlar, basta proibir e lá estarão os soldados cumprindo a ordem e se expondo ao perigo. Gostaria eu que o nobre Deputado se preocupasse também com a vida dos Policiais.
Mas se ele não o fizer, espero que surja alguém que faça uma pesquisa sobre o mortal uso da foice e faça um Projeto de Lei proibindo que o MST faça uso de foice, facões, lanças e outros tipos de armas letais nas suas invasões.
Um abraço!!!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Acompanhamento de Proposições (email recebido)

Recebi de tramitacao@camara.gov.br a seguinte correspondência eletrônica:

Acompanhamento de Proposições:

Brasília, sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Prezado(a) Assinante,

Informamos que as proposições abaixo sofreram movimentações.

PEC-00300/2008 - Altera a redação do § 9º do art. 144 da Constituição Federal.

- 10/09/2009 Apresentação do REQ 2/2009 PEC30008, pelo Dep. Elizeu Aguiar e outros, que "requer a aprovação de uma Conferencia a fim de discutir acerca da PEC 300/2008, a ser realizada no dia 25 de setembro de 2009 no auditório da Câmara Municipal de Teresina, no Estado do Piauí"

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Impeachment e CPI centralizam manifestações em plenário


Michele Limeira - MTB: 9733 Agência de Notícias 16:31 - 10/09/2009 Edição: Jussara Marchand - MTB 2262 Foto: Marco Couto / Ag AL


Deputados comentaram decisão da presidência da AL A decisão do presidente da Assembleia Legislativa, Ivar Pavan, de aceitar pedido de impeachment de Yeda Crusius pautou o debate na sessão plenária da tarde desta quinta-feira (10). A reunião da CPI, realizada ao meio dia de hoje, também motivou manifestações de deputados na tribuna.

Em nome da bancada do PC do B, o deputado Raul Carrion ocupou a tribuna para criticar a nota oficial do governo do Estado sobre o pedido de impeachment aceito pelo presidente da AL. Segundo ele, os argumentos apresentados não têm fundamento. Carrion apoiou a decisão da presidência da Casa, também elogiada pela deputada Marisa Formolo (PT). “Parabéns presidente, conte com os deputados que querem buscar a verdade”, cumprimentou.

Sobre a CPI, Raul Carrion apelou aos deputados da base governista, membros da CPI, a tomada de “consciência de suas responsabilidades e a participação de forma adequada nas reuniões”. O líder da bancada petista, Elvino Bohn Gass, criticou a base aliada: “esperamos desta Casa a investigação. A base do governo não aparece e atrapalha a investigação”. Ele também informou decisões tomadas na reunião da CPI de hoje. Segundo Bohn Gass, serão convidadas pessoas para serem ouvidas, bem como serão analisados os documentos já disponíveis.

Na avaliação do deputado Raul Pont (PT), a CPI vive “evidente boicote, mas isso tem coerência porque o relator não assinou a CPI”. “Coffy Rodrigres foi indicado para ser relator exatamente para atrapalhar e fazer um jogo processualístico para impedir o trabalho”, analisa. Os deputados da oposição cobraram, em plenário, manifestações da base governista.
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CPI realiza reunião sem a base governista


Leonel Rocha e Michele Limiera Agência de Notícias 16:00 - 10/09/2009 Edição: Jussara Marchand - MTB 2262 Foto: Marco Couto / Ag AL


Deputados tiveram acesso a documentos da Justiça Federal

Mesmo sem a presença dos deputados da base governista, a CPI da Corrupção realizou a sua terceira reunião nesta quinta-feira (10). A presidente do colegiado, deputada Stela Farias (PT), anunciou que os documentos recebidos da juíza federal Simone Barbisan Fortes encontram-se à disposição dos deputados na secretaria da CPI.

A petista leu apenas um trecho do depoimento de Lair Ferst ao Ministério Público Federal (MPF) em que o empresário diz que a governadora Yeda Crusius e membros do primeiro escalão do Executivo sabiam do esquema de corrupção montado no Detran. “Uso este trecho para demonstrar a gravidade dos temas que vamos tratar nesta CPI", assinalou Stela, explicando que não reproduziria outras partes a fim de oportunizar, antes, acesso aos demais membros da comissão.

Sem quórum
Assim como o extrato do depoimento de Lair lido pela petista (confira abaixo trecho em que o empresário diz que a governadora sabia de tudo) a ausência dos deputados da base do governo pontuou o debate na CPI. Sem quórum, não foi possível deliberar sobre a ordem do dia, a votação de 11 requerimentos convocando depoentes à CPI. Os mesmos ficaram para a próxima reunião da comissão, marcada para segunda-feira (14).

O deputado Raul Pont (PT) disse que há um evidente boicote aos trabalhos do inquérito. “Não pode ser coincidência que os oito titulares da base governista estejam ausentes”, sublinhou. Para o deputado Raul Carrion (PCdoB), a base governista desrespeita a CPI ao não comparecer à reunião. “Quando chegou a hora do voto, que tanto questionam, eles dispararam”, afirmou. De sua parte, o deputado Paulo Borges (DEM) disse que está explícita a estratégia da base aliada de barrar a investigação. “Estão realmente querendo apatifar a CPI”, exclamou.

EncaminhamentosAinda que sem a presença dos governistas, os deputados definiram encaminhamentos para os trabalhos da comissão. Os parlamentares decidiram que irão convidar pessoas que se disponham voluntariamente a depor na CPI. No entendimento dos oposicionistas, não é necessário haver votação para tais convites. O deputado Gilmar Sossela propôs que o primeiro convidado seja Lair Ferst. A presidente da CPI adiantou que as oitivas serão realizadas, mesmo que as reuniões tenham apenas um terço dos membros. Stela Farias acrescentou que os ex-presidentes do Detran Stela Maris Simon e Sérgio Buchmann e o vice-governador Paulo Feijó também deverão ser convidados. A petista convidou ainda os membros da CPI para reunião amanhã com integrantes do Ministério Público Federal (MPF), às 14h desta sexta-feira.

Trecho do depoimento de Lair Ferst ao MPF lido por Stela Farias na CPI
“...Sabia (a governadora) que eu era excluído e, na verdade, eu fui enganado também por ela. Porque ela me falou uma coisa e ‘tava’ fazendo outra. Porque ela me disse: ‘não, Lair, não te preocupa, porque isso aí é tranquilo, isso não vai acontecer nada, não vai dar e tal...” E aí, então o processo ‘tava’ em curso e se processou tal qual eles montaram isso. Eu sei. Porque eu fui cobrar do Chico Fraga. Cobrei do Chico Fraga isso, e o Chico Fraga me disse pra mim (sic) que levou uma planilha pra governadora. Mostrou pra governadora e quem determinou os percentuais foi ela, os valores foi (sic) ela quem determinou. E o Chico Fraga disse o seguinte: ‘olha, pra ti ela não botou nada’. Mas como!? ‘Tu reclama (sic) com a governadora’. Bem isso, o Chico Fraga foi claro comigo: ‘te acerta com a governadora. Ela que determinou tudo. Quanto cada um ia ganhar. Enfim, ela’. O Chico entregou uma planilha pra ela e ela disse: ‘Não. Esse aqui, não. Não, não. Esse aqui, pá, pá, pá...’ Foi exatamente isso. Tanto o Flávio me relatou isso, quanto o Chico Fraga me relatou. O Chico disse assim: ‘Oh, Lair. E não tenho nada a ver com isso. Se acerta com ela”.



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