PREVISAO DO TEMPO

Comunidade dos Policiais e Bombeiros do Brasil

terça-feira, 28 de outubro de 2008

PARABÉNS AOS SERVIDORES PÚBLICOS - MARIA LEONOR LUZ CARPES

Nosso Estado tem seguido à risca o compromisso de buscar a modernização da gestão pública, com eficiência na prestação de serviços à população e total equilíbrio fiscal. Cumprir essa meta não seria possível se não tivéssemos um quadro de trabalhadores capazes, qualificados e eficientes. Hoje, 28 de outubro, quando se comemora em todo o país o Dia do Servidor Público, o governo faz questão de exaltar a todos os gaúchos a importância de cada um desses homens e mulheres que trabalham pelo desenvolvimento de nosso Estado.Muitas foram as ações concretizadas até agora com o objetivo de valorizar o funcionalismo público. O pagamento parcelado de reajuste garantido por lei, aguardado por 13 anos e assegurado pelo governo, foi uma destas atitudes tomadas pela atual administração. Ao todo, 252 mil matrículas do poder Executivo foram beneficiadas com a primeira parcela paga em agosto, tendo ainda outras três para receber.Também a implantação do Sistema RHE pode ser considerada como um grande passo em prol de nossos trabalhadores, modernizando e melhorando a relação com aqueles que se dedicam ao Estado. Foi implantado para substituir o antigo Sistema de Banco de Dados (BDP) e criar uma boa gestão da vida funcional. O sistema é tão eficiente que já serve de modelo para outros estados e também para os demais poderes do Rio Grande do Sul.Mas a menina dos olhos da administração estadual é, sem dúvida, a Escola de Governo, já em funcionamento e com a meta de qualificar 32 mil servidores públicos estaduais até dezembro de 2010. A escola foi criada para os servidores públicos gaúchos, que em seus bancos terão a oportunidade de aprimorar conhecimentos, buscar especializações e tornarem-se diferenciados a partir da capacitação adquirida.Muitos são os projetos a implantar pensando naqueles que trabalham para o Estado com seriedade, dedicação e eficiência, tarefa que se constitui numa das mais nobres de uma nação. E aqui no Rio Grande do Sul nossos servidores sempre responderam à altura às missões que lhes são atribuídas.Por esses motivos, afirmo que este dia 28 de outubro pode e deve ser comemorado com festa e nós, do governo, temos a certeza de que, se o Estado hoje está mais forte, muito se deve à força de trabalho qualificada de nossos servidores públicos.


