domingo, 3 de fevereiro de 2008
Um líder forte torna ameaçadora a operação padrão da polícia gaúcha
Ao se manter em assembléia geral permanente e adotar o que chamam de operação padrão (greve branca), os delegados gaúchos dão mostras de enorme inquietação na polícia civil.
. O governo precisa levar a sério o movimento dos delegados, que pela primeira vez em muitos anos escolheram um líder muito combativo, no caso o delegado Wilson Muller.
. Existem também inquietação nos quartéis da Brigada Militar, mas o acerto com o subcomandante Paulo Mendes evitou o pior.
. A reforma que o governo desenhou pra Brigada, Polícia, Susepe e IGP não consegue avançar e com isto velhíssimas contradições encorpam os problemas de gestão e operação.
. Os acontecimentos cariocas não devem servir de ameaça, mas como alerta aos governadores dos outros Estados.
Nota referente ao (Porto Alegre), final de semana, 2 e 3 de fevereiro de 2008
retirada do site do site do Jornalista Políbio Braga -
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sábado, 2 de fevereiro de 2008
UTILIDADE PÚBLICA
Ainda diz OS nomes de medicamentos genéricos e similares:
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
É IMPORTANTE! UTILIDADE PÚBLICA, Consulta Gratuita ao 102
É IMPORTANTE! UTILIDADE PÚBLICA Consulta Gratuita ao 102.
É O MESMO SERVIÇO, SÓ QUE GRATUITO. Não ligue mais para o 102, que é um roubo!!! Se vc já sabia, ótimo! Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.
Grande abraço,
MP torna desarmamento permanente
Zero Hora de 01 de fevereiro de 2008 N° 15497Alerta
Justiça
MP torna desarmamento permanente
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou ontem medida provisória tornando permanente a política de entrega de armas ao governo em troca de uma indenização. Essa é uma das principais modificações da MP do Estatuto do Desarmamento, que também estenderá de 2 de julho para 31 de dezembro o prazo de registro de quem tem armas e reduzirá o preço pago para se fazer o registro da arma. Com isso, o Ministério da Justiça espera aumentar o número de armas registradas, reduzir o número delas em circulação e, conseqüentemente, reduzir a criminalidade.A meta inicial da primeira campanha de desarmamento era recolher 80 mil armas. Nos primeiros seis meses, já tinha sido alcançada. Em dezembro de 2004, o governo aumentou a meta para 200 mil. Terminou o período, em outubro de 2005, com 464 mil revólveres, pistolas e metralhadoras a menos em circulação no país. O material foi destruído, segundo o Ministério da Justiça.O valor da indenização a ser pago a quem entregar a sua arma ainda não foi anunciado. Ele será definido em decreto ainda a ser assinado. Em relação ao novo valor dos registros de armas, eles irão variar de R$ 30 a R$ 60.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
HRW destaca violência policial e impunidade no Brasil
HRW denuncia que EUA e Europa toleram simulacros de democracia
"A violência policial continua sendo um dos maiores problemas problemas pendentes de direitos humanos no Brasil", afirma o documento, na primeira linha do capítulo dedicado ao Brasil.
"O país segue enfrentando enormes problemas na área de segurança pública", acrescenta.
O relatório lembra que, no primeiro semestre de 2007, a polícia do Rio de Janeiro matou 694 pessoas. Em São Paulo o número foi de 201 no mesmo período.
Segundo a HRW, a impunidade é outro problema urgente.
"As violações aos direitos humanos raramente são investigadas", ressalta o informe, que destaca que isto inclui "os responsáveis por atrocidades do regime militar".
As prisões do país são caracterizadas por "condições desumanas". Nas zonas rurais se repetem os casos de violência contra os defensores dos direitos humanos e de pessoas mantidas em regime de trabalho forzado.
Além de alertar que a prática da tortura persiste no país, a Human Rights Watch lamenta que "o Brasil nunca perseguiu os responsáveis pelas atrocidades cometidas no período do regime militar (1964-1985)".
De um modo geral, a violência, a impunidade e o abuso da força são constantes em toda a América Latina, embora haja alguns avanços nos julgamentos dos responsáveis por crimes das ditaduras militares.
Além do Brasil, o informe, que também denuncia casos de discriminação sexual e diversas travas da liberdade de informação, analisa os direitos humanos em outros nove países latino-americanos: Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Guatemala, Haiti, México, Peru e Venezuela.
"Cuba continua a ser o único país da América Latina que reprime quase todas as formas de oposição política e o resultado final é que os cubanos estão sistematicamente privdos de direitos básicos de livre expressão, associação, reunião, privacidade, movimento e devido processo ante a lei", destaca o documento.
O relatório igualmente destaca na região a discriminação aos casais de mesmo sexo, a falta de direito ao aborto legal e a violência sexual.
Ao contrário do Brasil e do Peru, o documento ressalta o fato de que a Argentina e o Chile deram passos decisivos para castigar os violadores dos direitos humanos das ditaduras, dando como exemplo a condenação à prisão perpétua do ex-capelão Christian Von Wernich e o fato de as autoridades chilenas aprovarem a extradição para o Peru do ex-presidente Alberto Fujimori.
O grupo lamenta a violência do crime organizado na Colômbia, assim como das guerrilhas de esquerda e os paramilitares direita, que não foram desmobilizados por completo.
Também critica o abuso da força e as execuções extrajudiciais em vários países, como ocorre freqüentemente na Venezuela, e a perseguição de jornalistas, em particular no Haiti e no México.
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