PREVISAO DO TEMPO

Comunidade dos Policiais e Bombeiros do Brasil

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

PEC 300 estimula rebeldia militar no Piauí - POLICIAIS E BOMBEIROS DO BRASIL - A MAIOR COMUNIDADE DO GENERO

Governo Federal quer tirar PEC 300 da pauta do Congresso para 2011 - POLICIAIS E BOMBEIROS DO BRASIL - A MAIOR COMUNIDADE DO GENERO

LUTA CLASSISTA


Leitores e postadores de noticias, artigos e comentários no site da ASSTBM, alguns também aconpanham o meu blog. Tenho as mesmas dúvidas e dificuldades que os senhores, porém aprendi e acostumei a ver a situação com outros olhos. Somos forjados para ser “militares” e não sindicalistas, o que nos dificulta muitas vezes o entendimento de certas situações de negociação. Exercer liderança classista não é fácil, pois temos nas mãos o destino de uma categoria inteira de trabalhadores e as decisões tomadas na conhecida 'asembléia Geral” que não é tão geral assim sempre desagradam a maiora, o que pode significar um “tiro no pé”. Aos olhos externos é fácil agitar, fazer passeatas ou entrar em greve. Tudo isso depende de verba, organização, planejamento e autorização da tão propagada “Asembléia Geral” que nunca chega aos 20% da categoria por causa da escala de serviço, do tão famigerado bico, de outros interesses ou até falta de vontade de comparecer. 
O dirigente classista carrega a culpa do resultado de toda a negociação, se fechar um acordo será condenado porque apesar de bom poderia ser melhor, ou porque foi um péssimo acordo. A realidade é uma só, só condena quem não participa pois pode dizer; Que Assembléia Geral? Eu nem tava lá, eu não sabia, não me convidaram, como decidiram? Claro que antes de comentar tudo isso vai perguntar: O que deu lá?o que decidiram? Ah, isso não vai dar em nada. Então, para consolar todo e qualquer um de nossos líderes classistas; o fato é simples, Independentemente de terem feito uma boa negociação o veredito é único: CULPADOS!!!!!. Ainda bem que para compensar os negativists ou desestimuladores, temos aqueles colegas que estão sempre a postos, participam e reforçam as fileiras em toda e qualquer manifestação levando no peito o amor pela profissão e a grande esperança que tudo vai dar certo, alias há muito tempo carrego essa esperança;
Não vou culpar ninguém porque conheço as dificuldades e entendo o esforço desprendido em defesa da classe, mas em negociação salarial realmente devemos tratar somente de salários deixando outros itens para outra etapa, até porque o assunto surge naturalmente em uma mesa de negociação. Só posso sugerir que todas as associções em uma só voz solicitem: REAJUSTE JÁ!!!!
O texto acima é de autoria de:
Dagoberto Valteman-2º Sgt RR BM
Jornalista -  Registro MTE 15265

O que os policiais e bombeiros querem? | ASSTBM

domingo, 14 de agosto de 2011

Receita paga nesta segunda-feira a restituição do 3º lote do Imposto de Renda | Imposto de Renda - ZH Dinheiro

Protesto mobiliza penitenciários

Agentes penitenciários realizaram uma paralisação de protesto, durante uma hora, na manhã de sábado na Penitenciária Modulada de Charqueadas. A categoria reivindica reajuste salarial de 25% e melhores condições de trabalho. Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Rio Grande do Sul (Amapergs-Sindicato), Flávio Berneira, a interdição parcial do Presídio Central, em Porto Alegre, forçou o deslocamento de detentos para todo o complexo de Charqueadas, o que sobrecarregou os servidores. 

Ele destacou também o sucateamento da infraestrutura prisional em Charqueadas, citando ainda deficiências em viaturas e até falta de algemas. Segundo o dirigente, o temor maior é do aumento da tensão, acrescentando que a superpopulação carcerário levou os detentos a ocuparem até as acomodações dos agentes.

 O Presídio Central voltou a receber detentos, sendo mantido o limite máximo de 4.650 apenados, exigido pela Justiça.
FONTE: JORNAL CORREIO DO POVO ANO 116 Nº 318 - PORTO ALEGRE, DOMINGO, 14 DE AGOSTO DE 2011

Emergencial

Dados do Centro dos Professores revelam um quadro bastante preocupante na educação do Estado. Segundo levantamento enviado à coluna pelo professor Clóvis Oliveira, secretário-geral do Cpers/Sindicato, os contratos emergenciais representam hoje cerca de 25% da força de trabalho atuando na educação do Rio Grande do Sul. São 21.640 professores, mil orientadores e supervisores e 5.250 funcionários de escolas, incluídos neste número as merendeiras, pessoal da limpeza e de apoio administrativo. O total de servidores atuando sob contrato emergencial, possibilidade admitida na Constituição estadual a partir de 1989, chega a 27.890 servidores.

FONTE: JORNAL CORREIO DO POVO ANO 116 Nº 318 - PORTO ALEGRE, DOMINGO, 14 DE AGOSTO DE 2011