PREVISAO DO TEMPO

Comunidade dos Policiais e Bombeiros do Brasil

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Polícia boliviana busca um acordo

La Paz - Policiais de baixa patente negociam com o governo um acordo para o fim do motim que se estendeu por a toda a Bolívia, enquanto indígenas que há dois meses realizam uma marcha contra a construção de uma estrada adiaram sua entrada em La Paz, para evitar que sejam vinculados a um suposto complô contra o presidente Evo Morales.

Em meio às negociações, centenas de policiais voltaram a protestar ontem nos arredores do palácio de governo, na Praça das Armas. Grupos de professores da educação pública se solidarizaram com os oficiais, que, paradoxalmente, participam da repressão a protestos. Os policiais pedem salário básico de 2.000 bolivianos (287 dólares), revogação de um regime disciplinar da Polícia, aposentadoria com 100% do último salário, criação de defensoria policial e garantia de que não haverá represália ao motim.
 
Fonte: Correio do Povo 27junho2012

Maia aumenta despesas

O presidente da Câmara, Marco Maia, concedeu aumento de 30% na verba de gabinete para pagamento de salários dos funcionários contratados pelos deputados sem concurso público. A verba será reajustada de R$ 60 mil para R$ 78 mil por mês a partir de 1 de julho. O reajuste também afeta gastos com férias e encargos trabalhistas.


Fonte: Correio do Povo 27junho2012

terça-feira, 26 de junho de 2012

Policiais tomam praça de La Paz

Agentes amotinados opõem-se a entendimento com governo e entram em confronto com aliados do presidente Evo Morales
Com os rostos cobertos, rebeldes marcham em direção ao palácio presidencial. Eles lutam há 5 dias por reajustes<br /><b>Crédito: </b> Aizar Raldes / AFP / CP

Com os rostos cobertos, rebeldes marcham em direção ao palácio presidencial. Eles lutam há 5 dias por reajustes

Crédito: Aizar Raldes / AFP / CP

La Paz - Policiais de baixa patente amotinados por demandas salariais, tomaram ontem a Praça de Armas de La Paz, em frente ao palácio presidencial, depois de terem entrado em conflito com manifestantes favoráveis ao chefe de Estado, Evo Morales. Os rebeldes, com os rostos cobertos, se lançaram sobre um pequeno grupo de pessoas favoráveis ao governo que, com vestimentas indígenas e cartazes, entravam na praça para expressar apoio a Morales.

A chutes e pontapés, os apoiadores do presidente foram expulsos do local. Os insultos contra os governistas se multiplicavam: "pichicateros" (viciados em drogas), "narcotraficantes", "contrabandistas", gritavam com raiva os amotinados, agitando paus e ferros de forma ameaçadora. Chapéus e ponchos indígenas, cartazes e panfletos foram destruídos e exibidos como troféu de guerra para acabarem sendo colocados em fogueiras improvisadas. Os policiais rebeldes também utilizaram bombas de gás lacrimogêneo. Nas portas do palácio governamental, mulheres de origem indígena foram agredidas pelos policiais, também indígenas, descendentes das etnias que apoiam Morales. Os policiais amotinados respondiam assim à presença de manifestantes governistas, que consideravam uma provocação. Por meio da imprensa estatal, foi convocada no domingo pelos sindicatos ligados ao governo uma manifestação de apoio ao presidente da República, supostamente ameaçado por conspiração golpista, segundo fontes do governo. Os sindicatos indígenas vinculados ao presidente boliviano, os únicos autorizados até agora a se manifestar nesse espaço, eram expulsos de forma violenta pelos policiais que, em outras circunstâncias, autorizariam sua passagem.

Qualquer pessoa com vestimenta indígena era alvo de agressões por parte dos amotinados. Os policiais estão em greve há cinco dias em todo o país exigindo salário de 2.000 bolivianos (287 dólares, quase 70% mais do que recebem) e rejeitaram acordo firmado na madrugada de domingo, por considerá-lo insuficiente. Sargentos e cabos esperam reorganizar sua liderança, com delegados de base de todo o país, para retomar o diálogo. O governo central insiste na teoria de um golpe de Estado de direita por trás dos protestos policiais.

Fonte: Correio do Povo 26junho2012






Servidores federais fazem greve

Prejuízos à população devem ser sentidos mais a longo prazo, pois profissionais atuam em áreas administrativas
 Trabalhadores ligados ao Sindisprev/RS promoveram ato na Borges<br /><b>Crédito: </b>  arthur puls

