PREVISAO DO TEMPO

Comunidade dos Policiais e Bombeiros do Brasil

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

PRONASCI EM RISCO

Prefeituras temem o fim de verba para segurança
Levantamento de ZH mostra que os municípios com maior população ainda aguardam recursos
Dos 10 mais populosos municípios gaúchos, metade não recebeu nenhum real do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) em 2011. Mesmo entre os prefeitos contemplados com verbas para investir no combate à violência, é crescente o temor diante da possibilidade de extinção do programa, que desde 2009 apresenta cortes na liberação de recursos.
O problema enfrentado pelas cidades segue a tendência estadual, revelada ontem por ZH. Administrado pelo criador do Pronasci, Tarso Genro, o governo do Estado fechou o ano passado sem receber nada da iniciativa coordenada pelo Ministério da Justiça. Entre os prefeitos, Tarcísio Zimmermann (PT), de Novo Hamburgo, foi um dos que mais demonstrou preocupação:
– Ficamos assustados com a perspectiva do Pronasci não ter continuidade. Será um desperdício daquilo que foi investido até agora.
A prefeitura de Porto Alegre vê com apreensão o futuro do programa criado por Tarso e que, nas mãos da gestão Dilma Rousseff, está sendo enfraquecido.
– Observo a situação com muito pesar. Para nós, o Pronasci foi uma alavanca espetacular – afirmou o secretário dos Direitos Humanos e da Segurança Urbana, Nereu D’Ávila (PDT).
Prefeito de Rio Grande reclama do programa
Entre os que não receberam nada em 2011, está Rio Grande, no sul do Estado. Durante o ano, restou à prefeitura trabalhar com os R$ 900 mil recebidos ainda em 2010.
– Tentamos inscrever mais propostas para receber investimentos em 2011, mas não conseguimos. O sistema estava fechado – reclamou o prefeito Fábio Branco (PMDB).
Inscrita desde 2009 para implantar dois programas na área da segurança, a prefeitura de Viamão não obteve retorno do governo federal.
– Estamos preocupados. Adotamos a ideia do Pronasci, mas simplesmente não fomos contemplados – criticou o coordenador do Gabinete de Gestão Integrada de Viamão, Ramon Lindemann.
CARLOS ROLLSING E JULIANA BUBLITZ
MULTIMÍDIA
ENTREVISTA
“Há uma preocupação sobre o Pronasci”
Eduardo Pazinato, Presidente da Associação de Secretários de Segurança
Segundo o presidente da Associação Estadual de Secretários e Gestores Municipais de Segurança Pública do Estado e titular da pasta em Canoas, Eduardo Pazinato, o futuro incerto do Pronasci preocupa as prefeituras gaúchas. Apesar disso, ele segue otimista. Confira:
Zero Hora – O governo do Estado não recebeu verbas do Pronasci em 2011. E as prefeituras gaúchas como ficaram? 
Eduardo Pazinato – A maioria das prefeituras, à exceção de Canoas, que foi o município que iniciou a execução dos programas do Pronasci, ainda está com recursos para executar, que foram captados em 2009 e 2010. Acredito que a maioria dos municípios não apresentou novos projetos junto ao governo federal, e essa é uma das razões pelas quais não recebeu nada em 2011.
ZH – Canoas, que é um das vitrines do Pronasci e é a cidade em que o senhor é secretário, recebeu verbas do programa em 2011?
Pazinato – Foi feito o empenho de R$ 1 milhão na última semana de dezembro, que será destinado à renovação do Núcleo de Justiça Comunitária do Território de Paz do Guajuviras e à implantação do núcleo no Território da Grande Mathias e Harmonia.
ZH – Então, na prática, o dinheiro ainda não chegou. Vocês acreditam que virá? 
Pazinato – Sim. O convênio já foi assinado. Estamos prevendo a inauguração do núcleo da Mathias ainda para o primeiro semestre.
ZH – Os secretários de Segurança estão satisfeitos com o Pronasci?
Pazinato – Há uma preocupação sobre os rumos do Pronasci na atual política nacional de segurança pública, mas temos a expectativa de que o programa possa continuar fortalecido a partir de 2012.
ZERO HORA

