PREVISAO DO TEMPO

Comunidade dos Policiais e Bombeiros do Brasil

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

MPC: cedência de servidor pode ser ilegal

No dia seguinte à decisão da mesa diretora da Assembleia que limitou para seis o número de assessores que podem trabalhar fora do gabinete dos deputados, o procurador-geral do MP de Contas, Geraldo da Camino, disse que ceder funcionários da Casa para partidos é ilegal. Segundo ele, o problema não está no local de trabalho, mas em identificar a serviço e para quem exercem suas funções. "Funcionário da Assembleia não pode trabalhar para partido", frisou Da Camino.

Fonte: Correio do Povo 16ago2012

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Plano de carreira de funcionários em foco

Crédito: ANDRÉ ÁVILA
<br /><b>Crédito: </b>  ANDRÉ ÁVILAProfessores da rede estadual protestaram ontem, em frente ao Palácio Piratini, na Capital, contra a retirada da pauta de votações da Assembleia do projeto de lei 267/11 que garante a inclusão dos funcionários de escolas no plano de carreira. A medida abrange 205 profissionais, conforme o Cpers/Sindicato. Após a manifestação, o governo informou que irá se reunir com os dirigentes nesta sexta-feira, às 10h, no auditório da Procergs. A informação foi dada pelo chefe de gabinete da Casa Civil, Flávio Helmann.

Fonte: Correio do Povo 15ago2012





Retirada de projeto gera nova discórdia

Como antecipado pela coluna, a retirada da Assembleia do projeto que integra servidores de escola ao plano de carreira se transformou na mais nova queda de braço entre governo e Cpers. Ontem pela manhã, o líder do governo, Valdeci Oliveira, explicou à presidente do sindicato, Rejane de Oliveira, que a promessa está mantida e que o governo busca apenas alternativa jurídica para beneficiar também os servidores que não estão lotados na Secretaria da Educação. O diálogo, no entanto, não serviu para acalmar ânimos nem impediu a manifestação do Cpers em frente ao Piratini, horas mais tarde. O sindicato será recebido pelo governo sexta-feira.

Fonte: Correio do Povo 15ago2012
Taline Oppitz

taline@correiodopovo.com.br

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Policiais rodoviários farão greve inédita

Categoria para pela primeira vez em 84 anos de existência da corporação


 Na quarta-feira passada, rodoviários fecharam a ponte do Guaíba<br /><b>Crédito: </b>  tarsila pereira
Na quarta-feira passada, rodoviários fecharam a ponte do Guaíba

Crédito: tarsila pereira

Na quarta-feira passada, rodoviários fecharam a ponte do Guaíba

Crédito: tarsila pereira

Policiais rodoviários federais decidiram iniciar sua greve a partir desta quinta-feira no RS e outros estados do País. A decisão foi tomada ontem, em assembleia geral realizada em Porto Alegre. Eles buscam pressionar o governo federal por mais investimentos em segurança e na carreira, melhores condições de trabalho, reajuste salarial, reposição de efetivo, além de outras reivindicações. É a primeira greve em 84 anos de existência da corporação.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais (Sinprf-RS), Francisco Kossel, a PRF gaúcha tem atualmente 685 agentes, enquanto o efetivo considerado ideal deveria ser de 1.576 patrulheiros. No país, há cerca de 4 mil cargos vagos. Kossel afirma que os grevistas irão realizar operações padrão nas rodovias federais do Estado. As revistas minuciosas em veículos deverão ocasionar congestionamentos.

O dirigente sindical lamenta os prováveis inconvenientes, mas acredita que não há outra forma de ação para mudar o quadro de carências de pessoal e de infraestrutura da corporação. "Estamos prevendo um colapso para período dos grandes eventos que o Brasil vai sediar", afirma,

Ele alerta a sociedade para o prejuízo da greve. "A PRF é responsável pelas maiores apreensões de drogas no país. Com as atuais condições de trabalho, há dificuldade em reprimir a criminalidade e também em garantir a segurança para o trânsito", explica o líder sindical.

Segundo o Sinprf-RS, dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontam que o Brasil consome R$ 11,5 bilhões ao ano em prejuízos oriundos de acidentes em rodovias federais. "Menos de 4% deste valor é aplicado anualmente para estruturação da PRF. Sem investimento em prevenção, o prejuízo só irá aumentar", avalia Kossel.

A Superintendência da PRF no Estado informou que somente se manifestará após a efetivação das ações de greve, na quinta.

Fonte: Correio do Povo 14ago2012

domingo, 12 de agosto de 2012

Assembleia geral pode definir greve da PRF nesta segunda-feira

Categoria quer mais agentes e estrutura: "Estamos prevendo um colapso na Copa e na Olimpíada”

A partir das 13h30min desta segunda-feira, agentes da PRF realizarão uma assembleia geral na sede do   Sindicato, localizado no bairro Humaitá, em Porto Alegre, para decidir se paralisam ou não as atividades por tempo indeterminado. "O número de veículos e a malha viária aumentaram consideravelmente, mas não foram feitos investimentos em contratação de mais policias e em infraestutura. Estamos prevendo um colapso da segurança do trânsito para grandes eventos como a Copa e a Olimpíada”, explicou o presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários do RS, Francisco Von Kossel.

