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Comunidade dos Policiais e Bombeiros do Brasil

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Justiça decide: líderes dos militares não podem ser presos

O juiz auditor militar Vicente de Paula Gomes de Castro indefiriu, agora a tarde, o pedido do comando da Polícia Militar do Maranhão, para que os líderes da greve da PM e do Corpo de Bombeiros fossem presos por crime de desobediência à Constituição, que não permite a greve de serviços considerados essenciais.
A informação foi comemorada pelos grevistas, que ainda estão acampados nas dependências externas da Assembleia Legislativa.
A decisão da Justiça Militar reforçou, mais ainda, a manifestação, que deve contar com o apoio de vários deputados federais do Maranhão e até de estados vizinhos.
Os grevistas permanecem firmes na posição de só voltarem ao trabalho depois que for encontrada uma solução para acabar com a manifestação.

Tarso condiciona reunião com professores ao fim da greve

Apesar das tentativas do Cpers, governador afirmou que não vai negociar durante o movimento

O governador Tarso Genro afirmou nesta sexta-feira que só vai receber representantes do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Cpers) depois que for encerrada a greve do magistério gaúcho.

— Quando eles terminarem a greve, eles vão ser recebidos com todo o prazer — disse Tarso, durante uma cerimônia no Palácio Piratini.

A posição foi criticada pelos professores grevistas:

— O governador não sabe qual é o seu papel como governante, que seria de dirimir conflitos — afirmou a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira.

Nesta sexta-feira, lideranças do sindicato formalizaram um pedido de audiência com Tarso para a tarde da próxima segunda-feira. Ontem o Cpers também tentou um encontro com o governo, mas os professores não foram recebidos.

O Cpers também avaliou a greve, que completa uma semana.

— A greve foi um avanço. Fizemos as pessoas conhecerem a nossa situação e os planos do governo — disse Rejane de Oliveira.

Hoje pela manhã, cerca de 20 professores e funcionários de escolas estaduais de Santana do Livramento, na Fronteira Oeste, se acorrentaram nas grades da 19ª Coordenadoria Regional de Educação para protestar a favor da implantação do piso nacional.

Fonte: ZERO HORA

 

Militares grevistas do Maranhão identificam e expulsam espiões infiltrados no movimento

Militares identificam e expulsam espiões

Os militares acampados na Assembléia Legislativa expulsaram nos últimos instantes um militar do exército que estava espionando o movimento.
É o segundo espião identificado hoje.
Nas primeiras horas da manhã, alguns militares estranharam de um senhor de meia-idade que, bem vestido, portava uma bolsinha embaixo do braço. Ele continuamente arrumava a bolsinha. Em certo momento, parece que houve algum problema e ele teve que olhar a bolsa.
Foi nesse instante que alguns militares que observavam o cidadão, se aproximaram e constataram que o mesmo portava uma micro camera. Cercado por dezenas de militares ele foi expulso da área da Assembléia. Foi identificado como sendo um militar da reserva do Exército.
Por volta das 11 horas, outro espião foi identificado. Um homem filmava com um celular. Ao ser questionado por uma Cabo PM feminino ele procurou se ocultar no meio dos militares. A Cabo desconfiou e alertou os demais. O homem foi identificado como sendo um militar do Exército, foi cercado pelos militares e pela Imprensa e teve que sair escoltado das dependências da Assembléia.

fonte: Blog do Louremar

FONTE: http://policialbr.com/profiles/blogs/militares-identificam-e-expulsam-espioes?xg_source=msg_mes_network#ixzz1el43qcPk
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Professores estaduais se acorrentam em grades para protestar em Santana do Livramento


Manifestantes são a favor da implantação do piso nacional da categoria 

Professores e funcionários se acorrentaram nas grades da 19ª Coordenadoria Regional de Educação Foto: Miguel Araújo / Especial

Professores estaduais se acorrentam em grades para protestar em Santana do Livramento  Miguel Araújo/Especial Cerca de 20 professores e funcionários de escolas estaduais de Santana do Livramento, na Fronteira Oeste, estão desde o início da manhã acorrentados nas grades da 19ª Coordenadoria Regional de Educação. O ato é um protesto a favor da implantação do piso nacional da categoria.

Um seminário para discutir a matriz curricular nas escolas estava marcado para ocorrer hoje na CRE. Os manifestantes prometem impedir a entrada dos participantes.

— A proposta de matriz curricular já está pronta, não temos o que discutir, já não podemos alterá-la. O governo se quer recebeu a categoria para conversar ontem a respeito do piso, por isso estamos aqui hoje — disse o diretor geral do 23º Núcleo do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul — Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Cpers/Sindicato), Neimar da Costa.

Os manifestantes prometem ficar em frente a CRE até o final da tarde. A 19ª CRE, por enquanto, não se manifestou a respeito da mobilização.