ASOFBM e Operação Golfinho

A  Associação dos Oficiais da Brigada Militar lançou campanha institucional durante a operação golfinho. Além de painéis na estrada do mar, está sendo veiculado nas rádios o trabalho e o empenho de todos os oficiais envolvidos nesta operação.
           A campanha " Aproveite o verão, os oficiais de nível superior da Brigada Militar planejam e comandam a operação golfinho, a sua proteção! " , você confere na Rádio Gaúcha diariamente nos seguintes horários 15h15, 17h03,23h15, 20h45 e na Band AM durante o programa Band Repórter, às 22h15,22h30,23h00,23h15. Também será exibido na RBS TV, os dias e horários serão divulgados com antecedência para que todos possam acompanhar.
           O objetivo da Asofbm é informar a importância  e o envolvimento dos oficiais na segurança da sociedade gaúcha.

Fessergs cobra reajuste salarial

O presidente da Fessergs, Sérgio Arnoud, afirmou ontem que continua aguardando manifestação da Casa Civil do governo Tarso Genro quanto à promessa de reajuste para o quadro geral do Estado. De acordo com ele, dos 16 níveis do quadro geral, 15 estão abaixo do salário mínimo. "É uma vergonha que um estado dito como desenvolvido complemente os valores pagos a estas categorias", desabafa Arnoud. Ele lembra que a secretária Stela Farias, da Administração, havia prometido resposta na semana passada e que até agora não houve nenhuma manifestação.

Fonte: Correio do Povo 09jan2012

domingo, 8 de janeiro de 2012

CAMPANHA SALARIAL


NOTA SE APOIO E SOLIDARIEDADE A GREVE DOS POLICIAIS CIVIS DO CEARÁ

A FETRAF-CE - Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar e Empreendedores Familiares Rurais do Estado do Ceará, vem de publico prestar apoio e solidariedade à Greve dos Políciais Civis dos Estado do Ceará.

A pauta apresentada pelo SINPOCI - Sindicato que representa os policiais civis, é uma pauta justa e merecedora de ser melhor tratada e acolhida pelos poderes constituídos, em especial pelo Governo do Estado do Ceará.

Por muitas vezes, nós da organização sindical da agricultura familiar do estado do Ceará já estivemos em situações parecidas como as que estão vivendo os policiais civis do Ceará, onde por força da necessidade de conquistar uma vida melhor e mais digna, se é forçado a ter que acampar e fazer com que o grito de união do povo trabalhador seja vitorioso.

Neste sentido, deixamos nossa mensagem de coragem, força, união e determinação aos Companheiros trabalhadores da Polícia Civil, e conclamamos a todos os Trabalhadores e a toda a sociedade fortalecerem e apoiarem esta luta por melhores condições de vida e trabalho.

A FETRAF-CE ergue seu apoio braço e seu grito de apoio e vitória aos Trabalhadores da Polícia Civil do Estado do Ceará.
--
Raimundo N Araújo(Raimundinho do PT)
Presidente da FETRAF-CE  Manoel Arnoud Peixoto(Bael)
Diretor da FETRAF-CE
Coord. Nacional Agricultura Familiar
Empreendedor Social Ashoka 
88 9909 6803Fax:88 3643 1044
E-mail: bael@fetrafceara.org.br 
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Site: 
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Massapê-CE - Brasil. 

