PREVISAO DO TEMPO

Comunidade dos Policiais e Bombeiros do Brasil

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Tarso Genro faz balanço do primeiro ano de governo. 12/12/2011 - 8h18

Em entrevista ao Gaúcha Atualidade, direto do estúdio, Tarso Genro faz um balanço do primeiro ano do governo e começa com uma comparação entre o trabalho como ministro da Justiça e como governador do Rio Grande do Sul. - Ser governador é muito mais fácil, mais prazeroso e mais estimulante - define. Entre os principais pontos de sua gestão, ele destaca a nova política de apoio e fomento para o desenvolvimento com a reorganização dos incentivos tributários; a nova agenda de investimentos do Governo Federal, que muda a relação Estado x País; a política nacional ofensiva de captação de recursos internacionais; a reestruturação da gestão pública, combate à sonegação, mudanças na previdência, melhoria salarial; e o programa de combate à pobreza. Além disso, Tarso afirma que a duplicação da RS-118 é obra prioritária do Estado para o ano que vem e garante que há recursos para isso. - Queremos chegar ao fim do governo com ela pronta - acrescenta
."> Fonte: Rádio Gaúcha

SOS Salva Vidas

Aos colegas e demais simpatizantes  dos Salva Vidas que  forem doar sangue dia 15, gostaria que lessem a mensagem que recebi do amigo e colega MARCOS SANTIAGO.

Valteman também preciso de alguns doadores, para repor os 10 bolsas que necessitei em duas cirurgias que fiz no hospital Sao Jose da Santa Casa, tive muito mal 12 dias de UTI, desde o dia 9 de novembro, graças a Deus eu venci mais essa, se eu tiver cruza com gato, já se foram duas vidas, Cancer e Acidente de moto, um fraterno abraço.

Gostaria que atendessem o pedido desse nosso irmão de farda. Acredito que no próprio hemocentro 10 doadores disponibilizem seu sangue para o colega e os restantes colocassem na conta da BrigadaMilitar. Peço porque ninguém doa mais sangue do que os integrantes da BM, mas quando a gente precisa é cobrado de nós. Vamos trancar a Bento Gonçalves em Porto Alegre e as ruas próximas de hospitais no interior em consequência do grande número de doadores. Não esqueçam de depositar o sangue na conta da BM. Façam isso por nós e nossos familiares.
Quem não puder doar, ao menos engrosse as fileiras e ajude na organização do movimento. Quero provar que quando queremos sabemos atender um chamamento classista. Grande abraço e aguardo a consciência de cada um.

CNJ aponta salários acima do teto

Donos dos maiores salários do serviço público, magistrados aumentam os vencimentos com benefícios que, muitas vezes, elevam os rendimentos a mais de R$ 50 mil mensais. Levantamento feito pelo jornal o Estado de São Paulo revela que força-tarefa do Conselho Nacional de Justiça busca identificar os excessos nos estados. A radiografia dos tribunais revela centenas de casos de desembargadores que receberam mais que os R$ 26,7 mil estabelecidos como teto. 

Fonte: Correio do Povo 12dez2011

DOE SANGUE

Aos colegas e demais simpatizantes  dos Salva Vidas que  forem doar sangue dia 15, gostaria que lessem a mensagem que recebi do amigo e colega MARCOS SANTIAGO.

Valteman também preciso de alguns doadores, para repor os 10 bolsas que necessitei em duas cirurgias que fiz no hospital Sao Jose da Santa Casa, tive muito mal 12 dias de UTI, desde o dia 9 de novembro, graças a Deus eu venci mais essa, se eu tiver cruza com gato, já se foram duas vidas, Cancer e Acidente de moto, um fraterno abraço.

Gostaria que atendessem o pedido desse nosso irmão de farda. Acredito que no próprio hemocentro 10 doadores disponibilizem seu sangue para o colega e os restantes colocassem na conta da BrigadaMilitar. Peço porque ninguém doa mais sangue do que os integrantes da BM, mas quando a gente precisa é cobrado de nós. Vamos trancar a Bento Gonçalves em Porto Alegre e as ruas próximas de hospitais no interior em consequência do grande número de doadores. Não esqueçam de depositar o sangue na conta da BM. Façam isso por nós e nossos familiares.
Quem não puder doar, ao menos engrosse as fileiras e ajude na organização do movimento. Quero provar que quando queremos sabemos atender um chamamento classista. Grande abraço e aguardo a consciência de cada um.

domingo, 11 de dezembro de 2011

CONVOCAÇÃO AOS SALVA VIDAS






Aos colegas que por adesão forem doar sangue dia 15, gostaria que lessem a mensagem que recebi do amigo e colega MARCOS SANTIAGO.

Valteman também preciso de alguns doadores, para repor os 10 bolsas que necessitei em duas cirurgias que fiz no hospital Sao Jose da Santa Casa, tive muito mal 12 dias de UTI, desde o dia 9 de novembro, graças a Deus eu venci mais essa, se eu tiver cruza com gato, já se foram duas vidas, Cancer e Acidente de moto, um fraterno abraço.

Gostaria que atendessem o pedido desse nosso irmão de farda. Acredito que no próprio hemocentro 10 doadores disponibilizem seu sangue para o colega e os restantes colocassem na conta da BrigadaMilitar. Peço porque ninguém doa mais sangue do que os integrantes da BM, mas quando a gente precisa é cobrado de nós. Vamos trancar a Bento Gonçalves em Porto Alegre e as ruas próximas de hospitais no interior em consequência do grande número de doadores. Não esqueçam de depositar o sangue na conta da BM. Façam isso por nós e nossos familiares.
Quem não puder doar, ao menos engrosse as fileiras e ajude na organização do movimento. Quero provar que quando queremos sabemos atender um chamamento classista. Grande abraço e aguardo a consciência de cada um.