Outra reinvidicação se refere ao desvio de funções dentro da corporação e às condições de trabalho. Segundo o presidente do Sindiprf, a PRF não tem um quadro próprio de servidores administrativos e alguns policias trabalham até na manutenção de viaturas.

Sobre a nomeação dos 750 novos policiais rodoviários anunciada na última sexta-feira pelo governo federal, sendo que destes, 80 reforçarão o efetivo aqui no RS, Von Kossel classificou como insuficiente o número de agentes. Segundo ele, hoje, o Estado soma 685 policiais rodoviários federais. O ideal seria um efetivo de 1.576, conforme estudo da Superintendência da PRF.

Fonte: Luciano Nagel / Rádio Guaíba 

12/08/2012

O MITO DA PACIFICAÇÃO E O FIM DA POLÍCIA MILITAR


Em 2008 eles tentaram salvar a PMERJ
O governo Cabral (PMDB) os exonerou e aposentou


Rio de Janeiro, dia 12 de agosto de 2012, não existem mais véus, a blindagem da grande imprensa não conseguiu deter as verdades, a ilusão criada com fins eleitoreiros sobre a pacificação da cidade acabou, as feridas estão expostas.


O governo estadual com o apoio da imprensa chapa branca criou uma grande mentira no sentido de que a cidade seria pacificada com a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora  (UPPs). A imprensa "oficial" usou e abusou de vender essa mentira, mas a verdade foi furando a blindagem através dos blogs, das redes sociais e da parte da imprensa que se manteve fiel à realidade.

Na verdade, o governo implantou um policiamento privilegiado em parte da cidade, que foi saturada de policiamento a partir da Zona Sul e abandonou o restante dela, assim como, os outros municípios do Rio de Janeiro. Lembro que sempre afirmei que o secretário de segurança era municipal e não estadual, hoje isso ficou óbvio.

No final do governo, teremos o caos na segurança pública e uma Polícia Militar destruída, pois para alcançar seus objetivos o governo não poupou a PMERJ.

O Curso de Formação de Soldados foi deformado, os alunos sofreram toda a sorte de prejuízos, sendo o pior deles as lacunas na qualificação. Defeitos que permanecerão ao longo da vida profissional, pois não existe recall de Policiais Militares. Eles seguirão tendo que tentar suprir as deficiências através do esforço próprio. Terão que aprender nas ruas, acertando e errando. Matando e morrendo, infelizmente.

Para ocupar comunidade após comunidade com objetivos eleitorais, o governo inchou a Polícia Militar, condenando os PMs a receberem salários miseráveis para sempre, pois a alegação do "gigantesco impacto na folha" será a desculpa do atual e dos próximos governadores para não conceder reajustes. Pior será a situação dos inativos e das pensionistas, pois os governantes sempre poderão dar continuidade a estratégia de Sérgio Cabral (PMDB)  de conceder gratificações para os ativos. Logo teremos Soldados da ativa, ganhando mais que Subtenentes inativos, assim como, Tenentes da ativa ganhando mais que Coronéis inativos.

A pacificação foi desmascarada e a Polícia Militar destruída, sendo esse o legado de Sérgio Cabral na área da segurança pública.

Juntos Somos Fortes!
Coronel Paúl
A voz que o sistema quer calar!

Salário de servidores em greve chega a R$ 20 mil

Movimento dos funcionários federais pede aumento nos vencimentos

A série de paralisações que atinge serviços federais e desafia o governo da presidente Dilma Rousseff é protagonizada por servidores cujas carreiras têm salários iniciais em torno de R$ 10 mil. Em algumas categorias, como a dos auditores fiscais da Receita Federal, essas cifras chegam perto dos R$ 20 mil no topo da carreira.

Uma análise dos dados do Ministério do Planejamento mostra um pouco do que pode ser o impacto dos aumentos reivindicados pelos servidores na folha de pagamento. Mais da metade (53%) dos funcionários do Executivo ganha acima de R$ 4.500 mensais - 16,2% do total recebe mais de R$ 10.500, segundo números de abril de 2012. Menos de 20% (18,5%) dos servidores ganham até R$ 3 mil no Poder.

Essas cifras, assinaladas no Boletim Estatístico de Pessoal de maio, incluem administração direta, fundações e autarquias, mas excluem o Ministério Público da União, Banco Central, empresas públicas e sociedades de economia mista. Apesar de pequenas variações - a folha cresce vegetativamente todo mês -, são bem próximas do que ocorre hoje, segundo o Planejamento. Um dos grupos mais fortemente mobilizados do movimento grevista, o funcionalismo das agências reguladoras recebe, no seu grupo de elite - o cargo de especialista - salários que, do início ao fim da carreira, vão de R$ 10.019 a R$ 17.479.

Nos postos de analista, a remuneração vai de R$ 9.623 a R$ 16.367, e em postos de nível superior, varia de R$ 7.285 a R$ 12.131. Profissionais de nível médio, com cargos de técnico administrativo, recebem de R$ 4.760,18 a R$ 7.664,76. O Sinagências, representante desses servidores, diz que há defasagem de 25% desde 2008 e pede a remuneração por subsídio, como nas carreiras jurídicas, na diplomacia e na Agência Brasileira de Inteligência (Abin). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: AE