Fonte: ZERO HORA

Reajuste à Fazenda irrita oposição (continuação)


Deputados veem contradição do Piratini ao conceder vantagens a servidores que estão entre os mais altos salários do Executivo 

Em meio à greve do magistério e à pressão dos delegados por reajustes, o governo estadual encaminhou ontem à Assembleia um projeto permitindo que 3.762 servidores ativos e inativos da Secretaria da Fazenda incorporem 45% das gratificações aos salários básicos. Isso provocará um impacto financeiro de R$ 86,8 milhões ao ano a partir de 2013. A oposição, por sua vez, considera a incorporação uma afronta aos servidores que estão na fila por reajustes salariais.
A justificativa do governo para conceder o benefício é de que técnicos do Tesouro (nível médio) e agentes fiscais (nível superior) estão sem reajuste desde março de 2007. Segundo o secretário da Fazenda, Odir Tonollier, os vencimentos são compostos por uma parte fixa (salário básico) e outra variável (gratificações por produtividade), esta última considerada desproporcional por ser maior do que a própria remuneração.
Se a proposta for aprovada na Assembleia, a incorporação se dará de forma parcelada: 30% em 2012 e 15% em 2013. Na prática, isso representará um reajuste médio de 6% na matriz salarial. No primeiro ano, a repercussão financeira será de R$ 57,8 milhões. A partir de 2013, será de mais R$ 29 milhões. A incorporação representará 7,2% na folha de pagamento anual em 2012 e de mais 3,4% no ano seguinte.
Questionado sobre o desgaste que o governo pode sofrer ao enviar a proposta à Assembleia, o secretário da Fazenda foi enfático:
– Nós já fizemos um acordo com o magistério em março, com validade de um ano. Em março, abriremos novas negociações.
Líderes da oposição classificaram como “deboche” e “contradição” o projeto do governo que aumenta os vencimentos de servidores da Fazenda. O deputado Edson Brum (PMDB) lembrou que professores estaduais estão em greve, exigindo que o governador Tarso Genro cumpra uma promessa de campanha: o pagamento do piso nacional do magistério.
O deputado ainda contestou o impacto na folha de pagamento apresentado pelo governo, que seria de R$ 86,8 milhões. Segundo Brum, estudos da bancada do PMDB apontam para despesas em torno de R$ 200 milhões. Líder da bancada do PSDB, Jorge Pozzobom acusou o governo de “incoerente” e “contraditório”.
– Não tenho nada contra valorizar os servidores da Fazenda. Mas o governo vinha sistematicamente falando em priorizar as categorias que ganham menos. Na Assembleia, estamos há mais de um mês discutindo com brigadianos, professores, delegados e oficiais militares. E agora o governo oferece aumento à Fazenda? – questionou Pozzobom.
O deputado Frederico Antunes (PP) reiterou que aceita o mérito dos funcionários que receberão reajustes:
– Mas, na fila de compromissos que o governo assumiu na campanha, existem outras categorias na frente.
ALINE MENDES

MULTIMÍDIA

Na hora errada

Vai ser difícil o governo administrar a insatisfação de professores, delegados de polícia e oficiais da BM depois de enviar à Assembleia um projeto que, na prática, aumenta os salários dos servidores da Secretaria da Fazenda. A incorporação de 45% da gratificação ao salário básico terá impacto de R$ 57,8 milhões em 2012 e de R$ 29 milhões em 2013 nos gastos com a folha de pagamento da Fazenda, porque as vantagens temporais serão calculadas sobre um básico maior.
Se for aprovado, o básico de um técnico do Tesouro passará para R$ 3.950, acrescido de R$ 2.950. Ou seja, R$ 6,9 mil no início da carreira. O básico do magistério, que o governo não paga porque não tem dinheiro, é de R$ 1.187. No nível superior da Fazenda, o básico passa para R$ 9.460. Com a gratificação, sobe para R$ 16.438 no primeiro nível da carreira. É sobre esse básico reajustado que incidem as vantagens referentes ao tempo de serviço, o que ampliará o número de servidores recebendo o teto salarial.
Por que um professor ganha tão menos do que um servidor da Fazenda? A resposta pode ser resumida em duas palavras: poder de barganha, coisa que o magistério não tem. Como comandam a máquina arrecadatória, os servidores da Fazenda sempre ganharam mais do que a maioria no Executivo. As gratificações, embora chamadas de “prêmio de produtividade e eficiência”, são pagas a todos os ativos, independentemente do desempenho individual, e aos aposentados.
Pelos cálculos do governo, para atender à reivindicação dos delegados, que querem equiparação aos procuradores, seriam necessários mais R$ 100 milhões anuais. O secretário Odir Tonollier garante que, em média, o aumento dos servidores da Fazenda será de 6% – percentual inferior ao que o governo deu aos professores, brigadianos e policiais civis e menos do que será oferecido aos delegados.
– Essa é uma realidade histórica: os servidores da Fazenda sempre ganharam mais – justifica.
O chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, diz que a lógica do governo é corrigir o que considera uma distorção:
– Da forma como são compostos os salários hoje, a gratificação representa 60% do que ganha um servidor da Fazenda. A lógica do governo é reduzir a gratificação e aumentar o salário básico.