secretária de Estado da Administração e Recursos Humanos

Brigada Militar: vocacionada pela lei, por Paulo Roberto Mendes Rodrigues

O jornal Zero Hora veiculado em 26 de outubro de 2008 publicou um artigo, intitulado Vocação, no qual o autor se refere ao falecido professor Lawrence Kohlberg, autor, dentre outras obras, da célebre teoria do julgamento moral.Conquanto o articulista tenha se referido a uma teoria que foi objeto da tese de doutorado de Kohlberg na Universidade Chicago em 1958, aqueles postulados, ainda que decorridos 50 anos, se me parecem extraordinariamente atuais.Refiro-me, especialmente, à construção intelectual daquele cientista quando assentou sua teoria sobre seis estágios de desenvolvimento moral da sociedade.Sinteticamente, Kohlberg afirmou que existiam quatro estágios iniciais nos quais o cidadão meramente reproduzia padrões apreendidos visando escapar da punição correspondente.No quinto estágio – a que batizou: a orientação para o contrato social democrático –, o primeiro encarado como de natureza pós-convencional, o indivíduo admite que as leis ou costumes morais podem ser injustos e devem ser mudados, mudança essa buscada através dos canais legais e contratos democráticos.O visionário professor de Harvard entendia que as diferentes democracias para firmarem-se perante o povo, legítimo titular do poder originário, poderiam/deveriam ser questionadas dentro dos estritos parâmetros ditados pelo contrato social a que bem se referia Jean-Jacques Rousseau.O contrato social, como sabido, nada mais é do que o exercício da ordem pública na sua mais absoluta plenitude, cuja manutenção a Constituição Federal atribuiu, com exclusividade, às polícias militares, e a Constituição Estadual, por seu turno, confiou à Brigada Militar.A sociedade brasileira, notadamente a gaúcha, tem dado mostras de que quer um regime democrático sólido e perene, portanto cabe-nos – enquanto instituição pública criada para o fim, dentre outros, de manter a ordem pública – fomentar as condições para que tal se eternize.O Rio Grande do Sul tem um povo ordeiro, dotado de rara vocação para o trabalho, preocupado exclusivamente em empreender colimando a conquista de um lugar melhor para viver com sua família e seus amigos.Importante salientar que o direito às manifestações sociais é também garantido constitucionalmente, portanto se constitui em missão da Brigada Militar assegurar-lhes igualmente o exercício na sua plenitude.Tanto é assim, que todas as escolas de formação da Brigada Militar possuem, nos seus currículos, a disciplina de direitos humanos, em que são repassadas, à exaustão, todas as normas referentes ao uso progressivo da força e do Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei, norma internacional adotada pela Resolução nº 34/169 da Assembléia Geral das Nações Unidas.Não por acaso, o nível de conflitualidade no Rio Grande do Sul, relativamente aos movimentos sociais, tem se demonstrado mínimo, levando-se em conta que semanalmente existem inúmeras manifestações de toda a ordem.A Brigada Militar, portanto, seja através deste comandante-geral, de seus oficiais ou de sua tropa – longe de adotar qualquer postura de covardia como sugere o articulista –, vem, de forma corajosa, cumprindo fielmente o papel constitucional de garantidora da ordem pública.Conforta-me, assim, o fato de que por onde passo neste Estado – e não é pouca a quilometragem diária que faço a trabalho – nunca ter enxergado nenhum “filhote extraviado de Sade diante do látego”, como se refere o articulista ao bravo povo gaúcho.Ao contrário, recebo inúmeras manifestações de que a Brigada Militar, como legítima garantidora da ordem pública, está no caminho certo.Essa fidúcia que o povo do Rio Grande do Sul tem na sua Brigada Militar se demonstra como a mais límpida demonstração de que não veremos neste sagrado solo a instalação do caos social, representado pelo sexto estágio da teoria de Kohlberg.Denominado, segundo o pesquisador, como “Princípios universais de consciência”, nesse nível também chamado de pós-convencional, predomina a moralidade da desobediência civil, dos mártires e dos revolucionários, e de todos aqueles que permanecem fiéis a seus princípios ao invés de se conformarem com o poder legitimado e com a autoridade.Isso – certo como o mês de outubro antecede o de novembro – a Brigada Militar, apoiada pelas autoridades constituídas deste Estado, não permitirá jamais!* Coronel, comandante-geral da Brigada Militar
Jornal Zero Hora do dia 28 de outubro de 2008 N° 15772

Anunciado calendário de pagamento dos servidores públicos

Confira as datas:
- 29 de outubro, quarta-feira: servidores do Magistério, Quadro Geral, Servidores de Escola e Inativos Ferroviários.
- 30 de outubro, quinta-feira: quadros de Nível Médio da Saúde e Segurança Pública (exceto Oficiais da Brigada Militar, Peritos e Delegados de Polícia).
- 31 de outubro, sexta-feira: demais servidores.

sábado, 25 de outubro de 2008

VOCÊ SABIA ...

a) que no Brasil existem mais de 2.200 Regimes Próprios de Previdência Pública instituídos pelos municípios, todos com regime de auto-sustentabilidade?

b) que no Brasil existem 23 Regimes Próprios de Previdência Social Pública (NÃO COMPLEMENTAR) instituídos pelos Estados da Federação e pelo Distrito Federal, todos igualmente com estrutura atuarial auto-sustentável?

c) que a administração pública federal não criou nenhum Regime de Previdência (Privada) Complementar?

d) que São Paulo, o Estado de maior poder econômico do Brasil, recentemente implementou seu
REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA PÚBLICA, e promete reverter a situação deficitária no prazo de DEZ ANOS?

e) que igual procedimento foi adotado pelo Estado de Minas Gerais. Com absoluto sucesso!

Então, agora você já sabe que nenhum Estado e nenhum município neste País implementou o REGIME DE PREVIDÊNCIA (PRIVADA) COMPLEMENTAR para servidores públicos, e todos eles adquiriram o CERTIFICADO DE REGULARIDADE PREVIDENCIÁRIA.

Por que somente o Governo do Rio Grande do Sul insiste nessa OPÇÃO, quando nenhum ente público no País decidiu-se por ela?

A proposta do Regime de Previdência (Privada) Complementar, nos termos do PL 393/07 (que tramita na Assembléia Legislativa), prevê a duplicação de estruturas administrativas de entidades gestoras dos sistemas de previdência do estado.
Com isso, duplica os custos de gestão.