A PAUTA DE NEGOCIAÇÃO DO SINPOCI ITENS DA PAUTA DO SINPOCI

1.      PAGAMENTO DE SUBSÍDIO EQUIVALENTE A CERCA DE 60% DO VALOR DO SUBSÍDIO DE UM DELEGADO DE POLÍCIA DE CLASSE EQUIVALENTE;
1.1JUSTIFICATIVA: Ao longo dos últimos anos, os Delegados de Polícia tiveram aumentos significativos em seus subsídios, passando um delegado de 1ª Classe de cerca R$ 4.200,00 (quatro mil e duzentos reais) para R$ 7.937,54 (sete mil novecentos e trinta e sete reais e cinqüenta e quatro centavos). No mesmo período, os demais integrantes do Grupo APJ somente ganharam a reposição da inflação dada a todos os servidores públicos estaduais, ou seja, não tiveram qualquer incremento real em seu subsídio e, conseqüentemente, não conseguiram qualquer melhoria em suas condições de vida, mesmo sendo os que mais trabalham na Polícia Civil (carga horária de 40 horas semanais, enquanto um delegado só trabalha 30 horas semanais) e os que menos já ganhavam antes das melhorias concedidas aos delegados de polícia.
Atualmente, o subsídio de um Inspetor ou Escrivão de Polícia de 1ª Classe equivale a cerca de 26,77% do que ganha um delegado de 1ª classe: R$ 2.125,14 (dois mil cento e vinte e cinco reais e quatorze centavos), embora agora se exija nível superior para ingresso e promoção na Polícia Civil, conforme a Lei nº 14.112/08 (Lei que estabeleceu o subsídio). Essa distorção tem causado nos policiais civis em geral uma desmotivação nunca antes vista na história de nossa instituição, o que, somando-se aos reduzido efetivo e às péssimas condições de trabalho, tem gerado um grande número de pedidos de aposentadoria, exonerações e baixa auto-estima na categoria. Com um salário como esse, não tem como um policial civil pagar um aluguel (mesmo na periferia), água, luz, alimentação, vestuário, saúde, educação e dar lazer para sua família. Conseqüentemente, vemos os poucos policiais civis que ainda resistem a tantas adversidades se “atolarem” em empréstimos bancários para cobrir suas dívidas, gerando mais contas, mais desespero e até casos de suicídios.
Fazendo-se uma comparação a nível de Nordeste, em Estados como Sergipe e Rio Grande do Norte, que inclusive têm um PIB bem menor do que o Ceará, um policial civil já ganha cerca 60% do que ganha um delegado de polícia em classes equiparadas, o que, portanto, é a aspiração maior da nossa categoria no tocante ao nosso subsídio.
Em face do acima exposto, visando uma qualidade de vida melhor para toda a categoria policial civil, e em busca de um melhor resultado no nosso trabalho investigativo previsto na Constituição Federal (artigo 144, § 4º, CF/88) - o que só ocorrerá com policiais civis bem pagos e motivados-, solicitamos a REESTRUTURAÇÃO DO GRUPO E TABELA APJ, DE MANEIRA A RESGATAR A AUTO-ESTIMA DE NOSSOS POLICIAIS CIVIS, QUE ARRISCAM SUAS VIDAS DIARIAMENTE DEFENDENDO TODA A SOCIEDADE CEARENSE E OS VISITANTES QUE PASSAM POR NOSSO ESTADO.
Para finalizar, ressaltamos que estamos abertos ao diálogo com a atual gestão estadual, inclusive, compartilhando do pensamento de sentarmos à mesa e apresentarmos um planejamento distribuído ao longo de todo o quatriênio administrativo, de forma a não gerar um impacto muito grande, de uma só vez, na folha de Pagamento da Polícia Civil.

2.      CRIAÇÃO DE MAIS 04 (QUATRO) CLASSES PARA O GRUPO APJ E AUMENTO DO PERCENTUAL DE 10% ENTRE UMA CLASSE E OUTRA PARA 20%;

2.1 JUSTIFICATIVA: Diferentemente do que vemos nas outras carreiras do serviço público estadual, onde certas categorias têm 10, 15 e até mais classes, os integrantes do GRUPO APJ somente possuem a 1ª, 2ª, 3ª e a Classe Especial. Como o inciso III do artigo 14 da Lei 14.112/2008 prevê um interstício mínimo de dois anos em uma classe para promoção, temos servidores que, com apenas 08 (oito) anos de serviço (fora os três do estágio probatório), poderão estar na última classe e ficarão impossibilitados de novas promoções, causando desestímulo e mesmo pedidos de exoneração, notadamente porque o servidor busca estudar para ingressar em cargos mais vantajosos em relação ao subsídio e também ao plano de cargos e carreira.