Sem trégua

Que a relação do Cpers com o Palácio Piratini vai de mal a pior já se sabe desde a decretação da quase greve ainda no mês de novembro. Do lado Cpers, não só prossegue a visão de que o governo do Estado quer mexer no plano de carreira, o que não é verdade, mas cresceu a percepção de que é preciso enfrentar as propostas de mudança no ensino médio, custe o que custar. No Piratini, há ressentimento pelo fato de o governador Tarso Genro ter acreditado que havia fechado um acordo com a categoria ao conceder o primeiro reajuste da sua administração, ainda no início de 2011, para os professores. A guerra vai arrefecer nas férias, mas tudo indica que voltará com força em março.

Fonte: Correio do Povo 11dez2011

Coluna da Taline Opptiz

O jovem policial

O jovem policial

Eu estava botando gasolina no tanque de meu carro e do meu lado estavam dois carros da Brigada Militar. Dois policiais falavam com alguém do posto. Um terceiro, bem junto da minha janela, de costas para mim, portava uma arma grande, que na minha ignorância acho que poderia ser um fuzil ou uma metralhadora. Estava ali, sozinho, e comecei a observá-lo sem que me notasse. Tenso, alerta, consciente de sua missão, olhava para os lados empunhando sua arma com o cano voltado para baixo. Seu rosto era jovem, tão jovem que me comovi. Podia ser meu filho. Mais: podia ser meu neto. Estava tão concentrado no seu dever, tão alerta na sua posição, que fiquei imaginando se, ou quando, ele poderia levar um tiro de algum bandido. Poderia ficar lesado gravemente. Poderia morrer. Por mim, por você, por um de nós, em qualquer parte do Brasil, não importa que nome se dê à sua corporação nem se é da guarda estadual, municipal, federal. Esses jovens se expõem por nós. Morrem por nós. Tentam, num país tão confuso, proteger o cidadão. A gente realmente pensa nisso? Uma vez ao dia, uma vez por semana, uma vez ao mês?
Ilustração Atômica Studio
Tentei imaginar também como eu me sentiria se um de meus netos tivesse essa profissão. Que suspiro de alívio a cada noite, ou a cada manhã, sabendo que ele estava em casa. Que angústia sempre que se noticiasse uma perseguição, um tiroteio. Quanto ganha para se expor assim um rapaz desses? Esse tinha na mão esquerda uma fina aliança. Podia ter filhos, com certeza muito pequenos, dada sua pouca idade. Que vida a de milhares de famílias, em troca, penso eu, de uma compensação financeira diminuta.
Impressionada com sua seriedade, com a realidade concreta daquela arma enorme, e com quanto de repente me senti em dívida com aquele quase menino, teimei em adivinhar: quanto ganharia ele? Tanto quanto uma boa empregada doméstica, que não arrisca a vida embora seja importantíssima numa casa bem organizada onde a valorizam? Tanto quanto uma professora de escola elementar, que vende quinquilharias ou doces feitos em casa para colegas no intervalo das aulas, a fim de se sustentar?
Tanque cheio, saí rodando, pensativa: a educação e a segurança são o primeiro eixo da vida de um país digno. Elas e outros tantos fatores. Mas eu, naquele dia, quis pensar em educação e segurança. Com elas gastam-se quilômetros de papel e uma eternidade em falação. Se fôssemos um país mais educado, menos policiais morreriam por nós, com certeza menos cidadãos seriam assaltados, violentados e mortos, menos jovens se tornariam malfeitores, menos força teriam os narcotraficantes. Menos jovens de classe média alta se matariam nas estradas ou venderiam drogas mortais a seus colegas nas escolas ou nos bares.
O problema, o dilema, a tragédia é saber por onde começar: educação começa em casa. Mas, diz um psicólogo amigo meu, os meninos (e meninas) problemáticos (aqui não falo dos saudáveis, que constroem uma vida) em geral não têm pai ou mãe em casa, e têm poucos modelos bons a seguir. Nas escolas, professores e professoras são mal pagos, desestimulados, sobrecarregados e desanimados (não todos, portanto não me xinguem por isso). Nesse caso, a educação deveria começar pelo alto: pelas autoridades, pelos políticos, pelos líderes. Não posso dizer que o Brasil está sendo brindado com uma maioria de políticos modelares, de líderes positivos, de autoridades de atitude impecável.
Então vivemos um dilema triste: começar por baixo, pela faixa etária menor, pela educação em casa e nos primeiros anos na escola, ou começar a reformar a mentalidade dos altos escalões, nos quais alguns líderes se destacam pela autoridade moral e elevada postura, mas a maioria, sinto muito, está longe disso?
Não creio que haja resposta. Eu não a tenho. Quem a tiver que sugira aos governos, ou aos pais, ou aos colégios. De momento, parece-me que estamos apenas despertando para essa questão crucial, sem a qual nada se fará de importante neste nosso país das utopias.

Este artigo de Lya Luft, publicado na Veja  (23JAN08) .

Lya Luft é escritora


Que o parágrafo abaixo fique gravado na mente de todos nós.
“Se fôssemos um país mais educado, menos policiais morreriam por nós, menos cidadãos seriam assaltados e mortos, menos jovens se tornariam malfeitores, menos força teriam os narcotraficantes”.