PÁGINA 10 | ROSANE DE OLIVEIRA
ZERO HORA

Maranhão: Confira a nota da SSP sobre paralisação dos militares

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) reafirma que sempre manteve aberto o diálogo. Uma comprovação disso é que durante o processo de conversação com policiais e bombeiros militares diversos avanços foram obtidos pelas categorias.
Entre os avanços obtidos, estão o aumento do auxílio alimentação de R$ 120,00 para R$ 250,00, de forma linear; criação e regulamentação de 9 unidades operacionais, com a criação de 4.466 cargos; tendo como conseqüência a promoção de 406 oficiais; redução do interstício de 10 anos para cinco anos da promoção do soldado a cabo PM; redução do interstício de 8 anos (tempo de serviço) e 6 anos (antiguidade e merecimento) para apenas 3 anos em ambos os casos, para a promoção do cabo a 3° sargento. Redução do interstício de 4 anos para 3 anos, para a promoção do 3° sargento a 2° sargento. A decisão permitiu a efetivação de 3.388 promoções de praças em todas as graduações.

Reitera ainda que um estudo está sendo concluído objetivando o realinhamento salarial dos servidores públicos estaduais ativos e inativos, contemplando também os policiais militares

A SSP informa ainda que o policial militar do Maranhão recebe o sétimo salário no ranking nacional, no valor de R$ 2.028,00 e maior que a remuneração percebida no Rio de Janeiro, que é de R$ 1.137,49; e no Rio Grande do Sul, que é R$ 996,00.

Informa que, por solicitação da SSP, um batalhão da Força Nacional está no Maranhão para agir em caso de paralisação da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Um planejamento com ações preventivas e um plano estratégico para garantir a segurança da população foi traçado pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI), constituído pela Força Nacional, Polícias Civil, Militar, Corpo de Bombeiros, além do Exército (24º Batalhão de Caçadores), Polícia Federal, Rodoviária Federal (PRF) e Força Aérea Brasileira (FAB).

A Força Nacional já está operando em São Luís e Imperatriz, além de outras cidades do interior do Maranhão. A SSP afirma que estão sendo empregados todos os esforços para garantir que a população não seja penalizada.

A SSP ressalta que o cidadão poderá comunicar qualquer ocorrência pelo 190, no Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), que está funcionando normalmente à disposição da população. Além disso, podem contar com o serviço do Disque Denúncia (3223 5800, na capital; e 0300 313-5800, no interior) e da Delegacia On Line no site www.delegaciaonline.ma.gov.br para registros de ocorrências como furtos ou extravio de documentos, roubos de celulares e ainda localizar foragidos da justiça.

Publicação: 24/11/2011 01:32
Fonte:  O Imparcial

FONTE: 

Em Bacabal, militares fecham o quartel e permanecem dentro aguardando as negociações

Em Bacabal, militares fecham o quartel e permanecem dentro aguardan...

A paralisação dos policiais militares de Bacabal atingiu o índice de 100 por cento.
Desde as 6 horas da manhã, dezenas de policiais se encontram nas dependências do quartel do 15º Batalhão.
Eles estão sem farda e se concentram nas dependências do Quartel. O Comando da PM, na capital, enviou um oficial superior, coronel Mariano, para administrar o Batalhão durante esses dias de crise.
Mesmo conversando com a tropa e falando de possíveis punições o Oficial não conseguiu demover os militares da idéia de aderir à paralisação.
O presidente da Associação dos Policiais Militares do Médio Mearim, soldado F.Gomes, afirmou: “Não estamos nos insubordinando. Estamos lutando por melhores dias para todos nós, do soldado ao coronel. Não queremos aumento absurdo de salário, estamos pedindo reajuste, ou seja, correção daquilo que perdemos ao longo do tempo”.
Os policiais não saíram do quartel. Familiares levaram o almoço e lanche. Um grupo levou uma churrasqueira para preparar o almoço. O clima é de tranqüilidade enquanto aguardam notícias da central do movimento reivindicatório baseada na capital.
Nesse instante, às 16h25, o presidente da Assembléia, deputado Arnaldo Melo, está no Palácio dos Leões dialogando com a Governadora Roseana Sarney.
FonteBlog do Louremar

Flávio Dino emite nota em apoio ao movimento dos Militares

Na tarde de ontem o presidente da Embratur – Empresa Brasileira de Turismo – Flávio Dino, emitiu nota de apoio à manifestação realizada por militares e bombeiros do Maranhão:
Acompanho com preocupacão a crise com policiais e bombeiros do Maranhão, causada pela insensibilidade e omissão do governo estadual.

Expresso meu desejo de que o diálogo democrático prevaleça entre as partes e que se encontre uma solucão adequada às reivindicações.

Manifesto minha solidariedade às famílias dos policiais e bombeiros, assim como às demais famílias que sofrem grave insegurança.

Medidas autoritárias não solucionarão a crise.

Colegas parlamentares da oposição estão atuando corretamente em busca de caminho democrático.

Flávio Dino