Redireciona recursos públicos do FG-PREV para custeio da máquina do Regime de Previdência
(Privada) Complementar, ou seja, redireciona recursos públicos para financiar uma estrutura privada que já existe como estrutura pública, o nosso IPERGS.

A VERDADE SOBRE O DÉFICIT PREVIDENCIÁRIO NO RIO GRANDE DO SUL:


A tão divulgada arrecadação previdenciária no valor de R$ 47 milhões mensais, para enfrentar uma despesa de R$ 450 milhões, refere-se somente à contribuição dos servidores. Nessa receita não está contabilizada a parte patronal devida pelo Estado, equivalente a mais duas vezes esse valor.
O Estado, que é presumidamente um ente moral, não pode considerar como déficit previdenciário a parcela por ele devida e inadimplida. A empresa privada inadimplente sofre sanções.
O Ente Público pode ser irresponsável? Portanto, a arrecadação é de aproximadamente R$ 150 milhões mensais.
O restante,apontado como déficit previdenciário, na verdade, corresponde ao passivo financeiro, à dívida que o Estado tem para com os servidores estaduais, efetivada ao longo de mais de setenta anos, quando deixou de criar uma poupança para implementar as aposentadorias de hoje.
Optou o Estado por aplicar esses recursos em favor da sociedade, como na educação, saúde,segurança e em outras funções de Estado.
As dívidas contraídas pelo Estado com a União, e outras, têm de ser adimplidas por força das sanções políticas aplicáveis.
Aquela feita contra os servidores públicos estaduais pode ser inadimplida e até negada: não tem sanção!

EM SENDO A PRINCIPAL PREJUDICADA, A SOCIEDADE GAÚCHA NÃO PACTUARÁ COM ESSA ATITUDE INJUSTA DOS GOVERNANTES!

NÃO À PRIVATIZAÇÃO DA PREVIDÊNCIA (PL 393/07)

O regime de previdência complementar (RPC) aumentará o gasto público e reduzirá receitas, agravando a crise financeira do estado durante os próximos 25 anos.
Fórum Unificado das Entidades Representativas dos Servidores Públicos Estaduais do RS em Defesa da Previdência Própria - Fórum Unificado

FESSERGS – FÓRUM DE ENTIDADES – UNIÃO GAÚCHA

ABFIR, ABOJERIS, ADPERGS, AFAFE, AFISVEC, AFOCEFE, AJURIS, AMP/RS, APERGS,
APROJUS, ASDEP, ASEGERGS, ASJ, ASOFBM, ASPGE/RS, ASSEP, ASTC, CEAPE/TCE-RS,
CEFAL, CPERS, FASP/RS, SERVIPOL, SIMPE-RS, SIMSECOR, SINAPERS, SINDAF/RS,
SINDICAIXA, SINDGERAL, SINDJUS-RS, SINDIPE, SINDIPERÍCIAS, SINDISPGE/RS,
SINDISSAMA, SINDSEPE-RS, SINDSIRGA, SINFEEAL, SINFERS, SINTAF/RS, SINTERGS,
SISDAER, UGAPOCI, UGEIRM, UNSP/RS.

A sociedade rio-grandense, ao adotar o RPC – Regime de Previdência (Privada) Complementar – , poria fim às despesas previdenciárias com o servidor?

A sociedade rio-grandense, ao adotar o RPC – Regime de Previdência (Privada) Complementar – , poria fim às despesas previdenciárias com o servidor público gaúcho?
Não, ao contrário, aumentariam essas despesas!!!



O Fórum Unificado alerta a sociedade, os parlamentares e os SERVIDORES PÚBLICOS GAÚCHOS para a necessidade de desmitificar o discurso de que a implementação do Regime de Previdência (Privada) Complementar aumentará a capacidade de investimento do Estado nas funções de saúde, educação e segurança; ao contrário, agregará custos ao Estado, com transferência de recursos PÚBLICOS para investimento no mercado financeiro (PRIVADO), no mínimo pelos próximos vinte e cinco anos, REDUZINDO A CAPACIDADE DE INVESTIMENTO nas funções de Governo. A desoneração do Estado com a previdência ocorrerá, com certeza nos próximos 25 anos, como conseqüência da morte natural dos segurados inativos e pensionistas para os quais o Estado não criou contribuição, e como resultado da implantação definitiva do RPPS - Regime Próprio de Previdência Social (pública) – que cria a contribuição dos servidores e do Estado e o compromisso de auto-sustentabilidade.