3.      PAGAMENTO DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO REMUNERADO (HORA-EXTRA) DE ACORDO COM O PREVISTO NO ARTIGO 7º, INCISOS XVI E IX, DA CF/88, NÃO COMO PREVISTO NO DECRETO LEI 13.789 DE 2006, QUE REDEFINIU E INSTITUIU A GRATIFICAÇÃO DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO PREVISTA NOS ARTIGOS 73, INCISO XII, E ARTIGO 80 DA LEI 12.124/90 (ESTATUTO DA POLÍCIA CIVIL);
3.1. JUSTIFICATIVA: adequar o referido decreto à Constituição, pois, embora o decreto em referência fale em gratificação por serviço extraordinário, na verdade os policiais civis estão, na prática, trabalhando horas-extras e, assim sendo, devem receber 50% a mais por cada hora normal e, se a hora-extra for noturna, o acréscimo correspondente.  
4.      ALTERAÇÃO DO ARTIGO 35 DA LEI 14.112/08, QUE ESTABELECEU A EXIGÊNCIA DE NÍVEL SUPERIOR PARA PROMOÇÃO, MESMO PARA OS SERVIDORES DA POLÍCIA CIVIL E DA PEFOCE QUE INGRESSARAM NA INSTITUIÇÃO SOMENTE COM O NÍVEL MÉDIO, BEM COMO DOS ARTIGOS 1º E 4º DA MESMA LEI, QUE PREJUDICARAM OS OPERADORES DE TELECOMUNICAÇÕES POLICIAIS E TÉCNICOS DE TELECOMUNICAÇÕES POLICIAIS;
4.1. JUSTIFICATIVA: cerca de 50% do efetivo da Polícia Civil está impossibilitado de participar de processos de promoção após a edição de tal lei, tendo este Sindicato, somente este ano, ingressado com processos judiciais para promoção de cerca de 250 policiais civis.
A exigência de curso superior para promoção de policiais que ingressaram na instituição somente com o nível médio gera flagrante discriminação entre os policiais, além de ter fortes indícios de que referida norma reveste-se de latente inconstitucionalidade, ferindo de morte o princípio da isonomia e do direito adquirido.
Somente para se ter uma idéia, policiais civis novatos estão sendo promovidos e outros, com cerca de vinte, vinte e cinco anos de carreira, estão - e ficarão- sem qualquer promoção até a aposentadoria.
Vale ressaltar, por oportuno, que o Estado passou a exigir nível superior para promoção, mas não deu nenhuma contrapartida pecuniária para o servidor custear uma faculdade.
Ora, com o subsídio recebido por um policial civil atualmente, mal se consegue comprar alimentos, quanto mais pagar uma faculdade para se formar e ser promovido.
Quanto aos operadores de telecomunicações policiais e técnicos de telecomunicações policiais, os mesmos estão impossibilitados de qualquer ascensão funcional, simplesmente porque o cargo, de acordo com o governo, será extinto quando vagar, embora os demais cargos do Grupo APJ (inspetores, escrivães, peritos, delegados, etc) possuam 1ª, 2ª, 3ª e Classe Especial. A categoria em apreço, portanto, é a única do referido grupo a não ter possibilidade de galgar qualquer ascensão, e ainda não tiveram o direito ao auxílio alimentação porque foram excluídos nos artigos 1º e 4° da Lei 14.112/2008 (Lei do Subsídio).

5.      PAGAMENTO DE AJUDA DE CUSTO PARA OS SERVIDORES MOVIMENTADOS PARA O INTERIOR DO ESTADO E ENTRE MUNICÍPIOS DO INTERIOR, NOS TERMOS DOS ARTIGOS 82 E 83 DA LEI 12.124/93 (ESTATUTO DA POLÍCIA CIVIL);
        5.1 JUSTIFICATIVA: Com o advento da Lei 14.112/08, que estabeleceu a exigência de nível superior para ingresso na Polícia Civil e implantação do subsídio como forma de pagamento, entre outras inovações, o Estado simplesmente deixou de pagar as ajudas de custo mencionadas nos dispositivos legais acima referidos, embora a nova lei não os tenha revogado, prejudicando, dessa forma, todos os policiais civis, que, quando são designados para delegacias do interior do Estado, têm que arcar com todas as despesas de mudança, mesmo que estejam sendo transferidos a bem do serviço público e em nome dele.