Trabalhadores ligados ao Sindisprev/RS promoveram ato na Borges

Crédito: arthur puls

Servidores federais vinculados aos ministérios da Saúde e do Trabalho e Emprego no Rio Grande do Sul começaram na manhã de ontem uma greve geral e por tempo indeterminado. Os profissionais reivindicam que o governo abra o debate sobre a negociação salarial e melhore as condições de trabalho.
De acordo com a diretora do Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde, Trabalho e Previdência (Sindisprev/RS), Sílvia Regina Souza Vieira, a categoria está há 15 anos sem reajuste e o governo não sinaliza disposição em discutir o assunto.
A categoria também reivindica reposicionamento de tabelas, jornada de trabalho de 30 horas semanais e melhores condições de trabalho. "Queremos o enquadramento das tabelas de pagamento com os servidores da Previdência." Segundo ela, há dois anos todos ganharam gratificação, mas não há comprometimento de que o valor seja incorporado aos vencimentos.
Uma das exigências da categoria é o reajuste de 22,08%, além da realização de concurso público, já que são 600 servidores em todo o Estado. O objetivo da greve é chamar a atenção do governo federal. "Pedimos um olhar diferenciado em relação a esses profissionais", afirmou. Para marcar a mobilização, os servidores fizeram um ato em frente à sede do núcleo estadual do Ministério da Saúde, localizado na avenida Borges de Medeiros.
Na manhã de ontem, a paralisação ainda não havia refletido nenhum problema para o atendimento à população no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas e nos dois maiores centros de Saúde da Capital, o da Vila dos Comerciários, na zona Sul, e o do IAPI, na zona Norte.
Há tendência de que os prejuízos sejam sentidos a longo prazo já que os profissionais são os responsáveis por diversas atividades administrativas, como liberações e autorizações de consultas e de medicamentos, em especial via judicial. A avaliação do movimento ocorrerá em assembleia geral às 18h de amanhã.

Fonte: Correio do Povo 26junho2012

 




SEGURANÇA PÚBLICA: Jeferson Fernandes participa dos debates sobre reajuste salarial para a BM

O deputado Jeferson Fernandes (PT) está acompanhando os debates dos servidores de nível médio da Brigada Militar com o Executivo, referente ao reajuste salarial proposto pelo governo Tarso para a BM e Polícia Civil. Na terça-feira, 12 de junho, o Executivo protocolou quatro projetos de lei na Assembleia Legislativa referente ao aumento de salário aos servidores da segurança pública do Estado.

Para o deputado, a matéria propõe um reajuste salarial acima da média, em comparação a outros governos. Quando Tarso Genro assumiu o Estado, o soldado da BM recebia o valor básico de R$ 364,23, que somado ao risco de vida chegava ao valor de R$ 1.172,82. A proposta do Executivo prevê um reajuste de 104,48% até o final de 2014, onde o servidor do mesmo cargo passará a perceber R$ 2.398,27, podendo variar para mais, de acordo com tempo de serviço de cada servidor.

Jeferson destaca que outro avanço significativo será vincular a classe os percentuais de reajustes dos coroneis aos demais membros da Brigada Militar, assim sendo, sempre que houver aumento para os mesmos, os praças de nível médio irão percebê-lo.

Enquanto tramitam os projetos na Assembleia, as associações da base da Brigada Militar esperam dialogar com a liderança do governo, pois até então, não há pleno acordo por parte da classe no que diz respeito aos indíces propostos pelo Estado.

Na página da ASSTBM foi disponibilizado uma planilha para simular o valor do salário conforme proposta do governo. Faça sua simulação.

Fonte: Agência de Notícias
Cynara Baum - MTB 14336

PT - 14:23-25/06/2012

As matérias assinadas pelos partidos políticos são de inteira responsabilidade dos coordenadores de imprensa das bancadas da Assembleia Legislativa. A Agência de Notícias não responde pelo conteúdo das mesmas.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Nova investida

O Cpers, que ingressa hoje na Justiça com ação questionando os critérios de avaliação do concurso do magistério, prepara mais uma investida contra o governo. Está sendo organizado, para o dia 29, o ato público Indignado? Chute o Balde, para "denunciar o desmonte da Educação no Estado".


Fonte: Correio do Povo 25junho2012
Taline Oppitz

taline@correiodopovo.com.br

Dia do Bombeiro cheio de atrações

Programação especial em homenagem ao Dia do Bombeiro, comemorado em 2 de julho, começa hoje em Porto Alegre. A primeira atividade será a exposição com viaturas operacionais e históricas, a partir das 10h, no Shopping Total. Às 16h haverá a abertura da Semana de Prevenção de Incêndios.

Na quarta-feria, será realizada uma simulação de atendimento de acidente aquático em uma embarcação de grande porte, próximo à Ponte do Guaíba e ao Grêmio Náutico União. Na quinta e na sexta-feira, das 9h às 17h, haverá o Seminário de Bombeiros sobre novas tecnologias. No sábado, a partir das 10h, estão programadas atividades em homenagem ao Dia do Bombeiro, como o uso de tirolesa e rapel. No domingo, será o Parque da Redenção o palco de exposição, que ficará junto ao Monumento ao Expedicionário, das 10h às 12h. Na segunda-feira, está prevista formatura na sede do Comando do Corpo de Bombeiros.


Fonte: Correio do Povo 25junho2012