6.      PROJETO DE REESTRUTURAÇÃO DO QUADRO DE APOIO GAAP-GRUPO DE APOIO ADMINISTRATIVO DA POLÍCIA JUDICIÁRIA (PENDENTE NA SEPLAG);

6.1. JUSTIFICATIVA: Como os agentes administrativos da Polícia Civil não integraram o grupo APJ, os mesmos sempre ficam de fora das melhorias conseguidas pelos demais integrantes da nossa instituição, embora também integrem e colaborem com o bom andamento das questões administrativas de nossa instituição.
Ressaltamos que um anteprojeto de lei tratando do assunto já está na SEPLAG (SPU Nº 05428714-6) desde 2006, estando, portanto, a tabela nele constante desatualizada.

7.      GRATIFICAÇÃO DE TITULAÇÃO AO SIMILAR PARA QUEM RECEBE POR SUBSÍDIO (PENDÊNCIA DA MENP E JÁ LEVADA AO GOVERNADOR);

7.1 JUSTIFICATIVA:  trata-se de item já levado ao Governador quando da última reunião da qual ele participou, somente queremos lembrar ao Procurador do Estado que, quando da elaboração do projeto de lei, não esqueça do “Similar” (como vantagem pessoa, por exemplo), para quem recebe por subsídio, que é o caso da Polícia Civil.

8.      PAGAMENTO DE ADICIONAL NOTURNO PARA OS POLICIAIS CIVIS E SERVIDORES DA PEFOCE QUE TRABALHAM DURANTE A NOITE, SEJA EM SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO OU NAS ESCALAS NORMAIS DE PLANTÃO, NOS TERMOS DO ARTIGO 7º, INCISO IX, DA CF/88.

8.1. JUSTIFICATIVA: cumprimento do dispositivo constitucional supracitado, pois é direito dos trabalhadores em geral, inclusive dos servidores públicos.

9.       REDUÇÃO DA CARGA HORÁRIA DE 08 PARA 06 HORAS DIÁRIAS, TANTO PARA INSPETORES E ESCRIVÃES COMO PARA OS SERVIDORES DA PEFOCE

9.1. JUSTIFICATIVA: Igualar à carga horária de um Delegado de Polícia, até mesmo porque o trabalho de um inspetor, que passa o dia na rua, enfrentando toda sorte de adversidades e perigos, é bem mais estressante e cansativo do que o de um Delegado, que trabalha suas seis horas e vai embora descansar.

Quanto aos Escrivães, a situação é ainda pior, pois passam 08:00hs e até 24:00hs digitando ininterruptamente (quando de um plantão), o que gera grande número de lesões por esforço repetitivo, ocasionando vários afastamentos para tratamento de saúde.
Frisamos que chaga a ser desumano vermos um Escrivão, após 08:00hs ou mais de digitação, pois o cansaço e o estresse são visíveis. Imagine essa rotina diariamente.

10.  PAGAMENTO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE PARA OS SERVIDORES DA PEFOCE E PARA INSPETORES E ESCRIVÃES

10.1 JUSTIFICATIVA: Atender ao disposto no inciso XXIII do artigo 7° da CF/88.

11.  AGILIZAÇÃO DOS PROJETOS DE REESTRUTURAÇÃO DE TABELAS DOS AUXILIARES DE PERÍCIA (ESTÁ NA SSPDS) E DOS PERITOS DA PEFOCE.

11.1 JUSTIFICATIVA: Dar andamento às negociações dos Peritos e Auxiliares de Perícia da PEFOCE

--
Manoel Arnoud Peixoto(Bael)
Diretor da FETRAF-CE
Coord. Nacional Agricultura Familiar
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88 9909 6803 - Fax:88 3643 1044
E-mail: bael@fetrafceara.org.br
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LEI Nº 12.292, DE 20 DE JULHO DE 2010.

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
 
Autoriza o Poder Executivo a realizar doação para a reconstrução de Gaza.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o  Fica o Poder Executivo autorizado a doar recursos à Autoridade Nacional Palestina, em apoio à economia palestina para a reconstrução de Gaza, no valor de até R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais).
Parágrafo único.  A doação será efetivada mediante termo firmado pelo Poder Executivo, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, e correrá à conta de dotações orçamentárias daquela Pasta.
Art. 2o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília,  20  de  julho  de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Celso Luiz Nunes Amorim
Paulo Bernardo Silva
Este texto não substitui o publicado no DOU de 21.7.2010